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Ecologia lingüística
L'orientació ecolingüística té en la sociolingüística en català una tradició ben primerenca i un
desenvolupament recent notable. L'article repassa breument la tradició d'aquest enfocament i
les principals línies actuals que la segueixen, basades tant en l'adaptació del model epistemològic
de l'ecologia a la sociolingüística amb l'adopció de conceptes com ecosistema o emergència,
i amb la crítica a una concepciómecanicista i analítica, substituïda per un punt de vista
holístic com en l'assumpció de certes propostes de l'ecologisme com la preservació i la diversofília.
Finalment, s'esmenten altres direccions, com ara la teoria de les catàstrofes o l'analogia
ecològica en l'anàlisi del discurs.Linguistic ecology. In Catalan sociolinguistics, ecolinguistics emerged early on and has recently undergone considerable
development. The article briefly reexamines the history of this sphere of linguistics
and the main areas of interest stemming from it. These areas are based on the adaptation of
the epistemological model of ecology to sociolinguistics, with the adoption of concepts such
as ecosystem or emergency and with a criticismof mechanical and analytical conceptions, being
replaced by a holistic perspective. They are also based on the acceptance of certain proposals
from ecology such as conservation and diversophilia. Finally, other areas are mentioned, such
as catastrophe theory or ecological analogy in discourse analysis
Ecologia Industrial
As preocupações ambientais em Portugal assumiram desde cedo uma perspectiva de preservação da natureza quando, em 1948, foi fundada a Liga Portuguesa de Protecção da Natureza. A preservação da natureza dá lugar à perspectiva de conservação do ambiente actuando essencialmente nos agentes poluidores. Já na década de 90 o sector industrial era visto como o único agente responsável por um mau Ambiente. Nesta altura, o controlo de poluição incluía essencialmente actuações em fim de linha frequentemente com custos elevados para os intervenientes. Na base desta actuação estaria a obrigação do cumprimento, por parte das empresas, de uma legislação imposta por uma multiplicidade de diplomas legais ambientais recentes. Cedo se compreendeu que seria necessário fazer algo mais do que apenas garantir o cumprimento de uma legislação imposta. Encarou-se a problemática ambiental numa perspectiva mais abrangente e global, onde à vertente ambiental se acrescenta uma visão sobre os aspectos económicos e sociais. Estes três pilares são actualmente encarados como sendo fundamentais para equilibrar, os recursos naturais que são utilizados e os materiais que são produzidos, numa perspectiva temporal inter e intra-gerações. A emergente disciplina, designada por Ecologia Industrial, integra esta perspectivaPlaneta Azul. Canal Saber - Tema Sustentabilidade
AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO NA ÁREA DA ECOLOGIA
Os programas de Pós-Graduação da Área da Ecologia e Meio Ambiente começaram a ser implantados na década de setenta, com o objetivo de formar mestres e doutores capazes de tomar posições de liderança no ensino e pesquisa em Ecologia. Em 2011, devido a ampliação dos Programas de Pós-graduação, a Área da Ecologia e Meio Ambiente passou a ser denominada Biodiversidade. Este artigo tem por objetivos apresentar, brevemente, o sistema de organização da Pós-Graduação brasileira; resgatar a historicidade da Área de Ecologia e Meio Ambiente e discutir o quadro atual dos cursos que integram, desde 2011, a Área Biodiversidade. A orientação metodológica é de base qualitativa e documental. Analisamos as fichas de avaliação da Trienal 2010, os documentos das Áreas e os sites dos Programas de Pós-Graduação. O material coletado foi analisado por meio da Análise de Conteúdo. Os resultados demonstram que o número de programas foi ampliado, de 37 da Área de Ecologia e Meio Ambiente, para 59 na Área Biodiversidade. A avaliação dos Programas remeteu- nos aos desafios tais como o planejamento dos programas com visão no desenvolvimento futuro; a ampliação da produção intelectual com os discentes e a internacionalização dos programas
In defence of global egalitarianism
This essay argues that David Miller's criticisms of global egalitarianism do not undermine the view where it is stated in one of its stronger, luck egalitarian forms. The claim that global egalitarianism cannot specify a metric of justice which is broad enough to exclude spurious claims for redistribution, but precise enough to appropriately value different kinds of advantage, implicitly assumes that cultural understandings are the only legitimate way of identifying what counts as advantage. But that is an assumption always or almost always rejected by global egalitarianism. The claim that global egalitarianism demands either too little redistribution, leaving the unborn and dissenters burdened with their societies' imprudent choices, or too much redistribution, creating perverse incentives by punishing prudent decisions, only presents a problem for global luck egalitarianism on the assumption that nations can legitimately inherit assets from earlier generations – again, an assumption very much at odds with global egalitarian assumptions
Aquaculture in tropical Mexican lakes and dams: achievements and perspectives
Mexico, with highly diverse physiography, geology, soils and climate, is a country with a broad mosaic of aquatic ecosystems within 320 watersheds. This paper presents a brief picture of Mexican fresh waters, the distribution of rainfall and the potential for aquaculture. The main fish species and water bodies, dams and lakes, are highlighted. The country faces problems of surface water shortage which requires better management
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Rarity of monodominance in hyperdiverse Amazonian forests.
Tropical forests are known for their high diversity. Yet, forest patches do occur in the tropics where a single tree species is dominant. Such "monodominant" forests are known from all of the main tropical regions. For Amazonia, we sampled the occurrence of monodominance in a massive, basin-wide database of forest-inventory plots from the Amazon Tree Diversity Network (ATDN). Utilizing a simple defining metric of at least half of the trees ≥ 10 cm diameter belonging to one species, we found only a few occurrences of monodominance in Amazonia, and the phenomenon was not significantly linked to previously hypothesized life history traits such wood density, seed mass, ectomycorrhizal associations, or Rhizobium nodulation. In our analysis, coppicing (the formation of sprouts at the base of the tree or on roots) was the only trait significantly linked to monodominance. While at specific locales coppicing or ectomycorrhizal associations may confer a considerable advantage to a tree species and lead to its monodominance, very few species have these traits. Mining of the ATDN dataset suggests that monodominance is quite rare in Amazonia, and may be linked primarily to edaphic factors
Foraging behavior of fire ant Solenopsis saevissima (Smith) (Hymenoptera: Formicidae) in Felis catus Linnaeus (Carnivora: Felidae) carcass
Solenopsis saevissima fire ants were found foraging in a Felis
catus carcass over tissues an secretions present in holes and
mucosa. The ants built a dirt-made physical structure around
the carcass, which prevented necrophagous flies from laying
eggs or larvae in the body. These observations are relevant
to increasing knowledge on the role of this ant genus in the
decaying process of other animal corpses, including humans
- …
