O objetivo desse trabalho foi analisar a noção de inibição intelectual e suas representações psicanalítica, bem como neuropsicológicas para compreender os quadros sintomáticos de desinteresse pelas aulas de Matemática a partir de casos encontrados na investigação de Fonseca (2011). As análises se fundamentaram nos princípios psicanalíticos de Klein (1968), os pressupostos neuropsicológicos de Luria (1981) e a proposta sobre Matemática Emocional de Chacón (2003) defendendo a importância de considerar os afetos para o desenvolvimento da aprendizagem Matemática. Analisamos a trajetória histórica das funções trigonométricas, três livros didáticos, a sequência didática proposta e, por último, um quadro diagnóstico dos comportamentos manifestos