Eficiencia en la asignación de recursos en las unidades de salud de Río de Janeiro

Abstract

Efficient resource allocation is essential to ensure equity and quality in healthcare services, especially within the framework of the Brazilian Unified Health System (SUS). This study analyzes the operational efficiency of healthcare units in the city of Rio de Janeiro, considering regional inequalities in the distribution of human and structural resources among Programmatic Areas (APs). Using a quantitative approach based on Multilevel Analysis and Data Envelopment Analysis (DEA), indicators of productivity, resolvability, and waiting times were evaluated. The results show that APs 3.3 and 5.1 exhibit lower operational efficiency, while units in AP 2.1 perform better, suggesting that factors such as infrastructure, workforce availability, and digitization significantly influence outcomes. Based on these findings, it is recommended to implement strategies to rebalance workforce distribution, expand telemedicine services, invest in digital healthcare systems, and strengthen primary care. The analysis highlights the importance of evidence-based public policies to optimize resource allocation and reduce inequalities in healthcare access. Furthermore, future studies should evaluate the impact of implemented policies and explore alternative financing models to enhance the efficiency of SUS.La asignación eficiente de recursos es esencial para garantizar la equidad y la calidad de los servicios de salud, especialmente en el contexto del Sistema Único de Salud (SUS). Este estudio analiza la eficiencia operativa de las unidades de salud del municipio de Río de Janeiro, considerando las disparidades regionales en la distribución de recursos humanos y estructurales entre las Áreas Programáticas (APs). Utilizando un enfoque cuantitativo basado en Análisis Multinivel y Análisis de Envolvente de Datos (DEA), se validaron indicadores de productividad, resolución y tiempo de espera. Los resultados muestran que los AP 3.3 y 5.1 presentan menor eficiencia operativa, mientras que las unidades ubicadas en el AP 2.1 muestran mejor desempeño, lo que sugiere que factores como infraestructura, disponibilidad de profesionales y tecnología de la información influyen significativamente en los resultados.Con base en nuestros hallazgos, recomendamos implementar estrategias para reequilibrar la distribución de equipos, ampliar el uso de la telemedicina, invertir en la digitalización de servicios y fortalecer la atención primaria. El análisis destaca la importancia de las políticas públicas basadas en evidencia para optimizar la asignación de recursos y reducir las brechas de acceso a los servicios de salud. Además, sugiere la realización de estudios futuros para evaluar el impacto de las políticas implementadas y explorar modelos alternativos de financiamiento que puedan mejorar la eficiencia del SUS.A alocação eficiente de recursos é essencial para garantir a equidade e a qualidade dos serviços de saúde, especialmente no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). Este estudo analisa a eficiência operacional das unidades de saúde do município do Rio de Janeiro, considerando as desigualdades regionais na distribuição de recursos humanos e estruturais entre as Áreas Programáticas (APs). Utilizando uma abordagem quantitativa baseada em Análise Multinível e Análise Envoltória de Dados (DEA), foram avaliados indicadores de produtividade, resolutividade e tempo de espera. Os resultados demonstram que as APs 3.3 e 5.1 apresentam menor eficiência operacional, enquanto unidades localizadas na AP 2.1 apresentam melhor desempenho, sugerindo que fatores como infraestrutura, disponibilidade de profissionais e informatização influenciam significativamente os resultados. Com base nos achados, recomenda-se a implementação de estratégias para reequilibrar a distribuição de equipes, expandir o uso da telemedicina, investir na digitalização dos serviços e fortalecer a atenção primária. A análise destaca a importância de políticas públicas baseadas em evidências para otimizar a alocação de recursos e reduzir as desigualdades no acesso aos serviços de saúde. Além disso, sugere-se a realização de estudos futuros para avaliar o impacto das políticas implementadas e explorar modelos alternativos de financiamento que possam melhorar a eficiência do SUS

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Last time updated on 13/07/2025

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