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    Da marca gráfica aos sistemas de identidade visual corporativa

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    Este artigo trata de fazer um pequeno percurso histórico sobre como a marca se converteu nos sistemas de identidade visual corporativa. Alguns dos principais projectos de identidade ajudam a entender quais as motivações que originaram a necessidade de organização dos sistemas de identidade. Não se trata de uma história completa, mas antes de um contributo para eventuais estudos de maior dimensão sobre a origem dos sistemas de identidade visual corporativa

    Cabo verde e a Importação do Ideologema Brasileiro da Mestiçagem

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    Este artigo busca desvelar as relações entre a formação de intelectuais e as lutas em torno da definição da identidade nacional em Cabo Verde. Até as duas primeiras décadas do século XX a África aparecia para os intelectuais cabo-verdianos como potência adormecida, a colonização portuguesa era parcialmente contestada e uma identidade atlântica emergia concorrente à identidade lusitana. A racialização dessa identidade atlântica sob os pressupostos "brasileiros" da mestiçagem e a hegemonia dessa afirmação de identidade no arquipélago se dá na década de trinta sob o silêncio político imposto pelo regime de Salazar. Após a discussão sobre os efeitos dessa censura política para a autonomia da literatura cabo-verdiana o artigo conclui sugerindo que identidades (africanas, mestiças, crioulas, européias) disputadas em nível transcontinental e estratégias geopolíticas transatlânticas adquiriram sentidos inesperados nesse contexto e conjuntura determinada

    A relevância da metáfora visual para a memorização de um logótipo

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    ABSTRACT : We investigate visual metaphor (visual symbolism) in logotypes, its perception and its effect on memory. Henceforth, a visual standard experiment was developed for that effect. This model can be adapted to other logotypes (fig.4 and fig.6). Our research aims to evaluate the value of the perception of visual metaphor within a logo and its mnemonic consequence on the observer. In general metaphor, or symbolism, is an action, person, place, word or object that represents another to give a different meaning. On our study we evaluate visual metaphors, therefore metaphors that are perceived through visual representation, such as is the case in logos, symbols, logo marks, marks and all derivative paraphernalia of nomenclatures associated to any kind of Visual Identity; be it Visual Corporate Identity or Visual non-Corporate Identity such as services, products and persons. Many designers incorporate universality to symbols in the conception of “logos”. For example: Linden Leader (1994) for FedEx incorporates an arrow, symbolizing to move switily and directly. It is the designer’s exertion and experience that will complement symbolism into a new graphic form, until then unknown. We evaluate the condition of adding a universal graphic form to a graphic creation and its communicative reach.A nossa investigação centra-se na metáfora visual que um logótipo pode conter, e a consequência do encontro dessa metáfora visual na memorização de um logótipo. Um teste modelo foi desenvolvido para esse efeito. Este modelo pode ser adaptado a outros logótipos (fig.4 e fig.6) Em termos gerais uma metáfora, ou símbolo, é uma ação, pessoa, lugar, palavra ou objeto que representa outro para lhe atribuir um significado diferente. No nosso estudo, analisamos metáforas visuais, portanto metáforas codificadas através da representação visual, nomeadamente em logótipos, símbolos, logo-marcas, marcas e/ou toda a parafernália de nomenclatura associada a qualquer tipo de identidade visual; seja identidade visual corporativa ou identidade visual não corporativa, como por exemplo em serviços, produtos e pessoas. Muitos designers incorporam símbolos universais na concepção de logótipos. Linden Leader em 1994 para o logótipo da FedEx incorporou uma seta, que simboliza o movimento rápido e direto. É o esforço e a experiência do designer que complementarão este simbolismo numa nova marca gráfica, até então desconhecida. Avaliaremos a condição de adicionar uma metáfora visual a um logótipo e o resultado do seu alcance comunicativo na memorização do mesmo.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    O design e a cultura visual urbana

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    O objetivo deste artigo é apresentar uma reflexão sobre a importância do design enquanto transmissor da identidade cultural na criação de uma identidade local. Discutir a importância da cultura material e imaterial como um fator diferencial na construção de uma identidade visual associada a um sítio, uma vez que a diversidade cultural assume muitas formas através do tempo e do espaço, A cultura enquanto transmissor de mensagens devem ser tomada e entendida como um elemento essencial na representação do sítio. Qualquer cidade ou freguesia necessita de uma imagem que lhe proporcione visibilidade, não só a nível nacional como também internacional, já que muitas das nossas cidades vivem das capacidades produtivas relacionadas com o turismo, atividade económica que é necessário incrementar com factores de qualidade. Para construir uma identidade local é necessário um levantamento do património existente, das referências do pré-existente, a sua relação com o tecido sócio-urbano, de forma a consubstanciar uma identidade gráfica representativa da localidade. PALAVRA

