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Desempenho fisiológico de semente de soja em função do volume de calda no seu tratamento.
O objetivo deste trabalho foi avaliar os possíveis efeitos do tratamento de semente de soja com vários produtos e volumes de calda acima do indicado sobre sua qualidade fisiológica. Sementes de soja da cultivar BRS 282, oriundas de dois lotes de sementes comerciais com qualidade fisiológica (germinação 96% e vigor 90%), e (germinação 71% e vigor 61%), foram avaliadas quanto aos tratamentos: 1) testemunha; 2) fungicida (carbendazin + thiram na dose de 200 mL do produto comercial (p.c.) / 100 kg) + micronutrientes (CoMo na dose de 240 mL p.c. / 100 kg ) + inseticida 1(imidacloprido + tiodicarbe na dose de 300 mL / 100 kg ) + inoculante (via líquida na dose de 300 mL p.c./ 100 kg), volume de calda de 1.130 mL / 100 kg. de semente, 3) fungicida + micronutrientes + inseticida 2 (fipronil na dose de 200 mL p.c. / 100 kg ) + inoculante, volume de calda de 1.030 mL / 100 kg. de semente e 4) fungicida + inoculante, volume de calda de 500 mL / 100 kg. de semente. A avaliação das qualidades física e fisiológica da semente foi efetuada pelos testes de tetrazólio, para a seleção dos lotes de semente dos dois níveis de qualidade, de determinação do grau de umidade da semente, de germinação, de emergência em areia e emergência de campo. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso em esquema fatorial com quatro repetições. A análise da variância foi efetuada pelo programa SASM. No nível de vigor médio houve efeito do volume de calda com relação aos três parâmetros avaliados. Conclui-se que para lotes de sementes de vigor médio existe efeito negativo do volume alto de calda sobre o desempenho fisiológico da semente de soja
Taxa de deterioração da semente: novo método para predizer a longevidade da semente.
A qualidade final do produto semente é a emergência em campo e o estabelecimento do estande, que é o resultado do somatório dos atributos fisiológicos e patológicos e suas interações, que atuam na semente da maturidade a semeadura. Por isso, o teste de vigor tem se tornado um componente crítico no programa de gestão das empresas. Os testes de vigor atuais, TZ e envelhecimento precoce, são pontuais e não predizem com acurácia a perda de viabilidade no armazém. O objetivo desse trabalho foi desenvolver um novo teste de vigor na tese de que a taxa de deterioração cronológica da semente no armazém equivale à taxa controlada dos lotes, definida pela equações de viabilidade para cada espécie. Como a queda de viabilidade no laboratório (v- Ki) e no armazém (Vt - Vi) são correspondentes, isso demonstra que existe uma relação entre a taxa de deterioração e o período de armazenamento [1/cr.pc == tgp.pa), em que 1/cr e tgp são as taxas de deterioração controlada e cronológica, respectivamente, e pc e pa são os periodos. Com as equações de viabilidade, a temperatura (0C) e a umidade da semente (%) podem ser definidas para cada espécie. Para semente de soja, com a equação de viabilidade log11 ,970 = 7,292 - 3,99610g15 - 0,0295t -0,00049H2, a temperatura será de 35°C e o teor de umidade da semente de 15%. Por exemplo: lotes de semente com germinação inicial de 94, 90, 86 e 82% e emergência em campo desejada de 90, 86, 82 e 78%, respectivamente, o teste de vigor deve apresentar taxa acima de 0,0358, ou seja, lotes com valores acima de 0,0358 serão aceitos na recepção com maior confiabilidade. Portanto, o novo teste de vigor oferece uma nova alternativa para as empresas produtoras de semente inferir na gestão de qualidade e melhorar a seleção de lotes antes do armazenamento, diminuindo o retrabalho e os custos.bitstream/item/53501/1/Boletim-de-pesquisa-e-desenvolvimento-2.pd
Densidade de semeadura de trigo - uma questão de economia.
Para uma efetiva recomendação da quantidade econômica de semente, necessária para a obtenção da máxima produção de trigo, em termos deste insumo, é muito importante que no cálculo da quantidade de semente sejam considerados os parâmetros: massa de 1.000 sementes, vigor e/ou poder germinativo da semente, densidade de sementes or metro quadrado (estande de plantas/m2) a ser atingido e o espaçamento entre linhas.bitstream/CNPAF/20698/1/comt_54.pd
Caracterização do perfil transcricional de genes associados à estenoespermocarpia em videira (Vitis vinifera L.).
