313,870 research outputs found

    Zika - Sintomas

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    Infográfico mostrando os principais sintomas na infecção pelo Zika Vírus

    Doenças de plantas cultivadas no Amapá.

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    Doenças na bananeira; Sigatoka negra; A doença; Agente causal; Disseminação; Sintomatologia; Controle; Controle genético; Controle químico; Controle cultural; Sigatoka amarela; A doença; Agente causal; Sintomas; Disseminação; Controle; Controle químico; Controle genético; Controle cultural; Mal-do-panamá; A doença; Agente causal; Disseminação; Sintomas; Sintomas externos; Sintomas internos; Controle genético; Controle cultural; O moko da bananeira; A doença; Agente causal; Sintomas; Teste do copo; Disseminação; Mudas infectadas; Disseminação; O uso de mudas sadias; Doenças do coqueiro; Lixa pequena; A doença; Agente causal; Disseminação; Controle; Doenças da pimenta salada ou pimenta doce; Murcha de Sclerotium; A doença; Agente causal; Sintomas; Disseminação; Controle; Doenças do mamoeiro; Pinta preta ou varíola; A doença; Agente causal; Sintomas; Disseminação; Controle; Doenças do cupuaçuzeiro; Antracnose; A doença; Agente causal; Sintomas; Controle.bitstream/item/84387/1/AP-2001-doencas-plantas-cultivadas-amapa.pd

    O impacto dos sintomas depressivos no défice cognitivo em idosos institucionalizados

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    Os sintomas depressivos relacionam-se com o défice cognitivo em idosos, mostrando várias investigações que os doentes com sintomas depressivos perdem algumas competências cognitivas, como a sua concentração, atenção, dificuldades de memória, aprendizagem, fluência verbal e funções executivas (Ávila e Bottino, 2006; Chodosh, Reuben, Albert e Karlamangla, 2007; Crocco e Loewenstein, 2010; Gotlib e Joormann, 2010). Os sintomas depressivos e o défice cognitivo constituem risco para a demência (Mariani, Monastero e Mecocci, 2007), mas, pela análise da literatura não fica claro se os sintomas depressivos aumentam o risco para o défice cognitivo (Ganguli, Du, Dodge, Ratcliff e Chang, 2006; Gotlib e Joormann, 2010). Os objetivos do estudo são, assim, avaliar a prevalência dos sintomas depressivos em idosos institucionalizados com e sem défice cognitivo, verificar a relação entre sintomas depressivos e défice cognitivo e o impacto dos sintomas depressivos no défice cognitivo, controlando o potencial papel das variáveis sociodemográficas na análise preditiva

    O impacto dos sintomas depressivos no défice cognitivo em idosos institucionalizados

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    Os sintomas depressivos relacionam-se com o défice cognitivo em idosos, mostrando várias investigações que os doentes com sintomas depressivos perdem algumas competências cognitivas, como a sua concentração, atenção, dificuldades de memória, aprendizagem, fluência verbal e funções executivas (Ávila e Bottino, 2006; Chodosh, Reuben, Albert e Karlamangla, 2007; Crocco e Loewenstein, 2010; Gotlib e Joormann, 2010). Os sintomas depressivos e o défice cognitivo constituem risco para a demência (Mariani, Monastero e Mecocci, 2007), mas, pela análise da literatura não fica claro se os sintomas depressivos aumentam o risco para o défice cognitivo (Ganguli, Du, Dodge, Ratcliff e Chang, 2006; Gotlib e Joormann, 2010). Os objetivos do estudo são, assim, avaliar a prevalência dos sintomas depressivos em idosos institucionalizados com e sem défice cognitivo, verificar a relação entre sintomas depressivos e défice cognitivo e o impacto dos sintomas depressivos no défice cognitivo, controlando o potencial papel das variáveis sociodemográficas na análise preditiva

