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Na dança das imbricações ou uma coreografia materialista: o discurso nas fronteiras
Em Na dança das imbricações ou uma coreografia materialista: o discurso nas fronteiras, presto minha homenagem à Suzy Lagazzi a partir de um gesto que me fez retornar a diferentes textos da homenageada. Nesse retorno, chamo atenção para o batimento entre o direito e a análise de diferentes materialidades significantes que permeia a obra de Lagazzi, e se detém no modo como o significante “imbricação” marca o percurso teórico analisado, de maneira especial no que concerne à “imbricação do político junto ao jurídico”. Duas perguntas sustentam o empreendimento neste texto: como o significante "imbricação" materializa relações entre dois momentos de uma teoria? Que relações parafrásticas são possíveis entre essas repetições?
Referências: Suzy Lagazzi; Louis Althusser; Michel Pêcheux, Eni Orlandi e Guilherme Adorn
O "Eu", a Autoria e os Vlogs: Formas Históricas do poder-dizer
Uma entrada produtiva para explorar o funcionamento discursivo das textualidades digitais é o modo como a autoria se relaciona com a inscrição político-ideológica do sujeito, historizando o discurso em suas diferentes materialidades significantes2. Para este trabalho, trago compreensões sobre os vlogs (videologs) que circulam e são produzidos para a plataforma YouTube. Nos vlogs, a tomada de posição de um “eu”, no efeito de falar diretamente para a câmera e assumindo o “falar sobre” (a vida pessoal, fatos cotidianos, comentários sobre acontecimentos midiáticos, ciência e política, e dicas de atividades específicas ligadas a jogos de videogames, beleza e gastronomia) se dá no encontro de uma formulação estruturada pela imbricação de diferentes materialidades significantes (a imagem, o corpo, a sonoridade, a língua) e os rituais de criação de um vlog regulamentados e determinados pelo e no YouTube
Notícias
Trazemos as principais notícias do período janeiro-junho de 2010 como forma de dar visibilidade a algumas das práticas acadêmico-científicas do Labeurb. As notícias completas podem ser encontradas na página do Labeurb emwww.labeurb.unicamp.br/noticias. Os eventos promovidos pelo Laboratório são filmados e disponibilizados também na página do Labeurb (www.labeurb.unicamp.br/videos). Os vídeos e artigos correlacionados aos eventos podem ser encontrados no Centro de Documentação Urbana do Labeurb, o CEDU (www.labeurb.unicamp.br/cedu)..
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Trazemos as principais notícias do período janeiro-junho de 2010 como forma de dar visibilidade a algumas das práticas acadêmico-científicas do Labeurb. As notícias completas podem ser encontradas na página do Labeurb emwww.labeurb.unicamp.br/noticias. Os eventos promovidos pelo Laboratório são filmados e disponibilizados também na página do Labeurb (www.labeurb.unicamp.br/videos). Os vídeos e artigos correlacionados aos eventos podem ser encontrados no Centro de Documentação Urbana do Labeurb, o CEDU (www.labeurb.unicamp.br/cedu)...161HTMLEspaços Urbano
L'ambiance est dans l'air : la dimension atmosphérique des ambiances architecturales et urbaines dans les approches environnementalistes
EQUIPEDirection scientifiqueNicolas Tixier, Laboratoire Cresson – UMR CNRS 1563 – ENSA de GrenoblePilotage des travaux de terrain et assistance à la coordination scientifiqueDamien Masson, Laboratoire Cresson – UMR CNRS n°1563 – ENSA de GrenobleResponsable séminaire São-PauloCintia Okamura (CETESB Agence de protection environnementale de São Paulo)Chercheurs impliqués et équipes partenairesPascal Amphoux, Laure Brayer, Sandra Fiori, Guillaume Meigneux, Steven Melemis (Laboratoire Cresson)Gilles Debizet, Jean-Michel Roux (UMR CNRS PACTE)Frédéric Pousin (UMR CNRS Géographie-cités)Carlos Celso do Amaral e Silva (Université de São Paulo)Patricia Mendes, Carolina Rodriguez (Univ. Campinas)Vincent Puig (IRI), Elena Cogato Lanza (EPFL)Partenaires mobilisésPatrice Coindet, Benoît Adeline, Max Montmayeur (Ville de Grenoble)Ana Claudia (CETESB Agence de protection environnementale de São Paulo)Murielle Pezet-Kuhn, Cédric Lomakine (AURG : Agence d’Urbanisme de l’Agglomération Grenobloise)Hélène Poimboeuf (La Métro : Communauté d’agglomération de Grenoble)Naïm Aït Sidhoum, Pierre Bouchon Cesaro, Thibaut Candela (Zoom Architecture)Can an urban cross-section be used to bring together global environmental issues and situated local ambiental ones that take account of the sensorial dimensions of space and city dwellers’ practices? Starting from this assumption of an urban cross-section as a basis for representing and expressing what are usually separate, i.e., built objects, the sensorial world and social practices, we have conducted exploratory research tailored to environmental concerns based on two themes for which we can readily mobilize both researchers and a decent body of research, namely urban heat (City of Grenoble) and solid waste (City of São Paulo).We have dealt with two categories of questions based on existing research and a series of experiments:• Those relating to the different registers of knowledge inherent in ambiance and the environment as understood by technicians, elected representatives, scientists and users. When and how are actors able to articulate (or more effectively articulate) their knowledge of territory, i.e., more implicit user knowledge or the more explicit-type knowledge of scientists?