8 research outputs found

    A LITERATURA E A INCLUSÃO SOCIAL

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    Neste estudo, evidenciamos uma alternativa para a prática pedagógica contemporânea, que se caracteriza como um desafio em relação ao ensino da literatura. Para tanto, apresentamos o trabalho desenvolvido em oficinas literárias realizadas – em uma parceria da Secretaria Municipal de Ensino e a Instituição de Ensino Superior do município – pelas acadêmicas do Curso de Letras, nas escolas da rede municipal de ensino. O objetivo principal era discutir os problemas sociais expostos pelo autor Ferréz na obra Manual Prático do Ódio, problemas esses como parte integrante da vida dos alunos. Estávamos, pois, por meio da literatura, discutindo a realidade dos alunos e as consequências de atos como: matar, roubar, prostituir-se, consumir drogas, entre outros. Criou-se, também, um blog, espaço destinado a expor as ideias, emitir opinião sobre a obra lida, apresentar seus trabalhos, com isso, promover melhor domínio linguístico e manifestar a sua identidade. Comprovamos que, por meio desta experiência, há uma política pública na educação, política essa comprometida com o desenvolvimento da leitura, da interpretação, da produção, por meio do acesso à literatura, à informação eletrônica e aos meios eletrônicos. Essa política está, ainda, comprometida com a educação, com o social, com a construção do conhecimento e com a formação de professores.Palavras-chave: Blog. Práticas Educativas. Literatura

    A LITERATURA E A INCLUSÃO SOCIAL

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    Neste estudo, evidenciamos uma alternativa para a prática pedagógica contemporânea, que se caracteriza como um desafio em relação ao ensino da literatura. Para tanto, apresentamos o trabalho desenvolvido em oficinas literárias realizadas – em uma parceria da Secretaria Municipal de Ensino e a Instituição de Ensino Superior do município – pelas acadêmicas do Curso de Letras, nas escolas da rede municipal de ensino. O objetivo principal era discutir os problemas sociais expostos pelo autor Ferréz na obra Manual Prático do Ódio, problemas esses como parte integrante da vida dos alunos. Estávamos, pois, por meio da literatura, discutindo a realidade dos alunos e as consequências de atos como: matar, roubar, prostituir-se, consumir drogas, entre outros. Criou-se, também, um blog, espaço destinado a expor as ideias, emitir opinião sobre a obra lida, apresentar seus trabalhos, com isso, promover melhor domínio linguístico e manifestar a sua identidade. Comprovamos que, por meio desta experiência, há uma política pública na educação, política essa comprometida com o desenvolvimento da leitura, da interpretação, da produção, por meio do acesso à literatura, à informação eletrônica e aos meios eletrônicos. Essa política está, ainda, comprometida com a educação, com o social, com a construção do conhecimento e com a formação de professores. Palavras-chave: Blog. Práticas Educativas. Literatura

    A FORMAÇÃO DE PROFESSORES E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO

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    O propósito deste artigo é conhecer e refletir sobre a concepção teórica de letramento de professores de Língua Portuguesa e de acadêmicos do Curso de Letras em situação de estágio curricular, bem como analisar de que modo há (ou não) a transposição didática desse conceito na prática de sala de aula. Mais especificamente, pretendemos, a partir de teorias que assumem a dimensão interacional da linguagem, de teorias de letramento, de estudos realizados sobre a prática de sala de aula, envolvendo a concepção de leitura e de escrita como prática social e, por meio de dados obtidos com professores de Língua Portuguesa e com estagiários, evidenciar como o ensino e a aprendizagem são construídos pelos participantes na sua ação em sala de aula. Os principais resultados evidenciaram que, embora 80% dos acadêmicos e 67% dos professores tenham apresentado uma resposta satisfatória com relação à definição de letramento, eles não conseguem transpor esse conhecimento teórico para sua prática cotidiana. Assim, corremos o risco de que os alunos continuem a concluir sua vida escolar sem conseguir compreender o que leem e, consequentemente, sem saber opinar a respeito do que leem e das situações por que passam. Logo, não saberão escrever e continuarão a fazer parte dos índices do analfabetismo funcional, que é tão alto em nosso país.Palavras-chave: Letramento. Leitura. Escrita. Interação. Ensino

    EVENTOS DE LETRAMENTO: O ESTUDO DE LÍNGUA MATERNA POR MEIO DA INTERAÇÃO

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    O ensino da língua materna está cada vez mais complexo, e o sistema simbólico está presente em todos os contextos. Sendo assim, o letramento é essencial. Desse modo, necessitamos refletir sobre caminhos que possam suprir as lacunas que vão aparecendo em relação ao código escrito e sobre o processo de ensino e aprendizagem da escrita. Este estudo traz alguns apontamentos sobre o modo, como os eventos de letramento, em múltiplos contextos, podem auxiliar na qualidade do ensino da língua.Palavras-chave: Letramento. Língua Portuguesa. Ensino - Aprendizagem. Interdisciplinaridade

    EVENTOS DE LETRAMENTO: O ESTUDO DE LÍNGUA MATERNA POR MEIO DA INTERAÇÃO

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    O ensino da língua materna está cada vez mais complexo, e o sistema simbólico está presente em todos os contextos. Sendo assim, o letramento é essencial. Desse modo, necessitamos refletir sobre caminhos que possam suprir as lacunas que vão aparecendo em relação ao código escrito e sobre o processo de ensino e aprendizagem da escrita. Este estudo traz alguns apontamentos sobre o modo, como os eventos de letramento, em múltiplos contextos, podem auxiliar na qualidade do ensino da língua. Palavras-chave: Letramento. Língua Portuguesa. Ensino - Aprendizagem. Interdisciplinaridade