O objetivo deste trabalho foi caracterizar o perfil transcricional de dois genes candidatos associados à estenoespermocarpia em cultivares com semente (Chardonnay) e com traços de semente (Sultanina) em diferentes estádios de desenvolvimento do fruto.Resumo
Variabilidade para caracteres do fruto do cupuaçuzeiro (Theobroma grandiflorum (Will ex. Sprengel) Schum).
O trabalho teve como objetivo estimar a variabilidade dos caracteres do fruto do cupuaçuzeiro em frutos coletados de 16 matrizes e as correlações ente os seguintes caracteres: Peso do fruto (PF), casca (PC), polpa (PP), semente (PS), número de sementes (NS), percentagens de casca (%C), semente (%S) e polpa (%P)
Procedimentos para a produção de sementes fiscalizadas de feijão caupi (Vigna unguiculata (L.) Watt).
Introdução; Tipos de sementes; Registro de produtores; Exigências; Produção de sementes; Inspeções; Responsabilidade tecnica; Colheita; Processamento da semente; Armazenamento; Embalagem; Amostragem e analise; Padrão de campo e da semente de feijão caupi.bitstream/item/96202/1/CPAF-AP-1999-Sementes-Feijao-Caupi.pd
Conservação a longo prazo do Banco de Germoplasma-Semente.
Recursos genéticos vegetais; Conservação de germoplasma semente a longo prazo; Procedência do germoplasma semente; Limpeza e amostragem; Secagem; Tamanho do acesso; Avaliação da viabilidade inicial das sementes; Embalagem e armazenamento; Monitoração da viabilidade das sementes; Documentação; Resultados.bitstream/item/109239/1/fold07-18-conservacaoBancoGemoplasma.pd
Semente de soja: cuidados na aquisição e na utilização.
Aquisicao da semente; Cuidados com o armazenamento da semente; Preparo da semente; Instalacao da lavoura.bitstream/item/53951/1/52.pd
Qualidade da semente e densidade de semeadura no estabelecimento e na produtividade do milho.
Uma das principais causas da baixa produtividade de milho é a qualidade da semente, que afeta o estande inicial, o vigor das plantas, e conseqüentemente, a produtividade. O objetivo deste trabalho foi determinar o efeito da qualidade da semente e a densidade de semeadura no estabelecimento e na produtividade de milho. Quatro lotes de sementes de milho BRS 201, com germinação de 95%, 90%, 85% e 75%, foram semeados em três densidades de semeadura: 50, 60 e 70 mil sementes/ha, nos anos de 1996/97 e 1997/98. A baixa qualidade da semente provocou reduções acentuadas na emergência de campo, no número de plantas e, conseqüentemente, na produtividade do milho BRS 201.O aumento da densidade de 50 para 70 mil sementes/ha, na semeadura, não compensou a redução da qualidade da semente. Para o acréscimo de 15% na germinação, foi observado, em média, um ganho de produtividade de 30%. Com base nos resultados destes trabalho, recomenda-se aos produtores de milho a utilização de lotes de sementes com germinação superior a 90% e densidade de semeadura entre 50 e 60 mil sementes/ha.bitstream/CNPMS/15812/1/Bol_01.pd
Eficiência de bio e imunoensaio para detecção de semente de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em lotes de sementes de soja não transgênica.
A produção de semente de soja livre de sementes de outras cultivares ou outras sementes, dentro dos limites estabelecidos pela legislação, é facilitada pelo fato da soja ser espécie autógama. No caso específico das cultivares geneticamente modificadas (GM), a baixa taxa de fecundação cruzada que ainda pode existir é um dos pontos críticos de contaminação genética dos campos de sementes convencionais por transgênicos. O objetivo deste trabalho foi verificar a eficiência de dois métodos de detecção de misturas de semente GM em amostras de soja convencional, para avaliar lotes de sementes quanto aos limites exigidos pela legislação. Foram utilizadas amostras de semente da cultivar BRSMG 810C (convencional) e da cultivar BRSMG 850GRR. Foram avaliados dois tamanhos de amostras (200 e 400 sementes), com quatro níveis de contaminação (semente GM adicionada às amostras convencionais, para se obter 0%, 0,5%, 1% e 1,5%), e dois métodos de detecção: imunoensaio de fluxo lateral e bioensaio (pré-embebição em solução de herbicida a 0,6% do equivalente ácido, na proporção de 2,5 vezes o peso do substrato, por 16 horas no escuro a 25oC). O método de bioensaio é eficiente na detecção da presença de GM em amostras de semente convencional de soja, desde que as mesmas apresentem alta qualidade fisiológica. Existe correlação significativa entre os valores obtidos pelo método de detecção por bioensaio e os níveis de contaminação estabelecidos (r= 0,82; p< ou = 0,0001). O tamanho da amostra não influenciou a eficiência dos dois métodos na detecção da presença de sementes adventícias (GM)
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