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Economía Solidaria e interdependencia : aportes desde perspectivas feministas
Con Economía Solidaria (ES) se ha denominado a un conjunto de emprendimientos socioeconómicos colectivos que han surgido en la últimas décadas a nivel mundial, caracterizados por el establecimiento de relaciones horizontales entre sus miembros, el carácter ecosostenible de sus emprendimientos y la conformación de redes colaborativas a nivel local y mundial. Investigadoras feministas plantean que existen ciertos sesgos androcéntricos en la forma de abordar el estudio de la ES. La propuesta en este artículo es ampliar los marcos interpretativos que han analizado estas experiencias. Para ello, parto de realizar un recorrido por las producciones académicas que han abordado la ES desde estudios de género y trabajos feministas, analizando sus aportes y limitaciones. Finalmente introduzco las nociones de interdependencia y sostenibilidad de la vida, herramientas teóricas brindadas desde el feminismo, como un aporte al estudio de estos colectivos.Solidarity economy has been called a set of collective socio-economic endeavours that have emerged around the world in the last decades, characterized by the establishment of horizontal relationships among its members, the sustainable nature of their enterprises and the formation of collaborative networks at local and global level. Feminist researchers poses that there are certain androcentric biases in the way of addressing the study of the SE. In this paper, the proposal is to broaden the interpretive frameworks that have analysed these experiences. For this reason, I begin with a review of the academic productions which have approached SE based on gender studies and feminist works, and I analyse their contributions and limitations. I finally introduce the concepts of interdependence and sustainability of life, theoretical tools provided from feminism, as a contribution to the study of these groups
Dermocosméticos La Roche-Posay en salones de belleza
La presente propuesta plantea la incorporación de un nuevo canal de ventas para la marca de productos dermocosméticos de L’Oréal Perú, La Roche-Posay, en un contexto actual en donde la penetración de la categoría es aún muy baja, 15% en el segmento A, y la participación de mercado de esta marca es de 17%, constituyéndose, así como el segundo jugador del mercado detrás del líder Eucerin. Además, la situación actual de la marca arroja resultados de rentabilidad negativa dada la alta inversión y dependencia del canal de cadenas de farmacias, del cual depende el 80% de su venta. El objetivo principal del presente trabajo de investigación es validar la viabilidad de un modelo de negocio adicional para la marca La Roche-Posay en el Perú, a través de su comercialización en el canal de salones de belleza
Economía Solidaria e interdependencia: aportes desde perspectivas feministas
Solidarity economy has been called a set of collective socio-economic endeavours that have emerged around the world in the last decades, characterized by the establishment of hori-zontal relationships among its members, the sustainable nature of their enterprises and the formation of collaborative networks at local and global level. Feminist researchers poses that there are certain androcentric biases in the way of addressing the study of the SE. In this paper, the proposal is to broaden the interpretive frameworks that have ana-lysed these experiences. For this reason, I begin with a review of the academic productions which have approached SE based on gender studies and feminist works, and I analyse their contributions and limitations. I finally introduce the concepts of interdependence and sus-tainability of life, theoretical tools provided from feminism, as a contribution to the study of these groups.Con Economía Solidaria (ES) se ha denominado a un conjunto de emprendimientos socio-económicos colectivos que han surgido en la últimas décadas a nivel mundial, caracteriza-dos por el establecimiento de relaciones horizontales entre sus miembros, el carácter eco-sostenible de sus emprendimientos y la conformación de redes colaborativas a nivel local y mundial. Investigadoras feministas plantean que existen ciertos sesgos androcéntricos en la forma de abordar el estudio de la ES. La propuesta en este artículo es ampliar los marcos interpretativos que han analizado estas experiencias. Para ello, parto de realizar un reco-rrido por las producciones académicas que han abordado la ES desde estudios de género y trabajos feministas, analizando sus aportes y limitaciones. Finalmente introduzco las nocio-nes de interdependencia y sostenibilidad de la vida, herramientas teóricas brindadas desde el feminismo, como un aporte al estudio de estos colectivo
"No quiero regalos. Solo quiero que cambien las leyes". Cuidados, reciprocidad y desigualdad
