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Risco e fatores associados com quedas entre idosos residentes em instituição
TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Araranguá. Fisioterapia.Objetivo: Avaliar o risco de quedas e fatores associados em idosos residentes em instituição. Metodologia: Participaram 20 idosos institucionalizados avaliados em relação ao perfil sociodemográfico, estado de saúde, capacidade funcional e risco de quedas. Analisado ocorrência de quedas e fatores ambientais. Análise descritiva e associação entre variáveis (teste qui-quadrado, significância de 5%). Resultados: Maior distribuição de idosos do sexo masculino (60%; n=12), idade 74,40±7,86 anos, 20 (100%) idosos apresentavam problemas de saúde e administravam múltiplos medicamentos. Apresentaram declínio cognitivo (16±7,48 pontos) e dependência nas atividades de vida diária (77,75±23,40 pontos). Risco de quedas evidenciado no TUG simples (16,33±11,16 segundos), com tarefa cognitiva associada (21,18±9,73 segundos), no equilíbrio (43,78±15,5 pontos) e no alcance funcional direito (12,62±6,46 centímetros) e esquerdo (13,80±7,31 centímetros). No índex de Downton, 16 (80%) idosos apresentaram alto risco de quedas e associação significativa (p≤0,05) com equilíbrio e mobilidade funcional. Na análise ambiental, 12 (54,55%) itens necessários para reduzir o risco de quedas referentes à iluminação, presença de revestimento antiderrapante, tapetes fixos e adequações para escada não estavam presentes. Conclusão: Idosos institucionalizados apresentam alto risco de quedas e este risco está associado principalmente às alterações do equilíbrio e mobilidade funcional. Inadequações ambientais podem favorecer a ocorrência de quedas
Avaliação multifatorial do risco de quedas em idosas com baixa densidade óssea
Introdução: a identificação de instrumentos de avaliação eficazes na predição de quedas, especificamente em idosas com baixa densidade mineral óssea (DMO) e mais susceptíveis a fraturas, permanece um desafio. Objetivo: avaliar os fatores de risco para quedas na linha de base, identificar a ocorrência de quedas em seis meses de acompanhamento e investigar a validade preditiva do teste Quickscreen Clinical Falls Risk Assessment para predizer quedas múltiplas em idosas com baixa DMO. Métodos: estudo metodológico com 110 idosas com diagnóstico de osteoporose ou osteopenia (70,26 ± 6,24 anos). O risco de queda (linha de base) foi caracterizado pela presença de dois ou mais dos oito fatores de risco avaliados no QuickScreen e a ocorrência de quedas nos seis meses posteriores identificada por meio de telefonemas mensais. Resultados: os fatores de risco para quedas mais frequentes foram o autorrelato de quedas prévias, a polifarmácia e o déficit de deslocamento de peso e instabilidade lateral. A maioria das idosas (67,3%) apresentou dois ou mais fatores de risco, 24,5% relataram uma queda e 13,6% quedas múltiplas nos seis meses. O QuickScreen (ponto de corte ≥ 2 fatores de risco) apresentou boa sensibilidade (73,3%) e alto valor preditivo negativo (88,89%) para predizer quedas múltiplas em idosas com baixa DMO. Conclusão: Os resultados indicaram alta frequência de quedas entre idosas com baixa DMO e apontaram que o instrumento QuickScreen foi capaz de prever quedas múltiplas em seis meses de acompanhamento nessas idosas.Introduction: identifying effective assessment instruments for predicting falls, specifically in older women with low bone mineral density (BMD) that are more susceptible to fractures remains a challenge. Objective: to evaluate risk factors for falls at baseline, to identify the falls occurrence over six months of follow-up and to investigate the predictive validity of the Quickscreen Clinical Falls Risk Assessment for predicting multiple falls among low BMD older women. Methods: a methodological study with 110 older women with diagnosis of osteoporosis or osteopenia (70.26 ± 6.24 years). The presence of two or more of the eight risk factors assessed by the QuickScreen characterized the risk of falling (baseline) and monthly phone calls identified the occurrence of falls during the six months of follow-up. Results: the most prevalent falls risk factors were self-reported previous falls, polypharmacy and impairment in shifting weight and lateral instability. Most of the older women (67.3%) had two or more risk factors, 24.5% reported a single fall and 13.6% reported multiple falls over the six months. The QuickScreen (cutoff ≥ 2 risk factors) showed good sensitivity (73.3%) and high negative predictive value (88.89%) for predicting multiple falls among low BMD older women. Conclusions: the results indicated a high frequency of falls among low BMD older women. Additionally, the results highlighted that the QuickScreen instrument was able to predict multiple falls in the six months of follow-up among these older women
