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A relevância da metáfora visual para a memorização de um logótipo
ABSTRACT : We investigate visual metaphor (visual symbolism) in
logotypes, its perception and its effect on memory. Henceforth, a visual
standard experiment was developed for that effect. This model can be
adapted to other logotypes (fig.4 and fig.6). Our research aims to
evaluate the value of the perception of visual metaphor within a logo and
its mnemonic consequence on the observer.
In general metaphor, or symbolism, is an action, person, place, word or
object that represents another to give a different meaning. On our study
we evaluate visual metaphors, therefore metaphors that are perceived
through visual representation, such as is the case in logos, symbols, logo
marks, marks and all derivative paraphernalia of nomenclatures
associated to any kind of Visual Identity; be it Visual Corporate Identity or
Visual non-Corporate Identity such as services, products and persons.
Many designers incorporate universality to symbols in the conception of
“logos”. For example: Linden Leader (1994) for FedEx incorporates an
arrow, symbolizing to move switily and directly. It is the designer’s
exertion and experience that will complement symbolism into a new
graphic form, until then unknown. We evaluate the condition of adding a
universal graphic form to a graphic creation and its communicative
reach.A nossa investigação centra-se na metáfora visual que um
logótipo pode conter, e a consequência do encontro dessa metáfora visual
na memorização de um logótipo. Um teste modelo foi desenvolvido para
esse efeito. Este modelo pode ser adaptado a outros logótipos (fig.4 e
fig.6)
Em termos gerais uma metáfora, ou símbolo, é uma ação, pessoa, lugar,
palavra ou objeto que representa outro para lhe atribuir um significado
diferente. No nosso estudo, analisamos metáforas visuais, portanto
metáforas codificadas através da representação visual, nomeadamente
em logótipos, símbolos, logo-marcas, marcas e/ou toda a parafernália de
nomenclatura associada a qualquer tipo de identidade visual; seja
identidade visual corporativa ou identidade visual não corporativa, como
por exemplo em serviços, produtos e pessoas.
Muitos designers incorporam símbolos universais na concepção de
logótipos. Linden Leader em 1994 para o logótipo da FedEx incorporou
uma seta, que simboliza o movimento rápido e direto. É o esforço e a
experiência do designer que complementarão este simbolismo numa nova
marca gráfica, até então desconhecida. Avaliaremos a condição de
adicionar uma metáfora visual a um logótipo e o resultado do seu alcance
comunicativo na memorização do mesmo.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
Guia de identidade visual
Apresenta informações, diretrizes e recomendações de uso da logomarca da UNA-SUS
Da marca gráfica aos sistemas de identidade visual corporativa
Este artigo trata de fazer um pequeno percurso histórico sobre como a marca se converteu nos sistemas de identidade visual corporativa. Alguns dos principais projectos de identidade ajudam a entender quais as motivações que originaram a necessidade de organização dos sistemas de identidade.
Não se trata de uma história completa, mas antes de um contributo para eventuais estudos de maior dimensão sobre a origem dos sistemas de identidade visual corporativa
Identidade visual: o simbolismo na identidade organizacional
A identidade visual envolve os símbolos e elementos gráficos que expressam a identidade organizacional, expondo a sua essência. As organizações competem pela diferenciação, sendo os elementos simbólicos e emocionais nesse processo de expressar o que são e o que defendem, progressivamente mais importantes. A identidade visual promove, como nenhum outro elemento, o reconhecimento e a visibilidade organizacional suscitando simultaneamente ligações emocionai
Tipografia corporativa : codificação e descodificação gráfica
Trata-‐se
de
uma
investigação
que
visa
compreender
como
é
descodificada
a
Identidade
Visual
Corporativa,
com
o
intuito
de
aumentar
a
eficácia
comunicacional
do
trabalho
dos
designers
ao
nível
da
codificação,
considerando
o
objectivo
da
empresa
ou
marca.
Com
base
em
15
casos
de
estudo
e
através
de
quatro
questionários,
pretende-‐se
identificar
conotações
gráficas
de
logótipos
e
da
tipografia
corporativa,
atendendo
aos
interesses
estratégicos
da
empresa,
produto
ou
serviço
que
representam
e
ao
mercado
em
que
operam.
O
desígnio
dos
designers
ao
nível
da
Identidade
Visual
Corporativa
é
confrontado
com
a
percepção
pública,
de
modo
a
obter
dados
sobre
significados
conotativos
e
denotativos
veiculados
pela
tipografia
corporativa
e
o
modo
como
têm
influência
na
definição
da
Imagem
Corporativa.
