A partir de Iván Illich, faz-se uma digressão pelas noções de ecofilosofia e ecosofia. Tal como Guattari (1996a) e Naess (2007), torna-se fundamental recentrar o pensamento sobre modos ecosóficos de viver e pensar, tendo na figura do rizoma uma das principais matrizes. Perto de um abismo infligido por uma dinâmica tecnocientífica, eis que a esperança reside num rizoma teórico capaz de ter na linha da frente uma linha de ação ecosófica