    CAPACITAR O DOENTE PARA A GESTÃO DA DOR

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    “CAPACITAR O DOENTE PARA A GESTÃO DA DOR” INTRODUÇÃO: Este Programa surge no âmbito do projeto de doutoramento em Enfermagem em que se pretende estudar o efeito de um Programa de Intervenção de Enfermagem na capacidade de gestão da dor por parte do doente oncológico com doença avançada e/ou do cuidador informal em domicilio. JUSTIFICAÇÃO: Um dos sintomas mais frequentes no doente oncológico com doença avançada é a dor. Segundo Palliative Care in European, a dor oncológica, tem uma importância especial porque o cancro é a segunda causa de morte em Portugal e por existir dor moderada a intensa em mais de 90% dos doentes em situação oncológica terminal. O desenvolvimento de um programa estruturado de intervenção de enfermagem que vá de encontro às necessidades do doente oncológico com doença avançada e/ou cuidador, relativamente à gestão da dor, poderá ter um impacto muito significativo no controlo da dor e de outros sintomas. Foi realizada pesquisa relativamente às duas teorias que suportam o estudo, a Teoria de Gestão de Sintomas e a Teoria dos Sintomas Desagradáveis. O Modelo de Gestão de sintomas, foi introduzido em 1994 na Escola de Enfermagem da Universidade de São Francisco na Califórnia, tendo sido revisto em 2001 por (Dodd; JANSON et al.). Foram então, desenvolvidos estudos científicos para a construção de um modelo baseado na evidência científica e também para comparar e contrastar os conceitos dos sintomas, com essa revisão, surge então a Teoria de Gestão de Sintomas. A Teoria de Gestão de Sintomas tem três conceitos essenciais: a experiência de sintomas, as estratégias de gestão de sintomas, e os resultados dos estados dos sintomas. A experiência de sintomas é conceptualizada enquanto algo que influencia e é influenciado tanto pelas estratégias de gestão de sintomas, como pelos resultados dos estados dos sintomas. A Teoria Dos Sintomas Desagradáveis, apresenta três conceitos principais: o (s) sintoma (s), fatores que influenciam e resultados de desempenho. Os sintomas podem ocorrer quer isoladamente, ou em combinação com outros sintomas. Em algumas situações, um sintoma pode preceder ou possivelmente dar origem a outro. Na Teoria Dos Sintomas Desagradáveis, os sintomas são conceptualizados como manifestando múltiplas dimensões e variáveis mensuráveis. Todos os sintomas variam em intensidade ou gravidade, grau de sofrimento associado, duração, e qualidade (Liehr & Smith, 2008). OBJETIVO Implementar um programa de Intervenção de Enfermagem para capacitar o doente na gestão da dor PALAVRAS CHAVES: Programa Educativo; Doente oncológico; dor oncológica MATERIAL A implementação do programa tem a duração prevista para 6 semanas. Compreende duas sessões educativas, três telefonemas e uma sessão de avaliação final. MÉTODOS 1.3 Trabalho de campo/empírico desenvolvido ao longo do semestre Durante dois meses, foi desenvolvido trabalho de campo no Hospital de dia, serviço de Oncologia, onde foi iniciada a investigação, relativamente à identificação de doentes oncológicos em situação de doença avançada. Para a identificação destes doentes assistiu a consultas de oncologia, com diferentes médicos, surgindo uma amostra intencional. O objetivo deste trabalho, foi certificar a existência de doentes oncológicos com doença avançada, prevendo uma média de doentes que se encontram a ser acompanhados naquele serviço. Como resultados e não esgotando a população, foram identificados cinquenta e nove doentes, a maioria do sexo feminino, com uma média de idade nos 65 anos, as neoplasias mais frequentes são a neoplasia do intestino e da mama. Todos os doentes apresentam metastização, sendo a localização mais frequente, o fígado, pulmão e osso. A maioria dos doentes apresenta capacidade de auto - cuidado e disponibilidade para a informação e ensino. A dor física não é referida como sintoma principal, mas como um mal-estar generalizado. O programa foi elaborado, após uma Revisão sistemática de Literatura, com base no programa “ THE PRO-SELF”, nas Orientações Genéricas preconizadas pelo Plano Nacional de Luta Contra a dor e na Intervenção de enfermagem “Controle da Dor” da Nursing Intervention Classification (NIC). RESULTADOS Foi feita uma aplicação em pré-teste do programa num serviço de oncologia, a três doentes oncológicos com doença avançada em domicílio. No início os doentes não apresentavam informação relativamente à gestão da dor, no final demonstraram capacidade para a monitorização da dor e de outros sintomas e para a gestão da terapêutica, realizando os registos num diário de bordo. A proximidade da morte e a alteração do estado de consciência interferem na autonomia e na tomada de decisão. CONCLUSÕES A aplicação deste programa deverá ter início numa fase mais precoce e não só na fase final de doença

