527,205 research outputs found
Libertà e contingenza della fruizione beatifica nello scotismo del primo '300
Este estudo tem como objeto a recepção da teoria scotista da vontade no início do século 14. Interesse precípuo é o modo como autores, sobretudo franciscanos, a partir das Universidades de Paris e de Oxford, discutiram sobre a possibilidade de uma escolha livre ou de um ato da própria vontade, por parte dos bem-aventurados, quando da visão de Deus. Para tanto, pressuposições gerais da teoria scotista da vontade são apresentadas, bem como as inovações dos filósofos influenciados por Scotu
Caminhos da vontade
Em Caminhos da Vontade, é feita uma descrição de alguns aspectos essenciais do funcionamento da vontade e da sua relação com as ideias de liberdade e responsabilidade. Esta descrição começa na tragédia grega, detém-se na argumentação de Agostinho e termina no comentário de alguns autores contemporâneos que equacionam a questão da compatibilidade entre leis naturais e vontade livre
Solidariedade nacional ou vontade colectiva de defesa
The Million Mom March (favoring gun control) and Code Pink: Women for Peace (focusing on foreign policy, especially the war in Iraq) are organizations that have mobilized women as women in an era when other women's groups struggled to maintain critical mass and turned away from non-gender-specific public issues. This article addresses how these organizations fostered collective consciousness among women, a large and diverse group, while confronting the echoes of backlash against previous mobilization efforts by women. We argue that the March and Code Pink achieved mobilization success by creating hybrid organizations that blended elements of three major collective action frames: maternalism, egalitarianism, and feminine expression. These innovative organizations invented hybrid forms that cut across movements, constituencies, and political institutions. Using surveys, interviews, and content analysis of organizational documents, this article explains how the March and Code Pink met the contemporary challenges facing women's collective action in similar yet distinct ways. It highlights the role of feminine expression and concerns about the intersectional marginalization of women in resolving the historic tensions between maternalism and egalitarianism. It demonstrates hybridity as a useful analytical lens to understand gendered organizing and other forms of grassroots collective action
Unilateral Humanitarian Intervention and International Law
Este artigo deve ser visto como uma tentativa
de participação no debate actual sobre a legitimidade
das intervenções humanitárias, através
da análise dos desafios morais e legais postos
pelas acções unilaterais. Em particular, o autor
examina a sugestão de Hedley Bull de que se as
intervenções unilaterais exprimirem a “vontade
colectiva da sociedade internacional”, então
não constituem nenhuma ameaça à ordem internacional.
Para discutir devidamente esta
observação, é necessário, ante de mais, considerar
o significado da expressão, “vontade colectiva
da sociedade internacional”. Deve
reduzir-se esta vontade colectiva à autoridade
das Nações Unidas? Ou existem outros locais de
legitimização das intervenções humanitárias?
Qualquer discussão sobre o papel da ONU no
caso das intervenções humanitárias tem que
incluir o tema do direito de veto dos membros
permanentes do Conselho de Segurança. Está
na altura de rever o direito de veto, limitando-o
nos casos de emergências humanitárias? Estas
são as questões discutidas pelo artigo
Agostinho e a "descoberta" da vontade: primeiro estudo: continuação e fim
Este é um estudo sobre o conceito de vontade na história da filosofia. O centro de interesse está na obra De libero arbitrio, de Agostinho. Tanto se procura descrever a suposta "descoberta" da vontade por Agostinho quanto analisar a coerência do conceito obtido. Trata-se do primeiro de dois estudos sobre a vontade e a liberdade em De libero arbitrio
Comentário de João da Cruz ao verso com ânsias em amores inflamados no segundo livro da Noite Escura
O artigo versa sobre a vontade na contemplação mística a partir dos capítulos de 11 a 13 da obra de João da Cruz intitulada Noite Escura. Vemos, aqui, uma leitura própria de nosso autor no tocante às relações entre vontade e entendimento, especialmente ante a "inflamação de amor" na alma.The article is about the will in mystical contemplation. From the chapters 11-13 of the John of the Cross's work entitled The Dark Night. There is in this book a original reading of John of the Cross on the relationship between will and intellect, especially with the "inflammation of love" in the soul
Advanced Directives and Living Will: A Case Report
Descreve-se o caso de uma mulher de 61 anos, com diagnóstico de neoplasia da mama em estadio IV. Na altura, recusou
terapêutica. Recorre ao Serviço de Urgência, um ano após o
diagnóstico, em mutismo, sendo que os exames complementares de diagnóstico revelaram uma lesão cerebral, interpretada como nova metástase. No seu processo clínico, tem uma
diretiva antecipada de vontade. Este é um documento formal
que explicita quais os cuidados que pretende ou não receber
em final de vida. Apresentamos a descrição do caso, as indicações que a doente deixou expressas neste documento e
uma reflexão acerca das diretivas antecipadas de vontade e
de como estas devem ser integradas na prática clínica.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
Direito à verdade e autonomia da vontade no enfermo
Foca a relação médico paciente, discorrendo sobre biodireito e bioética no âmbito da medicina. Expõe considerações acerca do direito que o paciente possui de saber a verdade sobre sua situação médica, tratando da situação de conflito entre o princípio da dignidade da pessoa humana e o princípio da inviolabilidade da vida, e sobre a autonomia da vontade do paciente
Mandato parlamentar: a prevalência da vontade partidária ante a do parlamentar
TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Jurídicas. Direito.A presente monografia confronta qual a vontade prevalecente em um possível conflito entre a parlamentar e a partidária. O objetivo principal é, com base em pesquisas, buscar subsídios para compreender o Estado democrático de Direito em que estamos inseridos e analisar se o instituto da representação é essencial para a sociedade hodierna, já que os cidadãos se encontram cada vez mais inseridos no contexto político da nação, o que pode consolidar as bases democráticas e fornecer soluções para as necessidades dos cidadãos. Ato contínuo, a premissa fundante desta monografia é a relação de confiança entre constituintes e constituídos, base para a concessão de um mandato. Assim, os representantes devem sempre agir de acordo com as ideologias do partido a que se encontrem filiados. O desrespeito ao partido configura lesão a este e à sociedade; o parlamentar não pode agir como se o mandato pertencesse a ele, deve atuar como correspondente do partido político: o detentor dos anseios de parte da sociedade. O judiciário tem tomado decisões no sentido de que o mandato não pertence ao parlamentar, mas ao partido ao qual se encontre filiado. Indubitavelmente quem exerce o mandato é o parlamentar, mas este deve seguir as concepções ideológicas do partido ao qual se encontrava filiado quando de sua escolha pela sociedade.This monograph confronts which is the prevailing desire in a possible conflict between the parliamentary desire and the a political party desire. Based on research, the main objective is to understand the democratic State of Law that we are inserted in and analyze whether the institution of representation is essential to modern society, as citizens are increasingly embedded into the political context of the nation, what might consolidate the democratic foundations and provide solutions to the needs of the people. The premise that founds this monograph is that the trust relationship between representatives and constituents presents itself as the basis that grants the parliamentary mandate and because of that the constituted must always act in line to the ideologies of the party which they are affiliated to. The disobedience to the political party set injury to the party itself and also to society; parliamentarians cannot act as if the mandate belonged to themselves but should act as a correspondent of the political party: they are the individuals that hold the desire of part of the society. The judiciary has made decisions pointing that the mandate does not belong to parliamentarians, but the party that they is affiliated to. Undoubtedly whoever has the mandate is the parliamentary but in order to exert it correctly the representative should follow the ideological conceptions of the party that he is affiliated to
- …
