Abstract

Introdução: O manejo de hemorragias em cirurgias de grande porte na face parece ser inerentemente desafiador devido à complexa rede vascular da região bucomaxilofacial. A literatura sugere que o controle volêmico inadequado poderia comprometer a visibilidade operatória e, possivelmente, elevar a morbidade pós-operatória. Objetivos: Revisar protocolos de manejo hemorrágico e discutir a aplicabilidade clínica de agentes hemostáticos locais contemporâneos. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa fundamentada na estratégia PICO (População, Intervenção, Comparação e Desfecho). Realizou-se uma busca nas bases de dados PubMed, Scopus, Web of Science e BVS, abrangendo publicações entre 2021 e março de 2026. A seleção dos estudos foi conduzida em duas etapas independentes com o auxílio do software Rayyan para identificação de duplicatas e triagem inicial de títulos e resumos, seguida da leitura integral para confirmação de elegibilidade. Resultados: Após o rigoroso processo de triagem, 12 estudos primários foram selecionados para a síntese qualitativa. Os dados sugerem que a transição de métodos mecânicos isolados para abordagens multimodais — integrando anestesia hipotensiva a agentes biotecnológicos como o ácido tranexâmico, Chitosan e selantes de fibrina — parece oferecer maior previsibilidade no controle de sangramentos complexos. Conclusão: Evidências atuais indicam que a individualização terapêutica, baseada na natureza do sangramento e em protocolos estruturados, parece ser fundamental para a otimização da segurança do paciente e dos resultados cirúrgicos

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Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences

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Last time updated on 23/04/2026

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