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Acidose metabólica na infância: por que, quando e como tratá-la?
Objectives: To critically discuss the treatment of metabolic acidosis and the main mechanisms of disease associated with this disorder; and to describe controversial aspects related to the risks and benefits of using sodium bicarbonate and other therapies.Sources: Review of PubMed/MEDLINE, LILACS and Cochrane Library databases for articles published between 1996 and 2006 using the following keywords: metabolic acidosis, lactic acidosis, ketoacidosis, diabetic ketoacidosis, cardiopulmonary resuscitation, sodium bicarbonate, treatment. Classical publications concerning the topic were also reviewed. the most recent and representative were selected, with emphasis on consensus statements and guidelines.Summary of the findings: There is no evidence of benefits resulting from the use of sodium bicarbonate for the hemodynamic status, clinical outcome, morbidity and mortality in high anion gap metabolic acidosis associated with lactic acidosis, diabetic ketoacidosis and cardiopulmonary resuscitation. Therefore, the routine use of sodium bicarbonate is not indicated. Potential side effects must be taken into consideration. Treating the underlying disease is essential to reverse the process. the efficacy of other alternative therapies has not been demonstrated in large-scale studies.Conclusions: Despite the known effects of acidemia on the organism in critical situations, a protective role of acidemia in hypoxic cells and the risk of alkalemia secondary to drug interventions are being considered. There is consensus regarding the advantages of alkali and sodium bicarbonate therapy in cases with normal anion gap; however, in the presence of high anion gap acidosis, especially lactic acidosis, diabetic acidosis and cardiopulmonary resuscitation, the use of sodium bicarbonate is not beneficial and has potential adverse effects, limiting its indication. the only points of agreement in the literature refer to the early treatment of the underlying disease and the mechanisms generating metabolic acidemia. Other promising treatment alternatives have been proposed; however, the side effects and absence of controlled studies with pediatric populations translate into lack of evidence to support the routine use of such treatments.Irmandade Santa Casa Miserlcordia São Paulo, Fac Ciencias Med, São Paulo, SP, BrazilUniversidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, BrazilHosp Israelita Albert Einstein, Ctr Terapia Intens Pediat, São Paulo, SP, BrazilUniv São Paulo, Fac Med, Dept Pediat, São Paulo, SP, BrazilUniv São Paulo, Hosp Clin, Inst Crianca,CTI Pediat, Fac Med, São Paulo, SP, BrazilUniversidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, BrazilWeb of Scienc
Análise da incidência e evolução após 48 horas de admissão dos distúrbios do metabolismo ácido-básico em pacientes criticamente enfermos.
Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina. Curso de Medicina. Departamento de Clínica Médica
Acidose tubular renal tipo I: relato de um caso.
Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Clínica Médica, Curso de Medicina, Florianópolis, 198
Choque no Recém-Nascido
O choque é uma síndrome que resulta da falência circulatória com insuficiente perfusão tecidular e, em situações extremas, lesão celular irreversível.
Há várias classificações etiológicas, nenhuma delas completa ou satisfatória. De um modo geral considera-se que o choque pode ser hipovolémico, cardiogénico, séptico ou distributivo, cabendo neste último vários «subtipos» como sejam o neurogénico, espinal, séptico ou anafilático. Numa determinada situação é possível a coexistência de um ou mais tipos de choque. A fisiopatologia do choque séptico é um intrincado de fenómenos auto-mantidos, primeiramente desencadeados pelas toxinas bacterianas cujo órgão alvo é o endotélio, com produção de mediadores celulares e humorais que, por sua vez, lesam mais o endotélio. No recém-nascido o tipo de
choque mais frequente é o séptico, excepto nas crianças com cardiopatia congénita em que predomina o choque cardiogénico.
O diagnóstico de choque é predominantemente clínico: palidez, cianose, má perfusão periférica, tempo de recoloração capilar > 3 segundos,
taquicárdia e taquipneia. A pressão arterial está normal. A existência de hipotensão indica falência dos mecanismos de compensação e a entrada no estadio irreversível. Outros sinais de mau prognóstico são bradicárdia, «gasping» e acidose metabólica grave que prenunciam paragem cardíaca eminente.
A terapêutica baseia-se em quatro medidas fundamentais: ressuscitação cardiorrespiratória com oferta generosa de 02 suplementar, de preferência
administrado por tubo endotraqueal; reposição da volémia, com administração de solutos em quantidade e qualidade adequadas e no tempo apropriado;
correcção da acidose metabólica e administração de substâncias vasoactivas/inotrópicas
Insuficiência cardíaca congestiva na criança.
Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Pediatria, Curso de Medicina, Florianópolis, 199
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