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    Dermografismo Imediato Sintomático. Relato de caso

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    Dermografismo é uma forma de urticária física que pode chegar a acometer até 5% da população levando ao surgimento de lesões papulares e pruriginosas. Surge após estímulos físicos e é capaz de promover profundos impactos na qualidade de vida, pois pode se manifestar de forma grave com um quadro de angioedema. O quadro pode se manifestar em qualquer faixa etária, mas é mais frequente a partir da segunda década de vida. O sexo feminino é mais acometido. O diagnóstico é clínico, mas o pouco conhecimento sobre as dermopatias torna a sua identificação um desafio para os profissionais. O tratamento é simples, embora a cura possa não ser alcançada na maior parte dos casos. O caso de dermografismo imediato sintomático relatado neste artigo ratifica a relevância da atuação dos profissionais que atuam na Atenção Primária à Saúde no diagnóstico precoce e na adequada proposta terapêutica

    Resgate histórico do desenvolvimento da Medicina Comunitária

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    O presente artigo visa realizar uma revisão bibliográfica acerca da história e desenvolvimento da Medicina Social, tendo por intuito compreender as razões que levaram ao aumento de sua aceitação ao longo dos anos, além de procurar elucidar sua importância no atual contexto sócio econômico cultural. Para a realização deste foi realizada uma pesquisa de artigos em sítios da internet, tendo como base de busca os termos: História da medicina social, medicina comunitária do passado, desenvolvimento da medicina social. Com base nos artigos selecionados, foi permitido concluir que a medicina comunitária (ou social) data do período entre as revoluções Francesa e Industrial, e surgiu como uma resposta do Estado às crescentes epidemias que assolavam as classes trabalhadoras, urbanas e rurais, dos países europeus, prejudicando a produção industrial, e por conseqüência, a economia dos mesmos. Tal maneira de prática da medicina expandiu-se pelo mundo, estando presente em quase todos os países da Europa e nos EUA já no início do século XX. Já no Brasil, o primeiro programa de residência em Medicina da Família surgiu em 1976, em Porto Alegre - RS, contudo, sua oficialização pela CNRM (Comissão Nacional de Residência Médica) ocorreu apenas em 1981. Atualmente, a Medicina da Família é valorizada por governos do mundo todo, tendo em vista que sua prática é resolutiva em mais de 80% das questões abrangentes à assistência a saúde. Para atingir tamanha efetividade, os profissionais desta área lançam mão de uma prática elaborada da Semiologia Médica, além de buscarem compreender os pacientes nos aspectos biopsicossocial e espiritual. Desta forma, a Medicina da Família ajuda a melhorar a qualidade de vida das populações, principalmente das mais desprovidas no aspecto socioeconômico, além de ajudar a desafogar as redes de alta complexidade dos serviços de medicina pública

    Análise da evolução da Cirurgia Cesareana no estado do Rio de Janeiro

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    A história da cirurgia cesariana no Estado do Rio de Janeiro possui grandes nomes da obstetrícia brasileira, além de inovações técnicas que revolucionaram todo o país e até mesmo a comunidade internacional. Por meio dela, foi possível salvar milhares de mães e seus filhos, além disso, tornar partos menos danosos à ambos, tal relevância justifica a análise de como a técnica foi aprimorada em um dos Estados que mais realizou cesarianas. Para a realização desde artigo foram utilizados 2 livros, também foi realizada busca na internet por meio dos seguintes termos: cirurgia cesariana no Estado do Rio de Janeiro, historia da cesariana no Rio de Janeiro, foram encontrados 2 sites e 1 artigo, os quais serviram como base para este trabalho. Relatar a evolução da cirurgia cesariana no Estado do Rio de Janeiro, destacando seus grandes nomes e a importância de seu trabalho para a sociedade. O início da cirurgia cesareana no Brasil se deve principalmente a fundação das escolas de medicina e cirurgia em 1808, estando localizadas apenas nos Estados da Bahia e do Rio de Janeiro. A história da cirurgia cesareana no Estado do Rio de Janeiro, tem como um dos pioneiros Fernando Magalhães (1878-1944), professor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, grande nome da obstetrícia e na implantação do parto abdominal no país. A Maternidade do Rio de Janeiro, atual Maternidade Escola, foi essencial para a modernização da assistência obstetrícia no Estado pois cedeu espaço para a realização de algumas cesáreas no local, utilizando material próprio. Em 1915, Magalhães desenvolveu uma técnica a qual isolava o útero exteriorizado com compressas e dois lençóis, herniando-o visando proteger a cavidade abdominal. Tal técnica apresentou resultados incríveis, superando até mesmo os internacionais. Clóvis Correa e Octavio de Souza realizaram a primeira cesariana segmentar no Brasil em 1924, o que tornou o método muito mais vantajoso. A técnica descrita por Pfannenstiel em 1900, a qual consistia em incisionar a fáscia transversalmente para um fechamento mais seguro e menos doloroso no pós-operatório, foi implantada por Rezende em 1955, realizando-a pela primeira vez na Maternidade Escola da UFRJ, onde documentou 114 cesarianas e constatou um resultado satisfatório, tal técnica é a mais utilizada nos dias atuais. A cirurgia cesariana se mostrou altamente efetiva, e teve no Rio de Janeiro um grande impulso para sua melhora tanto por meio de técnicas inovadoras como pela prática em realizar o procedimento. Tais avanços tornaram a cesariana atual muito mais segura e eficaz

    Análise histórica da medicina social

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    O presente artigo visa realizar uma revisão bibliográfica acerca da história e desenvolvimento da Medicina Social, tendo por intuito compreender as razões que levaram ao aumento de sua aceitação ao longo dos anos, além de procurar elucidar sua importância no atual contexto sócio econômico cultural. Para a realização deste foi realizada uma pesquisa de artigos em sítios da internet, tendo como base de busca os termos: História da medicina social, medicina comunitária do passado, desenvolvimento da medicina social. Com base nos artigos selecionados, foi permitido concluir que a medicina comunitária (ou social) data do período entre as revoluções Francesa e Industrial, e surgiu como uma resposta do Estado às crescentes epidemias que assolavam as classes trabalhadoras, urbanas e rurais, dos países europeus, prejudicando a produção industrial, e por conseqüência, a economia dos mesmos. Tal maneira de prática da medicina expandiu-se pelo mundo, estando presente em quase todos os países da Europa e nos EUA já no início do século XX. Já no Brasil, o primeiro programa de residência em Medicina da Família surgiu em 1976, em Porto Alegre - RS, contudo, sua oficialização pela CNRM (Comissão Nacional de Residência Médica) ocorreu apenas em 1981. Atualmente, a Medicina da Família é valorizada por governos do mundo todo, tendo em vista que sua prática é resolutiva em mais de 80% das questões abrangentes à assistência a saúde. Para atingir tamanha efetividade, os profissionais desta área lançam mão de uma prática elaborada da Semiologia Médica, além de buscarem compreender os pacientes nos aspectos biopsicossocial e espiritual. Desta forma, a Medicina da Família ajuda a melhorar a qualidade de vida das populações, principalmente das mais desprovidas no aspecto socioeconômico, além de ajudar a desafogar as redes de alta complexidade dos serviços de medicina pública
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