    Sintomas depressivos e defeito cognitivo em idosos sob resposta social do concelho de Coimbra

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    Contexto: O defeito cognitivo e os sintomas depressivos são duas das condições mais prevalentes entre a terceira idade, como tal merecem especial atenção. A associação entre defeito cognitivo e sintomas depressivos não está totalmente compreendida. Objectivos: O presente estudo teve como objectivo principal estudar a relação entre os sintomas depressivos e o defeito cognitivo em idosos. Metodologia: Este estudo insere-se num projecto de investigação de caracterização clínica e cognitiva de idosos sob resposta social que se encontra a decorrer em todo concelho de Coimbra. A nossa amostra contém 383 idosos, estes foram divididos em duas subamostras: idosos com defeito cognitivo (n =133 ) e sem defeito cognitivo (n = 250). Na recolha dos dados utilizámos a Geriatric Depression Scale (GDS) para avaliar os sintomas depressivos, o Mini Mental State Examination (MMSE) para determinar a presença de defeito cognitivo, e, para verificar se os idosos simulavam as suas respostas, utilizou-se o Rey-15 Item Test. Resultados: A maioria dos idosos na nossa investigação é analfabeta ou tem o ensino básico primário (86,1%) e tem uma idade média de 80,11 (DP = 6,73). Verificou-se uma elevada prevalência de sintomas depressivos, quer entre idosos com defeito cognitivo, quer em idosos sem defeito cognitivo (70,2%). A prevalência dos idosos com defeito cognitivo, tal como foi determinado pelo MMSE, foi de 34,7%. Em contraste, a média do defeito cognitivo entre os idosos da nossa amostra foi 20,87 (DP = 6,14), sendo elevada em comparação com outros estudos anteriores. Os nossos idosos com defeito cognitivo têm, em média, mais sintomas depressivos do que os idosos sem defeito cognitivo, no entanto essa diferença não é significativa. Finalmente, encontrou-se uma correlação significativa ainda que muito baixa, entre os sintomas depressivos e o defeito cognitivo; no entanto, os sintomas depressivos não predizem o defeito cognitivo. Conclusões: As características da nossa amostra (idosos sob resposta social) devem ter contribuído para estes resultados, de onde se retira, como resultado mais importante, a grande prevalência de sintomas depressivos. Quanto ao uso do MMSE para determinar a presença de defeito cognitivo, ele não parece ser o instrumento mais indicado, especialmente entre idosos com as características dos do nosso estudo