Factors associated with the history of falls of elderly assisted by the Family Health Program
This study aims at identifying the sociodemographic, clinical-functional and psycho-cognitive factors associated with the history of falls of community-dwelling elderly individuals assisted by Programa Saúde da Família (PSF - Family Health Program). The sample comprised 96 elderly subjects equally divided into three groups according to the report of falls that occurred during the past year, as follows: without falls, one fall or recurrent falls. There were no significant differences between groups in relation to sociodemographic data. The non-faller group presented less complaints about pain (p=0.012) and dizziness (p=0.003), and less near-falls reports (p=0.003) when compared to the faller groups. Besides, it presented better mobility (p<0.001) and functional capacity (p<0.001) in comparison with the same groups. In the psycho-cognitive assessment, recurrent fallers showed higher depressed mood score (p=0.009) and higher cognitive impairment score (p=0.040) compared to non-fallers. The occurrence of falls must be considered a significant agent that negatively affects elders' life. This is why its causative as well as impeditive factors must be accurately identified, so that professionals can effectively prevent falls or their debilitating consequences.Este estudo tem como objetivo identificar os fatores sociodemográficos, clínico-funcionais e psicocognitivos associados ao histórico de quedas de idosos saudáveis. A amostra foi constituída por 96 idosos divididos igualmente em três grupos de acordo com o histórico de quedas ocorrido no último ano (sem queda, uma queda e quedas recorrentes). Não houve diferença entre os grupos quanto aos dados sociodemográficos. Os idosos do grupo sem quedas apresentaram menor queixa de dor (p = 0,012) e de tontura (p = 0,003), melhor mobilidade (p < 0,001), capacidade funcional (p < 0,001) e menor relato de quase quedas (p = 0,003) quando comparados aos idosos dos grupos com histórico de quedas. Na avaliação psicocognitiva os idosos com quedas recorrentes revelaram maior escore para humor deprimido (p = 0,009) e maior déficit cognitivo (p = 0,040) do que os sem quedas. As quedas interferem de forma negativa na vida do idoso, motivo da importância de identificação dos fatores protetores e potencializadores deste evento. Com o reconhecimento desses fatores é possível que os profissionais possam prevenir as quedas ou as consequências debilitantes causadas por sua ocorrência.Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e PescoçoUniversidade PaulistaUniversidade Estadual de Campinas Faculdade de Ciências MédicasUniversidade Estadual de Campinas Programa de Saúde da FamíliaUNIFESP, Depto. de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e PescoçoSciEL
A avaliação funcional Berg Balance Scale é capaz de estimar melhor o risco de quedas em idosos do que a posturografia Balance Stability System
The purpose of this study was to verify which instrument better identifies recurrent falls in the elderly. Ninety-eight old people, with an average age of 80±4 years, were submitted to an assessment of balance and fall risk by means of the Berg Balance Scale (BBS) and the posturographic Balance Stability System (BSS). The BBS was correlated with the BSS (r=-0.27; p=0.008), age (r=-0.38; p<0.001) and number of falls (r=-0.25; p=0.013) and the analysis of logistical regression showed that the elderly classified with fall risk on the BBS presented 2.5 (95%CI 1.08-5.78) more chance of identifying who had two falls or more over the last year. The BBS identified that the greater the age the worse the functional balance and demonstrated a greater capacity to identify falls risk suffered over the last year when compared with the BSS.A proposta do estudo foi verificar o instrumento que melhor identifica o risco de quedas recorrentes em idosos. O estudo incluiu 98 idosos, com média de idade de 80±4 anos, submetidos à avaliação do equilíbrio e risco de quedas por meio da Berg Balance Scale (BBS) e da posturografia Balance Stability System (BSS). A BBS foi correlacionada com a BSS (r=-0,27; p=0,008), com a idade (r=-0,38; p<0,001) e com o número de quedas (r=-0,25; p=0,013). A análise de regressão logística mostrou que idosos classificados com risco de quedas na BBS apresentaram 2,5 (95%IC 1,08-5,78) mais chances de identificar quem teve duas quedas ou mais no último ano. A BBS identificou que quanto maior a idade pior é o equilíbrio funcional e demonstrou maior capacidade de identificar o risco de quedas sofridas no último ano quando comparada a BSS.Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público EstadualUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)UNIFESPSciEL
Effects of exercise in reducing the risk of falls in elderly women with osteoporosis
OBJECTIVE: This study aims to evaluate the effect of progressive muscular strength and proprioception training program on the balance and decrease in the risk of falls in women with osteoporosis. METHOD: 82 sedentary women aged 60-75 years with osteoporosis were selected and randomized in two groups: the intervention group comprised 41 patients submitted to an 18-week progressive muscular strength and proprioception training of quadriceps associated to drug therapy for osteoporosis; and control group, formed by 41 patients submitted to drug therapy only. The balance and fall risk were evaluated using the Balance Berg Scale (BBS) and calculating the Fall Index (FI). The number of fall was assessed six months before the research and the following six months. RESULTS: 69 patients completed the research. The program improved the functional balance (p<0.001) shown by BBS, decreased the risk of falls evidenced by the general score of FI (p<0.004) and also a decrease in the total number of falls. The experimental group showed significant lower number of falls when compared to the control group (p<0.001). CONCLUSION: The association of progressive strength of quadriceps and proprioceptive training is effective to prevent falls and reduce risk factors. The quantitative model to predict risk of falls might be useful to identify the risk of falls in the elderly. Trial registration: 082213-ANZCTR.OBJETIVO: Avaliar o efeito de um programa de treinamento de força muscular progressiva e sensório-motor, no equilíbrio e na redução do risco de quedas em mulheres com osteoporose. MÉTODO: Foram selecionadas 82 mulheres sedentárias com idade entre 60 e 75 anos com osteoporose, randomizadas em dois grupos: grupo intervenção, composto por 41 pacientes submetidas a 18 semanas de treinamento de força muscular progressiva do quadríceps (a 50%, 60%, 70% até 80% de 1-RM - uma repetição máxima), e de propriocepção, associado ao tratamento clínico medicamentoso para osteoporose; e grupo controle, também composto por 41 pacientes que receberam apenas o tratamento clínico medicamentoso. O equilíbrio e o risco de quedas foram avaliados por meio da Escala de Equilíbrio de Berg (BBS) e do cálculo do Índice de Quedas (IQ). O número de quedas foi avaliado seis meses antes do início da pesquisa e nos seis meses seguintes. RESULTADOS: 69 pacientes concluíram a pesquisa. O programa promoveu melhora no equilíbrio funcional (p<0,001) demonstrado pela BBS, redução do risco de quedas calculado pelo escore geral do IQ (p<0,004) e ainda uma redução do número total de quedas, que no grupo experimental foram significativamente menores que no grupo controle (p<0,001). CONCLUSÃO: A associação do treinamento de força progressiva para quadríceps e propriocepção é eficaz na prevenção de quedas e redução de seus fatores de risco, e o modelo para previsão quantitativa do risco de quedas pode ser útil na identificação do risco de quedas em pessoas idosas. Registro ensaio clínico: 082213- ANZCTR.Universidade Federal do Amazonas Departamento de FisioterapiaUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Departamento de Ciências do Movimento HumanoUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Programa de Pós-graduação em Medicina Interna e TerapêuticaHospital das Forças Armadas Serviço de FisioterapiaUniversidade Santo Amaro Residência em ReumatologiaCentro Universitário do Norte Departamento de FisioterapiaUNIFESP, Depto. de Ciências do Movimento HumanoUNIFESP, Programa de Pós-graduação em Medicina Interna e TerapêuticaSciEL
