O texto discutiu a relação entre raça e folclore quando as narrativas de Manoel Diégues Júnior reforçavam visões colonialistas no momento em que chamava de mestiço o folclore brasileiro. Para avançarmos neste pensamento analisamos o seu artigo: “formação do Folclore Brasileiro origens e características culturais” publicado em 1962, na Revista Brasileira de Folclore. O estudo levou a identificação de que na medida em que o folclore era visto como mestiço, tornando-se símbolo da nacionalidade, consolidava-se uma abordagem de subestimação entre as raças brasileiras segundo este estudioso.