    Sintomas neuropsiquiátricos e declínio cognitivo

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    Introdução: Os sintomas Neuropsiquiátricos (SNP) são manifestações comuns que afectam quase todas as pessoas que sofrem da doença de Alzheimer. O objectivo principal deste trabalho passa por relatar a prevalência dos diferentes SNP, utilizando uma prova especifica para esse efeito, o Neuropsychiatric Inventory – Questionnaire (NPI-Q), numa amostra de idosos recolhida junto da população geral, em instituições que recebem idosos (em diferentes valências) do Concelho de Coimbra. É igualmente nosso objectivo verificar se existe uma associação significativa entre o declínio cognitivo, avaliado através de uma prova de rastreio cognitivo, o Mini Mental State Examination (MMSE) junto do idoso e a gravidade (atribuída) dos SNP e o grau de perturbação causado pelos mesmos aos cuidadores informais dos idosos. Ao explorar esta associação e eventual papel preditivo da gravidade e grau de perturbação dos SNP para o declínio cognitivo, consideramos potenciais associações entre os SNP e o declínio e diferentes variáveis sociodemográficas, a sintomatologia depressiva e ansiosa. Importará controlar estas variáveis nas análises preditivas, no caso de encontrarmos associações estatisticamente significativas. Pretendemos, igualmente, controlar o eventual papel da simulação (teste Rey-15 Item Test/Rey 15), caso se encontre presente neste estudo. Metodologia: A amostra incluiu 52 idosos (média de idades, M = 80,1; Desvio-padrão, DP = 6,89; variação = 66 - 93) sob resposta social em diferentes instituições do Concelho de Coimbra que aceitaram responder voluntariamente (ou cujos familiares/cuidadores concederam o respectivo consentimento) a uma bateria de testes (incluindo algumas questões sociodemográficas, o MMSE, o Geriatric Anxiety Inventory/GAI a Geriatric Depression Scale/GDS, o Rey-15 e o NPI-Q. Resultados: A maioria dos sujeitos não sofria de declínio cognitivo (65%; n = 34), verificando-se, em oposição a outros estudos, que as percentagens de sujeitos com SNP eram inferiores. Os SNP mais prevalentes foram a Ansiedade (34,6%; n = 18) e a Irritabilidade (34,6%; n = 18). Verificou-se não existirem associações estatisticamente significativas entre a gravidade dos sintomas (NPI-Q) e grau de perturbação dos mesmos (NPI-Q), de acordo com os cuidadores informais, e a presença de declínio cognitivo nos idosos (MMSE). Também não se verificaram associações estatisticamente significativas entre a gravidade dos sintomas (NPI-Q) e grau de perturbação dos mesmos (NPI-Q), de acordo com os cuidadores informais e as variáveis sociodemográficas. Não foram encontradas associações entre a sintomatologia depressiva e ansiosa avaliada junto dos idosos e a gravidade dos SNP e grau de perturbação associado de acordo com os seus cuidadores informais. Conclusão/Discussão: Ao contrário do que poderia ser esperado, não se encontrou uma associação entre o declínio cognitivo, avaliado junto dos idosos, e a presença de SNP de acordo com os cuidadores informais. Vários motivos se podem associar a este resultado não significativo, como o facto da nossa amostra apresentar uma percentagem reduzida de idosos com declínio cognitivo, o tamanho reduzido da nossa amostra ou até mesmo o facto dos SNP terem sido avaliados por auxiliares da instituição que podem não possuir a formação necessária para os avaliar. Um dado igualmente relevante foi a ausência de associações significativas entre as medidas dos SNP e a sintomatologia depressiva/ansiosa e algumas variáveis sociodemográficas. Importa, em estudos futuros, com uma amostra maior, verificar se este padrão de resultados se mantém e, eventualmente, comparar os resultados obtidos depois do NPI-Q ser respondido por clínicos, familiares e auxiliares dos idosos. / Introduction: Neuropsychiatric symptoms (NPS) are common manifestations that afflict almost all Alzheimer’s disease patients. The main goal of this work was to present the prevalence of different NPS, using a specific test, the Neuropsychiatric Inventory – Questionnaire (NPI-Q), in a sample of elderly from the general population, under social answer in different institutions from Coimbra Council. Moreover, we want to verify if there is a significant association between the cognitive decline, assessed with a cognitive screening test, the Mini Mental State Examination (MMSE) administered to the elderly and the (attributed) severity of the NPS and distress caused by the symptoms, assessed by the informal caregiver of the elderly. While exploring this association and the potential predictive role of the severity and distress caused by the NPS to the cognitive decline, we also considered the potential associations between the NPS and the decline, different sociodemographic variables and depressive/anxious symptoms. It will be important to control these variables, if significant associations are found. We also wish to control the potential role of simulation (assessed by the Rey-15 Item Test/Rey 15), if we found that it is present in our sample. Methodology: Our sample comprises 52 elderly (mean age, M = 80,1; Standard deviation, SD = 6,89; range = 66 - 93) under social answer in different institutions from Coimbra Council who accepted to fill in voluntarily a test battery or whose relatives/caregivers gave consent, including some sociodemographic questions, the MMSE, the Geriatric Anxiety Inventory/GAI, the Geriatric Depression Scale/GDS, the Rey-15 and NPI-Q. Results: It was possible to verify that most of the subjects did not suffer from cognitive decline (65%; n = 34). We also verified, in opposition to other studies, that the percentage of elderly with NPS was lower, with the most prevalent being anxiety (34,6%; n = 18) and irritability (34,6%; n = 18). There were no statistically significant associations between symptoms severity (NPI-Q) and distress caused by them (NPI-Q), according to the informal caregivers and the presence of cognitive decline in the elderly (MMSE). Moreover, there were no significant associations between symptoms severity and associated distress (NPI-Q) and the sociodemographic variables of the study. There were no associations between depressive and anxious symptoms in the elderly and the symptoms severity and associated distress (NPI-Q) assessed by the informal caregivers. Conclusion/Discussion: Contrary to what would be expected, we did not find an association between cognitive decline in the elderly and the presence of NPS according to the informal caregivers. Several reasons can explain this non significant result, like the fact that our sample presents a low percentage of elderly with cognitive decline, the reduced sample size our even the fact that NPS were assessed by the assistant workers of the institutions that might no possess the necessary knowledge to assess them. Other relevant result was the absence of significant associations between the NPS measures and depressive/anxious symptoms and some demographic variables. In future studies, with a larger sample it will be important to verify if these patterns of results are maintained and, eventually, it would be interesting to compare the results found after the NPI-Q has been answered by clinicians, family members and institution’s assistants

