For decades, vitamin K antagonists such as warfarin have been the standard anticoagulant treatment, despite the clinical management challenges they present. In contrast, direct oral anticoagulants (DOACs) offer fewer complications and therapeutic advantages. These are classified into thrombin inhibitors (dabigatran) and factor Xa inhibitors (rivaroxaban, apixaban, edoxaban). Approximately 10% of anticoagulated patients will require some form of surgery, including oral surgery. In this context, the objective of this review was to update oral surgical management in anticoagulated patients and to familiarize dentists with protocols for warfarin and DOAC users. Discontinuing anticoagulant therapy carries significant and even fatal risks, which in many cases outweigh the benefits of reducing bleeding during oral surgery. It is concluded that anticoagulant therapy should only be suspended for procedures with a high risk of bleeding, and it is essential to evaluate the bleeding risk of the procedure beforehand and apply hemostatic measures when necessary.Durante décadas, los antagonistas de la vitamina K, como la warfarina, han constituido el tratamiento anticoagulante de referencia, a pesar de las dificultades asociadas a su manejo clínico. En contraste, los anticoagulantes orales de acción directa (ACOD) ofrecen menos complicaciones y ventajas terapéuticas. Estos se dividen en inhibidores de la trombina (dabigatrán) e inhibidores del factor Xa (rivaroxabán, apixabán, edoxabán). Aproximadamente, el 10 % de los anticoagulados requerirán alguna cirugía, incluida la bucal. En este contexto, el objetivo de esta revisión fue actualizar el conocimiento sobre el manejo quirúrgico bucodental en pacientes anticoagulados y familiarizar a los odontólogos con los protocolos en usuarios de warfarina y ACOD. Suspender la terapia anticoagulante implica riesgos significativos e incluso fatales, superando en muchos casos los beneficios de reducir el sangrado en una cirugía bucal. Se concluye que la suspensión de los anticoagulantes solo debe considerarse en procedimientos con alto riesgo de sangrado, siendo indispensable evaluar previamente el riesgo hemorrágico del procedimiento y aplicar medidas hemostáticas en caso sea necesario.Durante décadas, os antagonistas da vitamina K, como a varfarina, foram a terapia anticoagulante padrão ouro, apesar das dificuldades associadas ao seu manejo clínico. Em contraste, os anticoagulantes orais de ação direta (DOAC) oferecem menos complicações e vantagens terapêuticas. Eles são divididos em inibidores de trombina (dabigatran) e inibidores do fator Xa (rivaroxaban, apixaban, edoxaban). Aproximadamente 10% das pessoas anticoaguladas precisarão de cirurgia, inclusive cirurgia oral. Nesse contexto, o objetivo desta revisão foi atualizar o manejo cirúrgico oral em pacientes anticoagulados e familiarizar os dentistas com os protocolos em usuários de varfarina e DOAC. A interrupção da terapia anticoagulante envolve riscos significativos e até mesmo fatais, superando em muitos casos os benefícios da redução do sangramento em cirurgia bucal. Conclui-se que a descontinuação de anticoagulantes só deve ser considerada em procedimentos com alto risco de sangramento, com avaliação prévia do risco hemorrágico do procedimento e aplicação de medidas hemostáticas, se necessário
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