Autoeficácia de pacientes com artrite reumatoide inicial e crônica : uma análise comparativa

Abstract

Trabalho de Conclusão de Curso (graduação)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Curso de Graduação em Terapia Ocupacional, 2014.RESUMO: A artrite reumatoide (AR) é uma doença incapacitante de etiologia desconhecida que acarreta prejuízos relevantes na vida de um sujeito alterando sua capacidade funcional, amplitude de movimento e força muscular, causando dor crônica e consequentemente influência considerável sobre os papeis ocupacionais desse indivíduo. Embora atualmente não exista cura para a AR, o controle da doença é possível através de tratamento e melhores resultados podem ser observados com o início precoce deste acompanhamento, que associado ao uso da escala de auto eficácia geral percebida possibilita a compreensão da percepção do sujeito de se sentir apto a lidar com os desafios provenientes dessa patologia. Objetivo: Avaliar a existência de alteração da autoeficácia em pacientes com artrite reumatoide inicial e identificar quais parâmetros da autoeficácia encontram-se maiores alterações. Método: O presente trabalho trata-se de um estudo transversal, exploratório e descritivo, com análise dos dados quantitativos provenientes da aplicação do instrumento avaliativo de Autoeficácia geral percebida. Foram incluídos no estudo todos os pacientes que já tiveram classificação de ARI do ambulatório de reumatologia do Hospital Universitário de Brasília (HUB) da Universidade Federal de Brasília, estes foram identificados por reumatologistas. Os dados obtidos foram agrupados e ordenados e então processados, considerando as variáveis estudadas. Todos os dados foram analisados estatisticamente. Resultados / Conclusões: Os achados do estudo evidenciaram a não existência de indícios estatísticos de diferença significativa na autoeficácia entre um grupo e o outro, sendo que este dado final necessariamente não é um resultado negativo, pelo contrario comprova que o diagnostico precoce associado a um acompanhamento em longo prazo produziu a não progressão da doença

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