    Sintomas Neuropsiquiátricos e Declínio Cognitivo

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    Introdução: Os sintomas neuropsiquiátricos (SNP) afetam a maioria das pessoas que sofrem de Declínio Cognitivo e da doença de Alzheimer (DA). O nosso principal objetivo passa por relatar a prevalência dos SNP avaliados através do Neuropsychiatric Inventory Questionnaire (NPI-Q) numa amostra de idosos recolhida em instituições do Concelho de Coimbra. o nosso principal objetivo passa por relatar a prevalência e gravidade dos sintomas neuropsiquiátricos avaliados através do NPI-Q, numa amostra de idosos recolhida em instituições do Concelho de Coimbra. Estudaremos também a título exploratório a prevalência e gravidade do declínio cognitivo, bem como a gravidade dos sintomas depressivos e dos sintomas ansiosos. Pretendemos, ainda, verificar se existem associações estatisticamente significativas entre a gravidade e grau de perturbação associado aos SNP (tal como avaliados pelos cuidadores formais) (NPI-Q)e o declínio cognitivo (avaliado com o MoCA, administrado junto dos idosos). É igualmente nosso objectivo averiguar se existem correlações estatisticamente significativas entre a sintomatologia depressiva (GDS) / a ansiosa (GAI) avaliado junto dos idosos e as variáveis avaliadas junto dos cuidadores formais . — . a gravidade e o grau de perturbação associados aos SPN . — ., assim como verificar se existem correlações estatisticamente significativas entre o declínio cognitivo (MoCA) e as sintomatologias depressiva e ansiosa. Queremos igualmente observar se existem eventuais associações entre as variáveis gravidade e grau de perturbação (NPI-Q) e as variáveis sociodemográficas em estudo. Na medida em que a literatura refere associações significativas entre o declínio cognitivo, a sintomatologia depressiva e ansiosa e as diferentes variáveis sociodemográficas, pretendemos explorar se estas associações estão presentes na nossa amostra. Não deixaremos de explorar também eventuais associações entre as variáveis sociodemográficas e os diferentes SNP(item por item) e por fim pretendemos constatar se na nossa amostra temos associações estatisticamente significativas entre cada item do NPI-Q e as pontuações do MoCA, GDS e GAI. Metodologia: A amostra incluiu 40 idosos(média de idades, M = 79,80; Desvio-padrão, DP = 6,42; variação = 67-90) sob resposta social em instituições do Concelho de Coimbra que aceitaram responder voluntariamente ou cujos cuidadores concederam o consentimento a uma bateria de teste(incluindo questões sociodemográficas, o MoCA, o Geriatric Anxiety Inventory/GAI, a Geriatric Depression Scale/GDS e o NPI-Q. Resultados: Os SNP mais prevalentes foram a Ansiedade (30%) e a Irritabilidade/Labilidade (27,5%). Não se verificaram associações estatisticamente significativas entre a gravidade dos SNP e grau de perturbação associado (NPI-Q) e o declínio cognitivo nos idosos (MoCA). Não se encontraram associações estatisticamente significativas entre a gravidade dos sintomas o grau de perturbação dos mesmos (NPI-Q) e as variáveis sociodemográficas, nem entre a sintomatologia depressiva e ansiosa e a gravidade e grau de perturbação associado aos SNP. As mulheres idosas manifestavam maior sintomatologia ansiosa face aos homens; bem como os idosos que se encontram na valência de Centro de dia manifestavam maior sintomatologia ansiosa do que os idosos residindo em Centro de noite/Lar de idosos. Os idosos que não frequentaram a escola apresentavam um valor inferior no MoCA por comparação com os que frequentaram a escola.Discussão/Conclusão: Ao contrário do esperado, não se observou uma associação entre a gravidade e grau de perturbação associados aos SNP avaliados junto dos cuidadores formais e o declínio cognitivo, avaliado junto dos idosos. Entre os motivos possíveis para este facto salientamos o tamanho reduzido da amostra e o facto dos SNP terem sido avaliados por funcionários da instituição que podiam ou não possuir a formação necessária para os avaliar, ou não os conhecer há tempo suficiente, ou ainda não estar em contacto directo com os idosos. Outro dado relevante foi a ausência de associações significativas entre a gravidade/grau de perturbação associado aos SNP, a sintomatologia depressiva/ansiosa e as variáveis sociodemográficas. Importa, em estudos futuros, com uma amostra maior, verificar se os resultados se mantêm e comparar os obtidos quando o NPI-Q é respondido por clínicos, familiares e auxiliares dos idosos

