Apresentaremos de forma clara e concisa a hipótese: que a refratariedade a agonistas e
antagonistas em psicofarmacologia pode, em alguns casos, decorrer não apenas de mecanismos
clássicos como downregulation ou polimorfismos genéticos, mas de um fenômeno funcional
em que o receptor neuronal “rejeita” ou impede o engajamento e internalização do agonista ou
fármaco. Essa rejeição configuraria um novo alvo terapêutico em casos de transtornos mentais
resistentes ao tratamento
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