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    A Phylogenetic Analysis of Human Immunodeficiency Virus Type 1 Sequences in Kiev: Findings Among Key Populations

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    Background: The human immunodeficiency virus (HIV) epidemic in Ukraine has been driven by a rapid rise among people who inject drugs, but recent studies have shown an increase through sexual transmission. Methods: Protease and reverse transcriptase sequences from 876 new HIV diagnoses (April 2013–March 2015) in Kiev were linked to demographic data. We constructed phylogenetic trees for 794 subtype A1 and 64 subtype B sequences and identified factors associated with transmission clustering. Clusters were defined as ≥2 sequences, ≥80% local branch support, and maximum genetic distance of all sequence pairs in the cluster ≤2.5%. Recent infection was determined through the limiting antigen avidity enzyme immunoassay. Sequences were analyzed for transmitted drug resistance mutations. Results Thirty percent of subtype A1 and 66% of subtype B sequences clustered. Large clusters (maximum 11 sequences) contained mixed risk groups. In univariate analysis, clustering was significantly associated with subtype B compared to A1 (odds ratio [OR], 4.38 [95% confidence interval {CI}, 2.56–7.50]); risk group (OR, 5.65 [95% CI, 3.27–9.75]) for men who have sex with men compared to heterosexual males; recent, compared to long-standing, infection (OR, 2.72 [95% CI, 1.64–4.52]); reported sex work contact (OR, 1.93 [95% CI, 1.07–3.47]); and younger age groups compared with age ≥36 years (OR, 1.83 [95% CI, 1.10–3.05] for age ≤25 years). Females were associated with lower odds of clustering than heterosexual males (OR, 0.49 [95% CI, .31–.77]). In multivariate analysis, risk group, subtype, and age group were independently associated with clustering (P < .001, P = .007, and P = .033, respectively). Eighteen sequences (2.1%) indicated evidence of transmitted drug resistance. Conclusions Our findings suggest high levels of transmission and bridging between risk groups

    REAÇÕES ADVERSAS RELACIONADAS À POLIMIXINA B EM PACIENTES ATENDIDOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO TERCIÁRIO DO PARANÁ

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    Introdução/Objetivo: para o tratamento de infecções graves causadas por bactérias gram negativas, o sulfato de Polimixina B tem se mostrado uma opção. Entretanto, é uma medicação que pode apresentar efeitos nefrotóxicos e neurotóxicos. O objetivo desse trabalho é descrever as reações adversas a medicamentos (RAM) relacionadas ao tratamento com Polimixina B. Métodos: foram analisados os pacientes internados em um hospital universitário terciário que utilizaram Polimixina B, entre janeiro e março de 2021 e janeiro e agosto de 2022, e apresentaram suspensão por suspeita de RAM, seguida pela introdução de Polimixina E. Os dados foram coletados em módulos de prontuário eletrônico em gestão e controle de estoques do sistema Dedalus Healthcare Systems Group® e tabulados no programa Microsoft Excel. Também foram utilizados os registros da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. Resultados: foram avaliados 36 pacientes com idade média de 61 anos, a maioria (87,10%) internados em unidades de terapia intensiva. Do total, quatro foram diagnosticados com COVID-19, sendo três fora do período de isolamento e um ainda isolado. Os principais sinais e sintomas encontrados associados à RAM foram midríase, rebaixamento do nível de consciência, dessaturação, hipotensão, parada cardiorrespiratória e parestesia. Essas reações adversas se desenvolveram durante e após a infusão da Polimixina B. Foram identificados fatores que podem ter contribuído, como dose mais elevada do que a recomendada, concentração da solução inadequada, taxa infusional acima do preconizado e interações medicamentosas correlatas que podem ser relacionadas a efeitos de neurotoxicidade. Em cinco casos houve esforço respiratório, queda da saturação e rebaixamento do nível de consciência, necessitando de intubação e ventilação mecânica. Estes cinco pacientes apresentaram midríase, revertida posteriormente. Conclusão: as RAM apresentadas durante ou após a infusão da Polimixina B foram extremamente graves e necessitaram da implantação de ações de segurança ao paciente, a fim de atendê-los prontamente e evitar danos. Os serviços de saúde precisam manter ações de farmacovigilância no preparo e administração e também vigilância contínua do paciente. Além disso, deve ser realizada uma análise criteriosa e rotineira da prescrição com possível adequação da diluição, da infusão e análise das interações medicamentosas de maneira prévia à administração

    HIV incidence in the Estonian population in 2013 determined using the HIV-1 limiting antigen avidity assay

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