Clinical-demografic characteristics, falls and balance of institutionalized and community-dwelling elderly
INTRODUÇÃO: O envelhecimento populacional brasileiro tem evidenciado a instabilidade postural como importante causa de quedas, incapacidade, fragilidade e institucionalização de idosos. OBJETIVOS: O presente estudo transversal objetivou avaliar o equilíbrio funcional, os fatores de risco e a prevalência de quedas entre idosos institucionalizados e comunitários. METODOLOGIA: Participaram da pesquisa 30 idosos institucionalizados e 33 comunitários com média de idade de 74,6 e 70,7 anos, respectivamente. Os idosos foram avaliados por meio da Escala de Equilíbrio de Berg (BBS) e de um roteiro de anamnese. RESULTADOS: Os idosos institucionalizados apresentaram, discretamente, mais fatores de risco para quedas, tais como idade elevada, polifarmácia, hospitalizações frequentes, sedentarismo, queixa de tontura, quedas recorrentes, equilíbrio precário e elevado tempo de institucionalização. A pontuação total da BBS e a subescala de provas estacionárias apresentaram diferença estatisticamente significativa (p=0,04 e p=0,018, respectivamente) entre os dois grupos. CONCLUSÃO: Apesar de o estudo reforçar a presença de múltiplos fatores de risco para quedas nos dois grupos de forma equivalente, a maior instabilidade postural nos idosos institucionalizados destaca a importância clínica de se considerar as diferenças entre esses idosos e os comunitários para se traçar programas de prevenção e intervenção específicos que previnam quedas. Estudos com maior amostra e que investiguem outros fatores de risco para quedas são necessários
Avaliação do equilíbrio na doença de Alzheimer leve e moderada: implicações na capacidade funcional e na ocorrência de quedas
OBJECTIVE: To analyze the correlation between balance, falls and loss of functional capacity in mild and moderate Alzheimer's disease(AD). METHOD: 40 subjects without cognitive impairment (control group) and 48 AD patients (25 mild, 23 moderate) were evaluated with the Berg Balance Scale (BBS) and the Disability Assessment for Dementia (DAD). Subjects answered a questionnaire about falls occurrence in the last twelve months. RESULTS: Moderate AD patients showed poorer balance (p=0.001) and functional capacity (p <0.0001) and it was observed a correlation between falls and balance (r= -0.613; p=0.045). CONCLUSION: There is a decline of balance related to AD which is a factor associated to the occurrence of falls, albeit not the most relevant one. The loss of functional capacity is associated with the disease's progress but not to a higher occurrence of falls. The balance impairment did not correlate with functional decline in AD patients.OBJETIVO: Analisar a correlação entre déficit de equilíbrio, ocorrência de quedas e prejuízo funcional na doença de Alzheimer (DA). MÉTODO: 40 idosos sem comprometimento cognitivo (grupo controle) e 48 idosos com DA (25 leves e 23 moderados), avaliados através da Escala de Equilíbrio de Berg (EEB) e Escala de Avaliação de Incapacidade (EAI), e questionados quanto à ocorrência de quedas nos últimos doze meses. RESULTADOS: O equilíbrio no grupo DA moderada foi pior do que no grupo leve (p=0,001), bem como a capacidade funcional (p<0,0001), sem diferença na ocorrência de quedas entre os grupos. Na DA moderada, houve correlação entre ocorrência de quedas e EEB (r= -0,613; p=0,045). CONCLUSÃO: Há um declínio do equilíbrio associado à progressão da DA. O declínio da capacidade funcional não foi associado à maior ocorrência de quedas. O déficit de equilíbrio não se correlacionou ao declínio funcional na DA
Treino prevenção de quedas
Este livro digital contém um programa de exercícios domiciliares para prevenção de quedas nos idosos baseado no programa de exercícios domiciliares de Otago
Quedas numa Unidade de Reabilitação: Avaliar para Agir
Introdução: As Quedas em instituições de saúde são acontecimentos inesperados, não intencionais, e consistem no deslocamento do corpo para um nível inferior à posição inicial, por perda de equilíbrio ou incapacidade em recuperá-lo (Schub, 2016). Os fatores de risco são multifatoriais e refletem as determinantes de saúde. São mais frequentes em idosos ou pessoas com incapacidades, sendo maiores os danos. A Queda é indicador de qualidade das unidades quanto à segurança do utente, e implica procedimentos específicos, como a identificação dos fatores de risco intrínsecos e extrínsecos.
