67 research outputs found

    Mário de Sá-Carneiro: A Autognose pela Poesia

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    Também em termos de recepção, não há dúvida que existem poetas felizes e poetas infelizes. Os primeiros cedo conhecem o acolhimento geral, quer através da íaura popular, quer como porta-vozes da oficialidade; os outros, os incompreendidos no seu tempo, têm que esperar pela 'descoberta' da crítica académica, que normalmente deles constrói imagens mais ou menos padronizadas, próprias para consumo institucional — das frequências universitárias às citações de parlamento

    Mário de Sá-Carneiro: A Autognose pela Poesia

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    Também em termos de recepção, não há dúvida que existem poetas felizes e poetas infelizes. Os primeiros cedo conhecem o acolhimento geral, quer através da íaura popular, quer como porta-vozes da oficialidade; os outros, os incompreendidos no seu tempo, têm que esperar pela 'descoberta' da crítica académica, que normalmente deles constrói imagens mais ou menos padronizadas, próprias para consumo institucional — das frequências universitárias às citações de parlamento

    Como se cria uma figura de retórica visual?

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    Costuma-se distinguir dois tipos de retórica: a da argumentação e a das figuras. Embora estas últimas sejam ferramentas fundamentais da primeira, é sobre elas que nos concentraremos aqui, dentro de uma perspectiva semiótica. Inicialmente, adotaremos um nível de análise geral, aplicável tanto à linguagem verbal quanto à visual, e nos perguntaremos: que instrumentos semióticos permitem descrever o funcionamento de uma figura? Três conceitos serão fundamentais para isso: o pragmático de cooperação; o semântico de isotopia; e o mais geral de articulação — entendido como a capacidade de uma unidade semiótica se subdividir em partes menores. O mecanismo da figura será então descrito como um processo em quatro etapas, capaz de explicar seus efeitos tanto cognitivos quanto inovadores. Na sequência, examinaremos se a imagem reúne as condições necessárias para gerar figuras, o que será demonstrado por meio de um exemplo específico. Por fim, exploraremos o universo das figuras visuais, refletindo sobre a validade epistemológica de aplicar às imagens terminologias originalmente formuladas para a linguagem verbal

    A figura retórica pode desempenhar um papel argumentativo?

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    From the distinction between rhetoric of argumentation and rhetoric o f figures, the author proposes the study o f the argumentative role of the figure rhetoric by analyzing its object and epistemological parameter. The object of the argumentative rhetoric is the social di scourse and i ts pragmatic efficiency. The rhetoric o f figures retakes the "elocutio" of the classic rhetoric and the expressive deviance of the rule. In both of cases, we have the attention focused on the enunciation processes, which evidence distinctive argumentative conflicts; however, undeniable possibilities of interaction with the reader are presented.Partindo da distinção entre retórica da argumentação e retórica das figuras, o autor propõe o estudo do papel argumentativo da figura retórica analisando seu objeto e parâmetro epistemológico. A retórica argumentativa tem como objeto o discurso social e sua eficiência pragmática. A retórica das figuras retoma a "elocutio" da retórica clássica e os desvios expressivos da norma. Nos dois casos, temos a atenção voltada para os processos da enunciação que evidenciam conflitos argumentativos distintos, porém apresentam-se possibilidades inegáveis de interação com o leitor

    Utopian views in literature and cinema: Laputa as depicted in Jonathan Swift and Hayao Miyazaki

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    The Japanese animation director Hayao Miyazaki is renowned for his ability to build up imaginary worlds bound to make us fly by the seat of our pants, often based on existing books. These are the cases of “Howl’s moving castle” (1986) by Diana Wynne Jones and “Gulliver’s Travels” (1726) by Jonathan Swift: the former gave rise to the film bearing the same name dated from 2004 and the latter is entitled “Laputa: Castle in the sky” from 1986. Our attention will be focused on Laputa, the flying island that was first devised by Swift in the 18th century and an icon in utopian studies. Following Plato and his republic of philosophers, as well as Thomas More’s “Utopia” (1516), the search for the ‘no place’ or ‘paradise on earth’, as some authors uphold, is the underlying background for Swift’s book, whose main character encounters several fictional societies in the course of his travels. Swift set a society of scientists and social planners in Laputa, who end up disregarding the needs of those who lived underneath, on firm land, and setting out the model for dystopia, i.e. the ‘bad place’. Our aim is to compare Laputa as it was depicted by Swift (literature) and Miyazaki (cinema), bearing in mind this dialectic interaction between utopia and dystopia, so as to attempt to reach tentative conclusions.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Groupe μ: retórica e semiótica

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    Este artigo se estrutura em quatro partes seguidas de “Considerações finais”. Inicialmente, introduzimos o Groupe µ e contextualizamos algumas de suas principais obras fundacionais. Em seguida, apresentamos um panorama geral da retórica clássica e situamos as contribuições do Groupe µ no contexto das duas principais vertentes da Nova Retórica, a partir da segunda metade do século XX. Na terceira parte, exploramos o deslocamento progressivo de sua produção intelectual para o campo da semiótica, destacando suas contribuições tanto para a expansão desse domínio quanto para a consolidação de uma semiótica cognitiva emergente. Por fim, delineamos os principais fundamentos dessa semiótica cognitiva

    Análisis discursivo : El caso de Paco Rabanne y Dior

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    A partir de este Trabajo de Fin de Grado hemos analizado la publicidad de perfumes, al resultarnos esta una de las tipologías de producto más ricas en simbología dada su irrepresentabilidad olfativa, la cual dota al artículo y la marca en sí de unos ciertos principios que serán los generadores del auténtico valor. Este análisis se ha elaborado a partir de un punto de vista semiótico, habiendo realizado en primera instancia una investigación en relación a los modelos que competen a esta disciplina, a saber: transferencia de significado, resemantización, modelo de Roland Barthes, iconismo gráfico, modelo de Andrea Semprini, modelo de Floch, análisis semionarrativo, análisis isotópico y transtextualidad publicitaria. Estos han sido implementados en dos marcas reconocidas en el sector de la perfumería, como son Paco Rabanne y Christian Dior, habiendo sustraído una muestra de cuatro anuncios por marca utilizando para ello unos criterios cronológicos y de género. De esta manera, nos plantearemos una serie de objetivos e hipótesis en cuanto al uso de colores de las mismas, el rol que detentan tanto protagonistas como el propio producto, isotopías comunes, signos portadores de significación frecuentes y la continuidad en relación al uso de valores que tienen ambas marcas, entre otros.Universidad de Sevilla. Grado en Publicidad y Relaciones Pública
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