• Those relating to representation / communication / bargaining tools. How and with what representational basis is it possible to “cross-check data” and move from a phase of reflection to a project-based mindset? For both of these questions and realms, we need to ascertain the operational capability of an urban cross-section both for handing environmental issues in local development as well as for its ability to factor the narratives and practices of inhabitants into the whole urban project process. In light of this dual objective, these experiments propose expanding the standard applications of an urban cross-section to a tool that could be used as a practical field instrument, a representation technique, or possibly even as a project basis, namely an urban transect.The transect could then be a process somewhere between a “clinical” profile and a sensorial perspective, drawing upon both techniques in order to “hybridize” them; as a field-based technique, the transect would be produced from drawings, photos, text and video. By rehabilitating the atmospheric dimension in architectural and urban representations and facilitating the incorporation of narratives, the transect could be harnessed to explore and express sensorial space and practical experiences of the fit between analysis and design.The “long-table” analytic approach has been used to debate these issues and to depict and pool representations. It has proved very effective in generating speech, collating ratings and revealing actual experiences – three very useful properties for establishing a shared prospective diagnosis.La coupe urbaine peut-elle être un lieu de rencontre entre les enjeux environnementaux globaux et les enjeux locaux d'ambiances situées prenant en compte les dimensions sensibles de l'espace et les pratiques habitantes ? Sur cette hypothèse de départ de la coupe urbaine comme mode de représentation permettant d'articuler ce qui habituellement est séparé, à savoir les objets construits, le monde sensible et les pratiques sociales, nous avons mené un travail exploratoire appliqué aux préoccupations environnementales, ceci à travers deux thématiques pour lesquelles nous pouvions aisément mobiliser corpus et acteurs, celles des chaleurs urbaines (Ville de Grenoble) et celle des déchets solides (Ville de São Paulo). Deux catégories de questions sont traitées à partir de corpus existants et d'une série d'expérimentations que nous avons menées : * Celles qui concernent les différents registres de connaissance impliqués lorsqu'on parle d'ambiance et d'environnement, ceci entre techniciens, élus, scientifiques et usagers. Quand et comment les acteurs arrivent-ils (ou pourraient-ils mieux arriver) à articuler leurs connaissances du territoire, qu'elles soient principalement implicites (comme dans le cas des usagers) ou plutôt explicite (notamment chez les scientifiques) ? * Celles qui concernent les outils de représentation / communication / négociation. Comment, et grâce à quels moyens de représentation, arrive-t-on à " croiser des données " et à faire le passage du domaine de la réflexion à celui du projet ? Pour ces deux questions et pour ces deux terrains, il s'agissait donc d'éprouver l'opérationnalité de la coupe urbaine tant pour la gestion des enjeux environnementaux dans le développement local que pour sa capacité de prise en compte du récit et des pratiques habitantes dans le processus de projet urbain. A cette double fin, ces expérimentations proposent d'élargir les champs d'applications ordinaires de la coupe urbaine à un outil qui se veut à la fois pratique de terrain, technique de représentation et peut-être même posture de projet, à savoir le transect urbain. Le transect se présente alors comme un dispositif se situant entre la coupe " clinique " et le parcours sensible empruntant à ces deux techniques pour les hybrider ; le transect se construit par le dessin, la photo, le texte, la vidéo autant qu'il se pratique in situ. Réhabilitant de fait la dimension atmosphérique dans les représentations architecturales et urbaines, rendant possible l'inscription des récits, le transect peut devenir alors un mode d'interrogation et d'expression de l'espace sensible et des pratiques vécues à l'articulation entre analyse et conception. Un principe de " table longue " a été mis en place pour débattre de ces enjeux et permettre une mise en situation et un partage des représentations. Ce dispositif s'avère être générateur de paroles, collecteur de notations et révélateur de réalités vécues, trois propriétés utiles à l'établissement d'un diagnostique prospectif partagé
Notícias
Pelo segundo ano consecutivo, o Grupo e-Urbano, do Labeurb, coordenado pela pesquisadora Cristiane Dias, realizou, no dia 28 de junho, a Jornada e-Urbano. A Jornada reuniu pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação em torno da reflexão sobre o espaço digital. Este ano, o Labeurb lançou, através deste grupo de pesquisa, o seu primeiro Livro Digital: “Sentidos do espaço urbano/digital”, que reúne as pesquisas desenvolvidas pelos integrantes do grupo. Confira o livro em:http://www.labeurb.unicamp.br/livroEurbano/..