É
objectivo
deste
estudo,
a
obtenção
de
dados
ou
método
de
suporte
e
avaliação
de
projectos
de
Identidade
Visual
Corporativa
A importância da identidade visual corporativa na divulgação de projetos de investigação : o caso de estudo do Projeto MAJISTER
A identidade visual corporativa assume uma importância primordial no momento em que é projetada determinada estratégia de comunicação, uma vez que será a sua narrativa gráfica o elemento unificador da imagem corporativa de entidades, serviços ou iniciativas. Partindo deste princípio e conscientes de que o conceito de marca já não se cinge apenas ao mercado de consumo, o projeto de investigação MAGISTER - Arquitetura tardo-gótica em Portugal: Protagonistas, modelos e intercâmbios artísticos (séc. XV-XVI) sentiu a necessidade de atribuir uma identidade ao referido projeto de investigação, criando assim uma estratégia de comunicação eficaz e consistente. É a partir deste momento que o designer gráfico intervém enquanto estratega visual, capaz de traduzir os valores corporativos para uma outra linguagem que vá além da verbal.O presente artigo procura tratar o processo construtivo da identidade corporativa do projeto de investigação MAGISTER, tal como aborda a problemática da narrativa visual, enquanto fio condutor da construção da identidade, o sentido lógico dos elementos gráficos aplicados e todo o simbolismo impregnado nos seus elementos
A modernização da identidade visual das Universidades. Os casos da Universidade da Extremadura (Espanha) e da Universidade do Minho (Portugal)
Os “activos intangíveis” – como a identidade, a imagem, a reputação ou a marca – têm uma importância crescente na gestão das Universidades. A emergência da chamada Sociedade do Conhecimento trouxe novos desafios à responsabilidade pública das instituições de ensino superior. E, em menos de uma geração, estas instituições entraram num contexto dito “de mercado”, onde a sustentabilidade exige a adopção de orientações de gestão mais empresariais. Neste contexto, os factores intangíveis surgem como elementos muito valiosos para as Universidades. Analisaremos, neste trabalho, o caso de duas instituições de ensino superior público – a Universidade da Extremadura em Espanha e a Universidade do Minho em Portugal. Constitui propósito deste trabalho reflectir sobre o papel da identidade na superação dos desafios que se colocam hoje às instituições de ensino superior (como a conquista de novos públicos ou a descoberta de novas formas de financiamento). Essa avaliação é feita a partir de um estudo dos programas de modernização da identidade visual das universidades citadas. Os resultados apontam para o entendimento da identidade visual como uma área catalisador do esperado desenvolvimento estratégico destas instituições.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
O design e a cultura visual urbana
O objetivo deste artigo é apresentar uma reflexão sobre a importância do design enquanto transmissor da identidade cultural na criação de uma identidade local. Discutir a importância da cultura material e imaterial como um fator diferencial na construção de uma identidade visual associada a um sítio, uma vez que a diversidade cultural assume muitas formas através do tempo e do espaço, A cultura enquanto transmissor de mensagens devem ser tomada e entendida como um elemento essencial na representação do sítio. Qualquer cidade ou freguesia necessita de uma imagem que lhe proporcione visibilidade, não só a nível nacional como também internacional, já que muitas das nossas cidades vivem das capacidades produtivas relacionadas com o turismo, atividade económica que é necessário incrementar com factores de qualidade. Para construir uma identidade local é necessário um levantamento do património existente, das referências do pré-existente, a sua relação com o tecido sócio-urbano, de forma a consubstanciar uma identidade gráfica representativa da localidade. PALAVRA
Identidade visual e sua relação com a linguagem não verbal
A identidade visual assenta numa relação semântica de diversos signos que integram um sistema coerente. Uma linguagem bimédia de texto e imagem que se complementam de modo a criar uma mensagem compreensível.
Este estudo visa o uso da linguagem não verbal no âmbito do projeto de identidade visual corporativa, contextualizando o papel do designer informacional enquanto mediador da mensagem corporativa para os seus públicos
Marcar Portugal
A marca como ideal de vida reporta-se tanto ao fenómeno da vida artificial da economia de mercado, de marcas que se comportam como seres, como à actividade daqueles que lhe dão forma, desenhando-as segundo os desígnios de um tempo e de um lugar.
Há em Portugal uma vasta representação de designers dedicados ao branding, assim contribuindo para a gestão de excelência das organizações.
O artigo esclarece os conceitos chave no tema da identidade e imagem corporativa, enquanto apresenta casos concretos de marcas gráficas e projectos de identidade visual
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