PERIODIZAÇÃO EM BLOCO ATR: UMA REVISÃO NARRATIVA

Abstract

The block periodization created by Verkhoshanski has some limitations for the sport: long blocks and block A cause a decline in the performance. Based on these problems, the Russians Issurin and Kaverin developed the ATR block periodization in 1985 for the athlete to achieve several peaks. The objective of the narrative review was to explain ATR block periodization. Articles for the narrative review were selected from Google Scholar, Research Gate, and PubMed during August to October of 2024. The three blocks of this conception are structured according to the training residue in a defined sequence with a shorter block duration than Verkhoshanski's conception. The 1st block is the of accumulation with high training residue, the 2nd block is the of transformation with medium training residue, and the 3rd block is the of realization with low training residue. Although these blocks exist, it is necessary to include the recovery block to be used in the transition period. The ATR block periodization has 6 microcycles, but it is important to include the test microcycle and include the load in percentage in each microcycle. In conclusion, ATR block periodization is an interesting concept to be prescribed for individual and team sports.A periodização em bloco criada por Verkhoshanski possui algumas limitações para o esporte: blocos longos e o bloco A causa declínio na performance. Baseado nesses problemas, os russos Issurin e Kaverin elaboraram em 1985 a periodização em bloco ATR para o atleta atingir vários picos. O objetivo da revisão narrativa foi explicar a periodização em bloco ATR. Os artigos para a revisão narrativa foram selecionados no Google Acadêmico, no Research Gate e na PubMed durante agosto a outubro de 2024. Os três blocos dessa concepção são estruturados conforme o resíduo do treino em uma sequência definida com menor duração do bloco do que a concepção de Verkhoshanski. O 1º bloco é o de acumulação com alto resíduo do treino, o 2º bloco é o de transformação com médio resíduo do treino e o 3º bloco é o de realização com baixo resíduo do treino. Apesar de existirem esses blocos, é necessário a inclusão do bloco de recuperação para ser usado no período de transição. A periodização em bloco ATR tem 6 microciclos, mas é importantes a inclusão do microciclo de teste e a inclusão da carga em percentual em cada microciclo. Em conclusão, a periodização em bloco ATR é uma interessante concepção para ser prescrita para esportes individuais e coletivos.A periodização em bloco criada por Verkhoshanski possui algumas limitações para o esporte: blocos longos e o bloco A causa declínio na performance. Baseado nesses problemas, os russos Issurin e Kaverin elaboraram em 1985 a periodização em bloco ATR para o atleta atingir vários picos. O objetivo da revisão narrativa foi explicar a periodização em bloco ATR. Os artigos para a revisão narrativa foram selecionados no Google Acadêmico, no Research Gate e na PubMed durante agosto a outubro de 2024. Os três blocos dessa concepção são estruturados conforme o resíduo do treino em uma sequência definida com menor duração do bloco do que a concepção de Verkhoshanski. O 1º bloco é o de acumulação com alto resíduo do treino, o 2º bloco é o de transformação com médio resíduo do treino e o 3º bloco é o de realização com baixo resíduo do treino. Apesar de existirem esses blocos, é necessário a inclusão do bloco de recuperação para ser usado no período de transição. A periodização em bloco ATR tem 6 microciclos, mas é importante a inclusão do microciclo de teste e a inclusão da carga em percentual em cada microciclo. Em conclusão, a periodização em bloco ATR é uma interessante concepção para ser prescrita para esportes individuais e coletivos

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This paper was published in Universidad del Tolima: Portal der Revistas.

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