    Reacção ao Glutamato Monossódico – Avaliação por Prova de Provocação em Ocultação Simples

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    Em 1968 foram descritos sintomas autolimitados que surgiam até 30 minutos após refeição em restaurante chinês. Esta síndrome tem sido atribuída ao consumo de glutamato monossódico (GMS), sendo designada por “complexo de sintomas associado ao GMS”. Foi objectivo deste estudo avaliar a resposta ao GMS em dois adultos com história sugestiva de reacção adversa a este aditivo alimentar. Em ocultação simples, foram administrados oralmente, em jejum e em dias diferentes, placebo ou doses crescentes de GMS, até à dose cumulativa de 5 gramas, sendo a prova considerada positiva caso surgissem pelo menos dois sintomas de vinte descritos na literatura. Apenas a prova com GMS foi positiva num doente, que referiu mal-estar geral, astenia e hipersudorese, na dose máxima. À semelhança de outros estudos, os resultados sugerem que doses elevadas de GMS, administradas sem alimentos, podem provocar sintomas em indivíduos com história suspeita de “complexo de sintomas associado a GMS”

    Experiências adversas e funcionamento actual: um estudo com jovens portugueses

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    A adversidade vivida na infância tem provado ser um dos factores de risco importantes para o desenvolvimento de psicopatologia na idade adulta. Do mesmo modo, a investigação tem mostrado a relação entre as adversidades vividas na idade adulta e os sintomas e problemas actuais. A literatura sugere igualmente que a adaptação e sucesso escolar podem ser afectados pelas experiências adversas. Neste trabalho apresentamos os resultados de um estudo sobre o impacto de experiências de vida potencialmente traumáticas (vividas quer na infância, quer na idade adulta) no funcionamento de jovens portugueses, avaliando a sua satisfação com a vida, os sintomas de dissociação e os sintomas de perturbação de stress pós-traumático. Foram avaliados 98 estudantes universitários e 102 jovens não universitários, relativamente a práticas e comportamentos de saúde, exposição a situações potencialmente traumáticas (LAV e ETQ), sintomas de dissociação peri-traumática (QDP) e sintomas de perturbação de stress pós-traumático (EARAT). Foi ainda utilizado um item para avaliação de satisfação com a vida. Os resultados descrevem a prevalência da exposição adversa e de sintomas de psicopatologia comparando os grupos de sujeitos em função da sua escolaridade, bem como as relações existentes entre experiências de vida e as variáveis consideradas. Os dados indicam que existe uma relação entre adversidade vivida e problemas actuais. Estes resultados são discutidos à luz dos modelos teóricos que explicam a forma como as experiências adversas podem influenciar a saúde física e psicológica actual
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