Universidade Estadual do Oeste do Parana - UNIOESTE
Abstract
Este texto apresenta um estudo sobre a formação do conceito de romance proletário/literatura proletária, desenvolvido por Patrícia Rehder Galvão (Pagu) e presentificado em suas obras. Aliado à esta formulação, destaca-se a escolha de Pagu pela defesa dos direitos femininos através de uma perspectiva relacional de gênero, classe e raça em suas obras e também em suas práticas políticas. Assim, entendemos que Pagu anunciou um posicionamento político, que hoje se compreende como opção decolonial. Este estudo procura contribuir para desmistificar a imagem de Pagu como a “musa antropofágica”, idealizada por modernistas homens de seu tempo. Ao conhecer a obra da escritora e artista Pagu, em nosso tempo, a compreendemos como uma potente artista e ativista político-social
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