La feminización de las migraciones en el marco de la “globalización de los cuidados” es un fenómeno que se consolidó en España a partir de la década de los noventa con la llegada de mujeres migrantes. Los estudios sobre las cadenas globales del cuidado pudieron demostrar de qué forma las mujeres migrantes facilitan la vida reproductiva de familias españolas, manteniendo vigente la división sexual del trabajo. El objetivo de este artículo es analizar el derecho a vivir en familia de mujeres migrantes trabajadoras del hogar, a partir de tres casos de mujeres latinoamericanas que trabajan por horas en domicilios particulares de Barcelona. Me propongo también, reflexionar desde la antropología sobre cómo se enmascaran las relaciones de explotación bajo formas de reciprocidad e intercambio de favores, dones y regalos, en el servicio doméstico.Palabras clave: migraciones; trabajadoras del hogar; servicio doméstico; cuidados; globalización de los cuidados; reciprocidad.AbstractSince the 1990s, care in Spain has become globalized while, simultaneously, migration has become feminized, as an influx of migrant women has arrived to work as care providers. Several investigations of global care chains have shown how these women facilitate the reproductive life of many Spanish families and allow them to preserve a sexual division of labor. I analyze the family life rights of migrant domestic workers and their strategies of reconciling work and family life, through three cases of Latin American migrant women who work by the hour in several households. I argue that in domestic work and paid care in these private households, exploitation is disguised as the reciprocal exchange of “gifts” and “favors.”Keywords: migrations; domestic workers; domestic service; care; globalization of care; reciprocity
VII Congresso Internacional A vez e a voz das mulheres migrantes em Portugal e na diáspora : mobilidades, tempos e espaços
O VII Congresso Internacional A Vez e a Voz das Mulheres Migrantes em Portugal e na Diáspora: Mobilidades, Tempos e Espaços tem lugar em 2015 na Universidade do
Porto, após se ter realizado anteriormente em universidades de diferentes
continentes: University of Toronto, Canadá (2003); University of California, Berkeley,
EUA (2005); Universidade de Macau, China (2007); Universidade Federal do Paraná,
Brasil (2009); Université de Paris/Ouest, França (2011); Universidade dos Açores,
Portugal (2013).Num contexto de globalização e de crescente mobilidade humana e interculturalidade,
assiste-se ao forte aumento da migração internacional, diversificação dos fluxos
migratórios, aumento da migração feminina, intensificação dos contactos
interculturais e intercâmbios transnacionais e alteração dos contextos sociais,
económicos e políticos que condicionam os processos de expatriação, os fluxos
migratórios de saída e de retorno e a sua integração. Ao nível internacional e também
em Portugal, país tradicional de forte emigração e de grande diáspora espalhada pelo
mundo, mas igualmente de imigração mais recente, as dinâmicas migratórias fazem-se
sentir intensamente de múltiplas formas em diferentes dimensões da vida das
mulheres e dos homens, sendo os impactos importantes a vários níveis nos países de
origem e nos países de acolhimento.
Os percursos migratórios são hoje mais complexos, qualificados, internacionalizados e
feminizados, estando na origem de transformações identitárias, familiares, sociais,
económicas, laborais, culturais e políticas e implicando os vários domínios da esfera
pública e privada. As questões interculturais, migratórias e de género, principalmente
as migrações femininas, estão na agenda científica, social e política do século XXI,
tendo ganho uma relevância crescente ao nível da pesquisa, formação e intervenção
nos diferentes domínios, constituindo objeto de estudo e preocupação de
investigadores, profissionais, estados, organismos nacionais e internacionais e das
políticas públicas em vários setores.
Ao abranger uma área de estudo claramente multi/interdisciplinar e multidimensional,
este Congresso acolhe e coloca em diálogo investigadores dos mais variados domínios
científicos que realizam trabalho dentro e fora de Portugal, associado às questões das
diásporas, migrações e género, favorecendo a análise de temáticas com repercussões
na sociedade, na cultura, na família, na educação, na saúde, no mercado de trabalho,
na economia dos países de origem e nos países de acolhimento, no desenvolvimento e
na coesão social. Ao integrar uma perspetiva internacional e interuniversitária, o
Congresso possibilita a especialistas de diversas universidades e instituições
portuguesas, mas também espanholas, francesas, brasileiras, canadianas,
marroquinas, etc., a discussão e reflexão científica sobre problemáticas das mulheres
migrantes, mobilidades e género em Portugal e na diáspora, em diferentes contextos,
tempos e espaços, tendo em vista a promoção da inovação e do conhecimento teórico,
metodológico e prático, bem como o desenvolvimento de competências e a
elaboração de estratégias e políticas públicas neste âmbito
Algumas reflexões a propósito da bolsa de valores sociais enquanto promotora da responsabilidade social da empresa
1th Iberoamerican Conference on Social Responsibility 1ª Conferência Ibero-americana de Responsabilidade Social 1ª Conferencia Iberoamericana sobre Responsabilidad SocialCentrando-se na cooperativa, esta comunicação subordinada ao tema «Algumas reflexões a propósito da Bolsa de Valores Sociais enquanto promotora da Responsabilidade Social da Empresa» pretende reflectir sobre a Bolsa de Valores Sociais (BVS), recentemente criada em Portugal, cuja finalidade foi, primacialmente, a de permitir a obtenção de meios de financiamento às organizações da Economia Social que se dediquem a projectos nas áreas da educação e do empreendedorismo. Reflexamente, a BVS promoverá a Responsabilidade Social da Empresa, dado que as organizações nela cotadas prosseguirão actividades absolutamente coerentes com aquela. Será, também, dedicada atenção ao conceito de investidor social e às exigências em matéria de transparência e de governação que recaem sobre as organizações cotadas na BVS
Alicorp S.A.A. y subsidiarias: reporte de valorización
El trabajo de investigación corresponde a un reporte de valorización de la empresa peruana de consumo masivo Alicorp S. A. A. y sus subsidiarias.