    EVENTOS DE LETRAMENTO: O ESTUDO DE LÍNGUA MATERNA POR MEIO DA INTERAÇÃO

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    O ensino da língua materna está cada vez mais complexo, e o sistema simbólico está presente em todos os contextos. Sendo assim, o letramento é essencial. Desse modo, necessitamos refletir sobre caminhos que possam suprir as lacunas que vão aparecendo em relação ao código escrito e sobre o processo de ensino e aprendizagem da escrita. Este estudo traz alguns apontamentos sobre o modo, como os eventos de letramento, em múltiplos contextos, podem auxiliar na qualidade do ensino da língua.Palavras-chave: Letramento. Língua Portuguesa. Ensino - Aprendizagem. Interdisciplinaridade

    Concordância nominal na fala de crianças de 3 a 6 anos de idade do município de Novo Hamburgo : variação linguística na infância

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    O objeto de estudo desta pesquisa é descrever o desenvolvimento da concordância nominal de número na produção oral de crianças monolíngues adquirindo o português falado no Brasil. A investigação parte de um corpus obtido por meio da gravação audiovisual da fala de 30 crianças, em uma amostra estratificada por gênero – meninos e meninas – e faixa etária – 3 a 4 anos de idade; 4 a 5 anos de idade; e 5 a 6 anos de idade. As sessões para geração de dados foram, em média, três por criança participante, de tal forma que fosse possível obter dados variados em termos de condição de interação entre o participante e o pesquisador. Por meio de um conjunto de brinquedos especialmente confeccionado para tanto e de um livro selecionado para manuseio e suporte para a produção de uma narrativa, foram gravadas as seguintes condições de interação: narrativa pessoal e narrativa tradiconal, solicitadas à criança dentro de uma da sessões envolvendo os materiais, fazendinha, lojinha, zoológico e reconto da história ilustrada Amigos. Em todos os casos, buscou-se oferecer um conjunto de brinquedos e uma proposta de brincadeira que proporcionasse o emprego de nominais descritivos plurais. Além disso, as três situações de narrativa tinham como objetivo comparar condições de interação ligadas ao letramento com condições não ligadas à oralidade letrada. Esta é uma pesquisa Sociolinguística, considerando que esta subárea da Linguística estuda a língua em uso nas comunidades de fala, com a atenção voltada para os aspectos linguísticos e sociais capazes de influenciar as alternâncias de uso. Além disso, integra os estudos da Aquisição da Linguagem, pois descreve o desenvolvimento morfossintático inicial da criança. O trabalho analítico foi desenvolvido a partir dos métodos da sociolinguística variacionista, a fim de descrever e compreender as realizações variáveis de concordância nominal de número, na produção falada de crianças. Todas as crianças são residentes da cidade de Novo Hamburgo, escolarizadas mas não alfabetizadas (ou seja, frequentam a educação infantil), oriundas de famílias de escolaridade média e, principalmente, superior, de classe social média-alta. Para investigar a variação linguística, no conjunto de variáveis internas, encontram-se descritos e analisados os fatores de natureza morfossintática, no conjunto de variáveis externas à língua, associados aos fatores propriamente sociais, como idade e gênero, bem como à variável estilística interação. A metodologia de análise teve como base o Programa GOLDVARB. Com a análise estatística, constatamos que a concordância nominal de número no sintagma nominal é uma regra variável na produção oral registrada por meio da coleta de dados realizada nesta pesquisa. Além disso, constatamos que, ainda que se demonstre como regra variável, os índices de marcação padrão são consideravelmente altos. Podemos afirmar que existe variação linguística em idade inicial, já aos três anos de idade, influenciada pelos fatores já descritos como operantes na fala adulta e que essa variação ligada a fatores sociais convive, no uso da língua pelas crianças, com processos variáveis ligados à aprendizagem.The aim of this research is to describe the noun number agreement in the oral production of monolingual children acquiring Brazilian Portuguese. The research goes from a corpus obtained by audiovisual recording of the speech of 30 children in a sample stratified by gender – boys and girls – and age – 3 to 4, 4 to 5 and 5 to 6. The sessions for data generation were held on an average of 3 per participating child in such a way that it was possible to obtain varied data in terms of condition and interaction between the subject and the author. Through a set of toys specially made for that purpose and a book selected for handling and supporting narrative production, we recorded the following interaction conditions: personal and traditional narrative requested to the child within one of the sessions using the materials farm, zoo, shop and retelling of the illustrated story “Amigos”. In all cases we sought to provide a set of toys and a proposal of a fun activity that would provide the use of descriptive plural nouns. In addition, the three narrative situations were designed to compare the interaction conditions linked to literacy with conditions not related to oral literacy. This is a sociolinguistic research, taking into consideration that this linguistics subfield studies the language in use in speech communities, focusing on the linguistic and social aspects which are able to influence the alternations of use. It also integrates the studies of Language Acquisition as it describes the child’s initial morphosyntactic development. The analytical work was developed using the methods of variational sociolinguistics in order to describe and understand the production of variable noun agreements of number in children’s oral speech. All children live in Novo Hamburgo, educated but not literate (i.e., attending kindergarten), from upper-middle class families with an average or higher school background. In order to investigate the linguistic variation in the scope of internal variables, the morphosyntactic factors are described and analysed, as in the scope of external variables associated with mainly social factors such as age and gender, as well as the stylistic interaction variable. The analysis methodology was based on the program GOLDVARB. With the analytical analysis we found out that the noun number agreement in noun phrases is a variable rule on oral production recorded through data collection conducted in this research. In addition, we found that although it is seen as a variable rule, the standard marking indexes are considerably high. We can state that there is linguistic variation at young age – at the age of three – influenced by the factors already described as operating in adult speech, and this variation, linked to social factors, coexists in the language used by children, with variable processes related to learning
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