Introduction: Urinary incontinence (UI) represents a common problem among women, and may manifest itself in the fifth decade of life, as well as in young women, compromising their quality of life. Objective: To evaluate the benefits of therapeutic rehabilitation in women of childbearing age with this complaint, verifying whether treatment constitutes a necessary measure for improving the quality of life of this population. Methodology: An integrative exploratory-descriptive literature review was carried out in the following databases: SciELO, BVSalud, PubMed and Google Acadêmico, between the years 2011 and 2022, considering the descriptors: "urinary incontinence"; "women's health", "physiotherapy" and "rehabilitation". Results and discussions: 19 articles were selected in which it was demonstrated that the treatment of UI consists of physical therapy with exercises that strengthen the pelvic floor muscles. Conclusion: The data obtained allow the development of broad actions in the care and guidance to women with UI, where it is verified that physical therapy benefits women with UI.Introducción: La incontinencia urinaria (IU) representa un problema común entre las mujeres, y puede manifestarse en la quinta década de la vida, así como en mujeres jóvenes, comprometiendo su calidad de vida. Objetivo: Evaluar los beneficios de la rehabilitación terapéutica en mujeres en edad fértil con esta enfermedad, verificando si el tratamiento constituye una medida necesaria para la mejora de la calidad de vida de esta población. Metodología: Se realizó una revisión integradora de literatura de carácter exploratorio-descriptivo en los bancos de datos: SciELO, BVSalud, PubMed y Google Académico, entre los años 2011 y 2022, considerando los descriptores: "incontinencia urinaria"; "salud de la mujer", "fisioterapia" y "rehabilitación". Resultados y discusiones: Se seleccionaron 19 artículos en los que se demostraba que el tratamiento de la IU consiste en fisioterapia con ejercicios que fortalecen la musculatura del assoalariado. Conclusión: Los datos obtenidos permiten el desarrollo de amplias acciones en la atención y orientación a las mujeres con IU, donde se constata que la fisioterapia beneficia a las mujeres con IU.Introdução: A incontinência urinária (IU) representa um problema comum entre as mulheres, podendo manifestar-se tanto na quinta década de vida, quanto em mulheres jovens, comprometendo sua qualidade de vida. Objetivo: Avaliar os benefícios da reabilitação terapêutica em mulheres em idade fértil com esta queixa, verificando se o tratamento constitui uma medida necessária para a melhoria da qualidade de vida dessa população. Metodologia: Realizou-se uma revisão integrativa de literatura de caráter exploratório-descritivo nos bancos de dados: SciELO, BVSalud, PubMed e Google Acadêmico, entre os anos de 2011 e 2022, considerando os descritores: “incontinência urinária”; “saúde da mulher”, “fisioterapia” e “reabilitação”. Resultados e discussões: Selecionados 19 artigos nos quais de demonstra que o tratamento da IU consiste em fisioterapia com exercícios que fortalecem a musculatura do assoalho pélvico. Conclusão: Os dados obtidos permitem o desenvolvimento de ações amplas no atendimento e orientação a mulheres com IU, onde se verifica que a fisioterapia beneficia as mulheres com IU.Introdução: A incontinência urinária (IU) representa um problema comum entre as mulheres, podendo manifestar-se tanto na quinta década de vida, quanto em mulheres jovens, comprometendo sua qualidade de vida. Objetivo: Avaliar os benefícios da reabilitação terapêutica em mulheres em idade fértil com esta queixa, verificando se o tratamento constitui uma medida necessária para a melhoria da qualidade de vida dessa população. Metodologia: Realizou-se uma revisão integrativa de literatura de caráter exploratório-descritivo nos bancos de dados: SciELO, BVSalud, PubMed e Google Acadêmico, entre os anos de 2011 e 2022, considerando os descritores: “incontinência urinária”; “saúde da mulher”, “fisioterapia” e “reabilitação”. Resultados e discussões: Selecionados 19 artigos nos quais de demonstra que o tratamento da IU consiste em fisioterapia com exercícios que fortalecem a musculatura do assoalho pélvico. Conclusão: Os dados obtidos permitem o desenvolvimento de ações amplas no atendimento e orientação a mulheres com IU, onde se verifica que a fisioterapia beneficia as mulheres com IU