O artigo propõe uma investigação de quatro obras de Lygia Pape -- Caixa das baratas, Caixa das formigas, Eat mee a série Objetos da sedução --, analisando suas temáticas críticas em consonância com os conceitos de abjeção e erotismo. Interessa-nos pensar de que maneira esses trabalhos produzidos posteriormente ao neoconcretismo propõem matrizes historiográficas que extrapolam o legado construtivo.