    Uma investigação aplicada da identidade da marca : o caso das porcelanas Vista Alegre

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    O presente artigo descreve uma investigação empírica conduzida no sentido de proceder ao diagnóstico de identidade de uma marca portuguesa, quase bi-centenária. Constituiu objectivo da pesquisa descortinar os traços caracterizadores da identidade da marca de produto Vista Alegre, e analisar a sua forma de relacionamento com o mercado. O método usado foi o estudo de casos simples, complementado pela técnica da análise de conteúdo. O modelo de diagnóstico de identidade aplicado resultou da combinação da proposta de dois autores clássicos no estudo das marcas: Jean-Noel Kapferer (1991) e David Aaker (1996). O resultado foi a construção de um ideograma de identidade, ou mapa dos traços de carácter, nucleares e extensos, de uma marca “carismática” (Smothers, 1993) no universo económico nacional

    Educação Intercultural e metamorfoses identitárias : uma visão antropológica do processo educativo

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    Comunicação apresentada no III Congresso de Professores nos Países de Língua e Expressão Portuguesas, Cidade da Praia, Cabo Verde, 1999.Falar de educação implica pensar na construção/reconstrução das identidades. Das identidades dos alunos e das identidades dos professores. A aprendizagem nunca se faz no vazio. O conhecimento novo integra-se (ou não) na matriz cultural dos indivíduos. O aluno é uma Pessoa, tem uma identidade pessoal, uma identidade social e uma identidade cultural. O puto não é tábua rasa, existe e pensa, sente e age de acordo com o seu background cultural. Aprender significa partir em relação à tradição, ao conhecimento e experiências já feitas. Portanto, um processo de aprendizagem leva a alterações da identidade pessoal. Implica partir para um novo todo, uma nova dimensão (...

    A Gestão Universitária e o Estudo de Imagem e Identidade: uma Proposta de Metodologia de Aplicação.

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    O presente artigo trata de um estudo sobre imagem e identidade em uma organização universitária. O fundamento teórico versa sobre identidade, em termos de cultura organizacional, e imagem como forma de comunicação. O estudo tem como objetivo verificar qual a relação entre a imagem projetada pela instituição (comunicação), imagem percebida (percepção) e a identidade organizacional (cultura), perante o público interno. A partir do andamento da pesquisa, de caráter quantitativo e qualitativo, para entender a relação entre valores da organização e seu senso de identidade e imagem, deu-se lugar a uma nova metodologia de aplicação mais consciente no processo de coleta de dados. Assim, propõe-se uma nova proposta metodológica de coleta de dados que justifique a pesquisa e seus resultados fidedignos

    To be or not to be, the importance of Digital Identity in the networked society

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    The emergence of the web has had a deep impact at different levels of our society, changing the way people connect, interact, share information, learn and work. In the current knowledge economy, participatory media seems to play an important part in everyday interactions. The term “digital identity” is becoming part of both our lexicon and our lives. This paper explores some of the aspect s regarding approaches and practices of educators, using web technologies to foster their digital identity within their networks and, at the same time, developing a social presence to complement their professional and academic profiles. In fact, we think it is imperative to discuss the relationship between our social presence and our professional life, as online the two are often intertwined. We present the issues the web poses through dichotomies: open or closed, genuine or fake, single or multiple. We also comment on different approaches to these dichotomies through examples extracted from recent projects, drawing from user’s experiences in building their digital identities. This paper looks at the importance of digital identity in the current networked society, by reviewing the contemporaneous scenario of the participatory web, raising a set of questions about the advantages and implication of consciously developing one’s digital identity, thus opening the discussion regarding openness, uniqueness and integrity in connection with one’s digital identity. This paper is also a reflection of thinking and practice in progress, drawing from examples and real-life situations observed in a diversity of projects. The issue could be reduced, perhaps, to whether one consciously becomes a part of the digital world or not, and how that participation is managed. It is up to us to manage it wisely, and guide knowledge workers in their journey to create theirs

    Análise de proveniência das contas verdes dos Perdigões

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    A variscite é um mineral raro que oferece uma excelente opotunidade de estudo dos padrões de comércio e troca na Europa durante a Pré- História através da determinação da sua fonte de proveniência. No presente texto será discutida a proveniência das contas de colar verdes com base em análises de XRF e XRD, através das quais se criou uma identidade geoquímica passível de ser comparada com as das fontes de variscite conhecidasVariscite is a rare mineral that offers an excellent opportunity to study trade and exchange patterns in prehistoric Europe through proveniencing of source material. In this paper we discuss the provenance of Perdigões’ green beads by means of XRF and XRD analyses, thus creating a geochemical baseline that is compared with that of the known variscite source

    Guia de identidade visual

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    Apresenta informações, diretrizes e recomendações de uso da logomarca da UNA-SUS
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