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    Responsabilidade social organizacional: a gestão filantrópica numa empresa multinacional

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    A responsabilidade social das organizações convida-as a não se orientarem exclusivamente por critérios economicistas, introduzindo a ética e a filantropia nas tomadas de decisão, critérios que contribuem para a sustentabilidade da organização, garantindo ativos intangíveis imprescindíveis. A filantropia continua umbilicalmente associada à responsabilidade social das organizações, podendo ser uma expressão/manifestação ou uma dimensão da responsabilidade social das organizações. A responsabilidade social e a filantropia são, por vezes, tidas como sinónimos, todavia a filantropia não pode limitar o escopo da responsabilidade social, assim como a responsabilidade social não se pode limitar à filantropia. A investigação de que daremos conta sustentou-se num estudo de caso e decorreu numa unidade fabril que integra um grupo empresarial de dimensão multinacional, cujo escopo é a produção de equipamentos tecnológicos para o setor automóvel. Recenseamos da literatura um conjunto de indicadores atinentes à filantropia para refletir sobre a diversidade de práticas filantrópicas. A filantropia granjeou atenção e esforços crescentes, justificáveis pelo contexto de crise económica e financeira que reavivou as necessidades de assistência social, estimulando ligações com a comunidade. Os dados empíricos relativos a esta dimensão de responsabilidade social organizacional serão analisados num quadro teórico composto pelos conceitos de instituição e legitimidade, da teoria institucional

    Principales tendencias de la filantropia en America Latina

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    Durante las últimas décadas se conformó una nueva filantropía más organizada, integrada por fundaciones privadas y corporativas, instituciones de cooperación internacional, entidades religiosas y principalmente organizaciones con fines sociales que han sido promotoras y a su vez canalizadoras de donaciones.¿Cuáles son las características de esta nueva filantropía? ¿Cuáles son sus principales tendencias en la región? Para responder estas y otras preguntas, la Fundación AVINA aliada con la oficina de AlianzasEstratégicas del Banco Inter-Americano de Desarrollo (BID) creó el Índice de Donantes

    El Caso a favor de la Filantropía Comunitaria

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    El texto habla de Cómo se construyen activos locales, capacidad y confianza a través de este modelo -- Filantropia Comunitaria - y por qué es importante

    Principais tendências da filantropia na América Latina

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    Durante a última década consolidou-se uma nova filantropia mais organizada, integrada por fundações privadas e empresariais, instituições de cooperação internacional, entidades religiosas e, principalmente, por organizações sociais, que tem sido agentes de promoção e canalização de doações. Quais são as características desta nova filantropia? Quais são suas principais tendências na região? Para responder a estas e outras perguntas, a Fundação AVINA, em parceria do Escritório de Parcerias Estratégicas do Banco Interamericano de Desenvolvimento, criou o Índice de Doadores. O Índice contém dados sobre os principais doadores na América Latina. Em sua atualização anual, os doadores são consultados sobre os montantes destinados para a região e seus principais temas de ação. O Índice de Doadores permite conhecer as tendências da filantropia atual na região, assim como gerar informação relevante para que se visualize quem mobiliza as doações e quais organizações sociais necessitam financiamento

    Investimento de Impacto: uma introdução

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    Durante muitos anos, a filantropia e o investimento foram considerados disciplinas separadas – uma visando à mudança social e a outra, o ganho financeiro. A ideia de que as duas coisas pudessem estar integradas em uma mesma estrutura – basicamente, trazendo retorno financeiro enquanto fazia o bem – deu à maioria dos filantropos e investidores o rótulo de sonhadores. Mas isso acabou. O investimento de impacto, que procura gerar benefícios sociais e ambientais enquanto traz retorno financeiro, está crescendo em popularidade.Este guia é parte da série Seu Roteiro para a Filantropia, e foi escrito para doadores que queiram complementar abordagens de investimento social tradicionais investindo seus ativos financeiros na promoção de mudança social e ambiental

    Postpartum depression and thyroid dysfunction– should pregnant women be screened for thyroid disorders?

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    The relationship between thyroid dysfunction and postpartum depression has been investigated for quite some time now, but no consensus has been reached regarding the need for screening for thyroid function during pregnancy. This paper aims to investigate whether thyroid hormone screening in pregnancy might contribute to the diagnosis of postpartum depression. Depression was assessed using the Edinburgh Postnatal Depression Scale (EPDS) - one of the most widely used measures in detecting postpartum depression and anxiety. Thyroid function was measured using the commonly recommended thyroid laboratory tests. A structured questionnaire was given to 61 patients closely monitored during their pregnancy and at least one year after giving birth, including for thyroid and depression disorders. The questionnaire was completed anonymously online by the patients and had three sections: one containing the EPDS questions, one assessing thyroid function, and a demographic section. The interdependency between thyroid and depression was analyzed in SPSS using the Pearson chi-square test of independence. The results show no statistically significant relationship between thyroid dysfunction and depression. In other words, women suffering from thyroid dysfunctions have no greater rate of depression compared to women without thyroid dysfunction. As a result, it screening for thyroid disorders during pregnancy may not provide relevant information for detecting postnatal depression

    Entidades Filantrópicas: Aspectos Conceituais, Legais e Contábeis nas Fundações Educacionais.

