O tempo no limite: a operação historiográfica no Museu Histórico Nacional entre o fato e a ficção (1922-1959)

Abstract

The approach is composed of questions about the temporal experience in the “historiographic operation”, according to Michel de Certeau. Written in the form of an essay and taking sides in favor of explaining the political places of knowledge production, the article proposes discussions around the ways in which the past becomes the “absent”, insofar as a certain present is delimited.Relationships between History, Museum and Literature in Gustavo Barroso’s writing are analyzed based on this way of reading the “historiographical operation”, relating it directly to indications, or suggestions, for research on the uses of time.El enfoque se compone de indagaciones sobre la experiencia temporal en la “operación historiográfica”, según Michel de Certeau. Escrito en forma de ensayo y tomando partido por explicar los lugares políticos de la producción de conocimiento, el artículo propone discusiones en torno a las formas en que el pasado se convierte en “ausente”, en la medida en que se delimita un determinado presente. Se analizan las relaciones entre Historia, Museo y Literatura en la escritura de Gustavo Barroso a partir de esta manera de leer la “operación historiográfica”, relacionándola directamente con indicaciones, o sugerencias, para lainvestigación de los usos del tiempo.A abordagem é composta por indagações sobre a experiência temporal na “operação historiográfica”, de acordo com Michel de Certeau. Escrito em forma de ensaio e tomando partido a favor da explicitação dos lugares políticos de produção do saber, o artigo propõe discussões em torno dos modos pelos quais o passado torna-se o “ausente”, na medida em que certo presente é delimitado. Relações entre História, Museu e Literatura na escrita de Gustavo Barroso são analisadas com base nesse modo de ler a “operação historiográfica”, relacionando-a diretamente com indicações, ou sugestões, para a pesquisa sobre os usos dotempo

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This paper was published in OJS@FGV (Fundação Getulio Vargas).

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