Altamira 2042: Performance Feminista e o Antropoceno

Abstract

This essay deals with climate crisis through the discussion of Altamira 2042, a multimedia performance-installation by Gabriela Carneiro da Cunha, which addresses the social, cultural and environmental consequences of the construction of the Belo Monte hydroelectric plant, responsible for one of the worst ecocides of the 21st century. Belo Monte’s dystopia highlights the conflict between the interests of global capital, the forces of “progress," and the survival of the local population and their social organizations, knowledge and traditions; between modernity's instrumental technology and their ancient technologies. The essay focuses on how feminist performances can respond to the specter of mass extinction and climate change.Este ensayo aborda la crisis climática, por medio de la discusión de Altamira 2042, una performance-instalación de Gabriela Carneiro da Cunha, que trata las consecuencias sociales, culturales y ambientales de la construcción de la central hidroeléctrica de Belo Monte, responsable por uno de los peores ecocidios del siglo XXI. La distopía de Belo Monte pone en evidencia el conflicto de intereses del capital global y la sobrevivencia de la población local y sus organizaciones sociales, conocimientos y tradiciones; entre la tecnología instrumental de la modernidad y sus tecnologías antiguas. El ensayo se centra en cómo las performances feministas pueden responder al espectro de la extinción en masa y a las crisis de cambio climático.Este ensaio trata da crise climática através da discussão de Altamira 2042, uma performance-instalação multimídia de Gabriela Carneiro da Cunha, que aborda as conseqüências sociais, culturais e ambientais da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, responsável por um dos piores ecocídios do século XXI. A distopia de Belo Monte evidencia o conflito entre os interesses do capital global, as forças do "progresso" e a sobrevivência da população local e suas organizações sociais, conhecimentos e tradições; entre a tecnologia instrumental da modernidade e suas tecnologias antigas. O ensaio debruça-se sobre a questão de como as performances feministas podem responder ao espectro da extinção em massa e à crise da mudança climática

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