Ocupa UFMG 2016 : a experiência da ocupação estudantil e a construção de sentidos da docência

Abstract

Além de um espaço de luta e ação social orientada para inserção na macropolítica brasileira, as ocupações estudantis de 2016 provocaram a criação de tempos e espaços outros para as instituições de educação, gerando impactos na formação de saberes sobre educação e política naqueles que participaram deste movimento. De maneira especial, temos a participação dos estudantes de licenciaturas, que, em seus processos de formação docente, se inseriram e construíram as ocupações. Por essa razão, é possível concebê-las como espaços alternativos de formação docente, uma vez que trouxeram impactos nas subjetividades dos sujeitos dos professores que ocuparam a Universidade, orientadas na produção de práticas, metodologias e currículos que politizaram a educação e transformaram as diferentes significações que traziam sobre a docência. Essa dissertação buscou mapear as subjetividades a partir da identificação dos sentidos de docência apreendidos pelos professores e professoras, que participaram das ocupações da UFMG enquanto licenciandos. A metodologia utilizada para a construção da pesquisa foi a entrevista semiestruturada e os núcleos de significação. A partir disso, verificou que as ocupações trouxeram impactos na concepção de docência dos professores, de forma especial, em relação à política, ao trabalho com as juventudes e a constituição de uma humana docência.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superio

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Repositório Institucional UFMG (Univ. Federal de Minas Gerais)

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Last time updated on 27/07/2025

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