O objetivo central do artigo é discutir a relevância dos grafites parietais de Pompeia como fonte para se compreender a diversidade do mundo romano e, também, sua potencialidade como material para ensino em sala de aula. Neste sentido, as discussões foram centradas em seus aspectos metodológicos, em especial em como abordar as paredes de Pompeia, argumentando que a língua latina não é algo fechado e inerte no contexto romano, mas vivo e dinâmico, em constante transformação, capaz de surpreender e desafiar nossas sensibilidades modernas. Para tanto, inicio com uma breve exposição sobre os grafites e as maneiras de estudá-los, para em seguida explorar alguns deles e discutir o potencial dessa documentação não só para produzir novos modelos para se pensar os antigos romanos, mas também como meio de estimular jovens estudantes a se interessarem pelo estudo da língua latina e suas contradições
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