A evolução do teste de substituição na Corte Constitucional da Colômbia

Abstract

Since the Colombian Constitutional Court established the constitutional replacement doctrine in 2003, there has been significant interest regarding its philosophical foundations, implications for the structure of the state, and political consequences. However, the study of the argumentative structure used by the Constitutional Court when applying this theory has been relatively sidelined from academic discussion. Therefore, this article presents an analysis of the evolution in the methodology of the replacement test using a qualitative methodology of jurisprudential review, that will explore the reasoning deployed by the Constitutional Judges, outlining their argumentative model and emphasizing cases where it has been modified. This article will demonstrate that the replacement test has not been immutable, evolving from a typical syllogism to a stage that appears to incorporate the principle of proportionality, allowing for the modulation of the intensity of control. Consequently, it will be concluded that none of the methods employed by the Constitutional Court satisfy the requirements to be considered rational according to the theory of legal argumentation.Desde que la Corte Constitucional formuló su teoría de la sustitución de la Constitución en el año 2003, se generó un interés sobre su fundamentación iusfilosófica, sus implicaciones en la estructura del Estado y sus consecuencias políticas. Sin embargo, el estudio de la estructura argumentativa usada por la Corte Constitucional al aplicar dicha teoría ha sido relativamente marginado de la discusión académica. Por eso, en este artículo se presenta un análisis sobre la evolución en la metodología del test de sustitución a partir de una metodología cualitativa de revisión jurisprudencial, donde se expondrán los razonamientos desplegados por los jueces constitucionales, esquematizando su modelo argumentativo y enfatizando aquellos casos donde aquel fue modificado. Este artículo demostrará que el test de sustitución no ha sido inmutable, sino que ha evolucionado desde un silogismo típico hasta una última etapa donde se evidencia el uso del principio de proporcionalidad, lo que permite la modulación de la intensidad del control. De esta forma, se concluirá que ninguno de los métodos usados por la Corte Constitucional logra satisfacer los requisitos para considerarse racionales conforme a la teoría de la argumentación jurídica; estos son, ser lógicos, completos, pertinentes y convincentes.Desde que a Corte Constitucional Colombiana estabeleceu sua teoria de substituição constitucional em 2003, houve um grande interesse na fundamentação filosófica da Teoria da Substituição, suas implicações na estrutura do Estado e suas consequências políticas. No entanto, o estudo da estrutura argumentativa utilizada pela Corte Constitucional ao aplicar essa teoria tem sido relativamente marginalizado nos debates acadêmicos. Por isso, este artigo apresenta uma análise sobre a evolução na metodologia do teste de substituição através de uma abordagem qualitativa de revisão jurisprudencial. Serão explorados os raciocínios empregados pelos juízes constitucionais, esquematizando-se seu modelo argumentativo e enfatizando os casos em que este foi modificado. Este artigo demonstrará que o teste de substituição não tem sido imutável, evoluindo de um silogismo típico para uma fase posterior em que parece ser utilizado o princípio da proporcionalidade, permitindo a modulação da intensidade do controle. Dessa forma, será concluído que nenhum dos métodos utilizados pela Corte Constitucional satisfaz os requisitos para ser considerado racional conforme a Teoria da Argumentação Jurídica, ou seja, eles devem ser lógicos, completos, pertinentes e convincentes

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Last time updated on 05/10/2025

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