Os vlogs e a identificação paradoxal dos criadores do discurso
Resumo: Com o objetivo de compreender os processos de identificação do sujeito em alguns funcionamentos discursivos dos vlogs, no YouTube, este trabalho analisa o modo como o contraponto entre a eficácia imaginária e o jogo significante na história produz o reconhecimento de lugares e poderes do dizer no desconhecimento constitutivo de sua relação com o Interdiscurso, nas condições de produção específicas do digital. Os recortes delimitados são: as designações equívocas de vlogueiro, youtuber e criador; a produção da autoria na imbricação de diferentes materialidades, a composição autoral que lhe é própria; e a discursividade que sustenta os enunciados “Eu sou eu mesmo” e “Broadcast yourself”. A análise do material aponta para compreensões que dizem respeito da relação da forma-sujeito do Capital com a discursividade dos objetos paradoxais em sua formulação e circulação digital.
Abstract: Aiming to understand subject identification processes in some Youtube vlogs' discursive functioning, this work analyses how the counterpoint between the imaginary impact and the significant role in history produces the acknowledgement of places and powers of saying in the constitutive unawareness of its relation to the Interdiscourse, taking the particular production conditions of digitality. The cutout of this research is: the equivocal designations vlogueiro, youtuber and criador; the authorship production in the encounter of different materialities, the authorial composition which is proper to them; and the discursivity that supports the following utterances: "Eu sou eu mesmo" ["I am myself"] and "Broadcast yourself". The analysis indicates comprehensions that concern Capital subject-form's relation to the discursivity of paradoxical objects in digital formulation and circulation
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Pelo segundo ano consecutivo, o Grupo e-Urbano, do Labeurb, coordenado pela pesquisadora Cristiane Dias, realizou, no dia 28 de junho, a Jornada e-Urbano. A Jornada reuniu pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação em torno da reflexão sobre o espaço digital. Este ano, o Labeurb lançou, através deste grupo de pesquisa, o seu primeiro Livro Digital: “Sentidos do espaço urbano/digital”, que reúne as pesquisas desenvolvidas pelos integrantes do grupo. Confira o livro em:http://www.labeurb.unicamp.br/livroEurbano/...172HTM
Apresentação
Com satisfação ímpar, apresentamos o segundo volume do vigésimo oitavo número da revista RUA na celebração da efeméride dos 30 anos do Laboratório de Estudos Urbanos responsável por sua edição. Vida longa a esse espaço institucional! O Labeurb instala formas outras de refletir sobre o espaço urbano, dentre elas uma política editorial que inclui a publicação da revista RUA! Vida longa a essa revista que completa 28 anos de existência. Labeurb e RUA caminham lado a lado há muito tempo! Celebremos! Celebramos e agradecemos! A todos os autores, pareceristas e equipe técnica que mantêm a revista com sua pujança e atualidade. Muito obrigada!Com satisfação ímpar, apresentamos o segundo volume do vigésimo oitavo número da revista RUA na celebração da efeméride dos 30 anos do Laboratório de Estudos Urbanos responsável por sua edição. Vida longa a esse espaço institucional! O Labeurb instala formas outras de refletir sobre o espaço urbano, dentre elas uma política editorial que inclui a publicação da revista RUA! Vida longa a essa revista que completa 28 anos de existência. Labeurb e RUA caminham lado a lado há muito tempo! Celebremos! Celebramos e agradecemos! A todos os autores, pareceristas e equipe técnica que mantêm a revista com sua pujança e atualidade. Muito obrigada
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