Metodologia: Estudo qualitativo, descritivo, retrospetivo e correlacional realizado numa instituição de reabilitação. População/amostra: pessoas internadas que tiveram reportado incidente de queda. Instrumento de recolha de dados: Registos sobre os doentes internados em 2015 e 2016: sociodemográficos, incidente por queda, consequências, demora média de internamento. Foram respeitados os preceitos éticos.
Resultados: Em 2015 - Média de idade 59,28 anos (DP 14,2 anos), metade da amostra tem mais de 61 anos. Em 2016 e média é de 61,7% anos (DP 14,03). A média de dias de internamento 71,71 (DP 31,82) face a 66,3 dias (DP 28,94) em 2016. A prevalência de queda 10,05% (123 quedas) sendo 92 os caidores, que diminuiu, em 2016, para 9,2% (84 quedas) com 71 caidores, mais velhos. As pessoas com lesões neurológicas predominam em ambos os anos. Foram 35 as quedas com consequências, mais comum o traumatismo do membro inferior (22,86%) e em 2016 o traumatismo occipital (27,78%). Caem sobretudo no turno da manhã (47,15%) e na noite (44,72%) embora com valores mais baixos em 2016, e muitos episódios estão relacionados com as transferências e a cadeira de rodas.
Discussão: Os resultados fazem realçar a importância de se instituírem boas práticas de cuidados que incluem a sistematização do processo de avaliação do Risco de queda e dos fatores associados, intrínsecos ou extrínsecos, que se deve prolongar pela monitorização do processo. A notificação do incidente numa base de dados adequada permitirá ter a informação atualizada para decidir e agir. O ambiente e as dotações de pessoal mas sobretudo um tema de qualidade global.
Conclusão: A avaliação do risco de quedas exige a seleção de instrumentos e metodologias, tarefa para a qual o enfermeiro de reabilitação tem perfil adequado em consequências, para prevenir a quedas e manter a qualidade.
Bibliografia
Reis, G., & et al. (2015). Quedas, idade avançada e doença mental. Revista Ibero-Americana de Saúde e Envelhecimento (RIASE), 1, pp. 323 - 337.
Schub, T. (2016). Falls, Accidental: Risk Assessment. Obtido em 12 de Julho de 2017 http://web.b.ebscohost.com/nrc/pdf?vid=4&sid=80c02a7e-26f5-4137-8d05-3eaec29e8282%40sessionmgr103
Sousa, L., Vieira, C. M., & Soares Branco, P. (2016). Prevenir a Queda: Um Indicador da Qualidade dos Cuidados. In C. M. Vieira, & L. Sousa, Cuidados de Enfermagem de Reabilitação à pessoa ao longo da vida (pp. 559-570). Loures: Lusodidacta
Não deixe a vovó cair
Infográfico contendo informações e orientações para a prevenção de quedas em idosos
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