En la evaluación se ha utilizado el método de flujos de caja descontados. El cierre de la valorización fue el 31 de agosto del 2015 y se obtuvo como resultado un valor por la acción de S/. 7,50.
La información utilizada incluye datos históricos encontrados en los estados financieros auditados del 2009 al 2014, información encontrada en la página web de la empresa, noticias en medios periodísticos especializados en negocios (prensa escrita, Internet, televisión, etc.), reportes de valorización pasados, data de Bloomberg, entre otros.
La proyección se ha realizado a diez años, teniendo en cuenta que los próximos cinco años (2015-2019) conformarán una etapa en que la empresa estará realizando un ordenamiento de su situación financiera ante el excesivo apalancamiento generado durante el 2014 (en el que se vio obligada a concentrarse en el crecimiento orgánico). En el período 2020-2024 se espera que la empresa haya logrado sanear su situación financiera y pueda volver al crecimiento inorgánico para seguir consolidándose en la región con productos de alta calidad.
El modelo financiero desarrollado para la valorización de Alicorp presenta sensibilidad hacia el pronóstico de ventas (dependiente del crecimiento del PBI en los países en que la empresa tiene presencia: Perú, Brasil, Argentina, Ecuador y Chile) y del costo de ventas (dependiente de las cotizaciones de las materias primas: soya y trigo). Ver el Anexo 1.
La valorización se basa en que la empresa sigue persiguiendo la meta corporativa1 hacia el 2021: S/. 14 mil millones en ventas (50% en el mercado local y 50% en el internacional). Consideramos que la empresa no logrará a su meta corporativa al 202ante las nuevas condiciones financieras de nuestro país y de la economía mundial, que son bastante distantes a las estimadas en el momento que se planificó la estrategia. Ver el Anexo 2.
Se estima que si la empresa se propusiera llegar a su meta corporativa del 2021, debería considerar el inicio de operaciones en un país con mucha capacidad, una buena opción sería México. Ver el Anexo 3.
El reporte presenta además un análisis cualitativo (competitivo) de la empresa, un análisis financiero con proyección de flujo de caja y un análisis de sensibilidad (variables con alta correlación) que incluye los escenarios base, pesimista y optimista.
Finalmente, definimos el valor de S/. 7,50 por acción de Alicorp y recomendamos comprar posiciones en la acción porque al momento de cierre del reporte, la acción cotiza en S/. 4,65, precio que es considerado bajo para los fundamentos que posee la empresa
Poemas de Roque Dalton sobre Karl Marx, Farabundo Martí y otras cuestiones no menos importantes, como homenaje en el mes de su nacimiento (14 de mayo de 1935)… y muerte (10 de mayo de 1975)
Estabilidad laboral reforzada ante el fuero de maternidad
Artículo de investigaciónEn el presente texto se estudiará si el estado ha tratado de proteger los derechos de la mujer en embarazo y en su periodo de lactancia,
creando leyes, pactos, convenciones, unificación jurisprudencial, para que sea
efectivas durante el periodo de la estabilidad laboral que les debe asegurar, ya
que en muchas ocasiones la mujer trabajadora en estado de embarazo debe
adelantar diferentes procedimientos y procesos judiciales para recobrar sus
derechos, los que se les reintegran después de haber tenido ya su hijo y haber
pasado por diversas situaciones calamitosas que pusieron en riesgo no solo su
vida sino del que está por nacer. Así mismo, se analizará los diferentes
doctrinantes, artículos de libros y revistas en las cuales se habla de las diferentes
formas en las cuales tanto el estado como los gobernantes deben proteger a la
mujer.42 p.Introducción
1. Objetivo
2. Justificación
3. El principio de la Estabilidad Laboral
4. Socializar la protección y acceso de la mujer al trabajo en estado de embarazo y post - parto.-
5. Determinar que el derecho establecido constitucionalmente no es suficiente para reforzar la estabilidad laboral de la mujer.
6. Composición del empleo femenino
7. Participación Laboral de las mujeres en Colombia.-
8. Diferencias salariales en Colombia.
9. Prohibición del empleador frente a la Trabajadora en estado de embarazo.-
10. Cuando no procede el Reintegro de la estabilidad laboral reforzada.-
11. Cumple el Estado con la labor de Protección a la mujer en Estado de Embarazo.
Conclusiones
BibliografíaPregradoAbogad
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