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    Uma das dúvidas mais freqüentes dos dirigentes de entidades de interesse social (incluídas aí as fundações, associações e sociedades civis), é quanto à lei aplicável à contabilidade das instituições que administram. A Lei nº 9.790, de 23.03.99, e sua regulamentação inserem-se, de forma inquestionável, como a legislação que deve servir de parâmetro e de referência para a contabilidade das entidades sem fins lucrativos, uma vez que as demonstrações que a Lei 9.790/99 exige das entidades têm suas estruturas estabelecidas na Lei das Sociedades Anônimas (6.404/76). Nesta mesma Lei, exige e obriga que no estatuto das referidas entidades haja a “observância dos Princípios Fundamentais de Contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade” (art. 4º, VII, a), além da elaboração do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício. O Decreto 3.100/99, art. 11, acrescentou a esses demonstrativos a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido e as Notas Explicativas. Todas estas demonstrações são tipicamente de contabilidade comercial e possuem estrutura definida na Lei 6.404/76 e na NBC T 3, do Conselho federal de Contabilidade (CFC), sendo que a Resolução/CFC nº 877/00 faz adaptações na estrutura destes demonstrativos para o caso específico das fundações de direito privado. Questão de permanente indagação, na mídia e nos Tribunais, tem sido a discussão sobre as entidades beneficentes de assistência social e o direito de usufruir a imunidade constitucional de impostos e contribuições sociais. Sendo assim tornou-se imprescindível que a contabilidade destas instituições de suporte o suficiente para que não ocorra o descredenciamento da filantropia. Outro ponto a ser considerado relevante é o de que os colaboradores das Entidades Filantrópicas devam entender e conhecer o que efetivamente significa filantropia, pois somente assim a contabilidade poderá resgatar e refletir a real aplicação dos gastos com o objetivo de manter a filantropia

    Quinze anos de investimento social privado no Brasil: conceito e práticas em construção

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    Investimento social privado (ISP) é um conceito criado nos anos 1990 por um grupo de executivos e líderes de empresas, fundações e institutos para designar uma forma de atuação social do setor privado, sobretudo empresarial, que buscava se diferenciar de formas mais tradicionais de filantropia. Após 15 anos de existência, o conceito já apresenta alguma repercussão e consistência, tendo sido tema de eventos, estudos, pesquisas e reportagens, porém ainda é pouco explorado no âmbito da pesquisa acadêmica, na qual são mais freqüentes temas correlatos, como responsabilidade social empresarial e as relações entre empresas, governo e sociedade civil. No campo das práticas de ISP, houve avanços em aspectos de ordem político-institucional e estratégico-gerencial, porém ainda há desafios relativos à legitimidade e efetividade das práticas, algo bastante debatido no campo do ISP no Brasil, no qual também se vislumbram diferentes tendências, para os próximos anos. Nessecontexto, os objetivos deste artigo são: a) descrever o histórico de surgimento e construção do conceito de investimento social privado no Brasil; b) apresentar os diferentes tipos de ISP (corporativo, familiar, comunitário, venture philanthropy e diáspora philanthropy, entre outros); c) colocar em discussão desafios e tendências na construção do conceito e nas práticas de investimento social privado. A construção do trabalho está baseada em pesquisa bibliográfica e documental, participação em eventos nacionais e internacionais e engajamento dos autores no contexto de discussão e prática do ISP no Brasil, entre os anos de 1999 e 2008. Entre as conclusões, destaca-se a tendência de diversificação de modelos de investimentosocial e a articulação de redes de aprendizagem sobre o tema, envolvendo diferentes setores

    Da Prosperidade ao Propósito: Perspectivas sobre a Filantropia e Investimento Social Privado na América Latina - Brasil

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    Relatório específico para o Brasil da publicação "Da Prosperidade ao Propósito: Perspectivas sobre a Filantropia e Investimento Social Privado na América Latina". Trata-se de um estudo exploratório sobre doações filantrópicas e investimentos sociais entre pessoas e famílias high net worth em seis países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru). Reconhecendo a importância crescente do investimento social privado nesses países, o estudo explora as motivações, aspirações, prioridades e práticas filantrópicas das pessoas; o ambiente político e cultural para a atividade filantrópica; e os desafios e oportunidades para o aumento da prática filantrópica e seu impacto
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