Contratos e promessas na configuração das relações pessoais

Abstract

En este trabajo se aborda la función de los contratos y las promesas en la gestión de nuestras relaciones personales. Para ello, se analiza críticamente la tradición del contrato como promesa, tomando como referencia las teorías de Charles Fried y Dori Kimel. Luego de presentar las tesis principales de cada teoría, se exponen algunas de las dificultades que enfrentan para dar cuenta del fenómeno contractual. El artículo culmina sugiriendo que tanto las promesas como los contratos cumplen funciones de coordinación, cooperación y socialización importantes, pero solo los contratos nos permiten relacionarnos con otros en empresas colectivas altamente complejas, lo que amplía significativamente la autonomía personal de un modo que las promesas y otros arreglos informales no pueden igualar.This paper explores the role of contracts and promises in managing our personal relationships. It critically examines the tradition of viewing contracts as promises, with particular focus on the theories of Charles Fried and Dori Kimel. After outlining the main theses of each theory, the paper discusses some of the challenges they face in accounting for the contractual phenomenon. It concludes by suggesting that while both promises and contractsserve important functions of coordination, cooperation, and socialization, only contracts enable us to engage with others in highly complex collective endeavours. This capacity significantly expands personal autonomy in a way that promises and other informal arrangements cannot match.O trabalho trata da função dos contratos e das promessas na gestão de nossas relações pessoais. Para tanto, analisa criticamente a tradição do contrato como promessa, com base nas teorias de Charles Fried e Dori Kimel. Após apresentar as principais teses de cada autor, o texto expõe algumas das dificuldades enfrentadas por essas teorias para dar conta do fenômeno contratual. O artigo culmina sugerindo que tanto as promessas quanto os contratos cumprem funções importantes de coordenação, cooperação e socialização, mas somente os contratos permitem que nos relacionemos com os outros em iniciativas coletivas altamente complexas. Essa possibilidade amplia significativamente a autonomia pessoal, de um modo que as promessas e outros arranjos informais não conseguemigual

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Revista de la Facultad de Derecho (Universidad de la República)

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Last time updated on 10/08/2025

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