Esta é uma análise crítica anticolonial do veganismo, entendo-o como uma filosofia política que se beneficia dos processos colonizadores, ensaiando a construção de uma filosofia antiespecista opositora da consideração moral, premissa norteadora do veganismo, pautada por referências culturais dos racializados/colonizados, de modo que retome uma continuidade cosmológica, interrompida pelo apocalipse dos mundos destes povos, pelo processo civilizatório europeu