Este artigo tem como objetivo analisar o uso da partícula apassivadora “se” como sujeito da oração por alunos de uma escola pública em Abaetetuba/Pará, buscando entender possíveis variações nesse uso. Os objetivos específicos são: a) Discutir sobre a partícula apassivadora no âmbito da Sociolinguística Variacionista em contraponto ao que está presente na tradição gramatical e b) Apresentar os procedimentos metodológicos utilizados nesta pesquisa, assim como a análise dos dados obtidos. Logo, esta análise fundamenta-se no âmbito da Sociolinguística à luz de Bortoni-Ricardo; Bagno (2015) sobre a Partícula Apassivadora “se”; entre outros autores. Como resultado, a concordância do verbo com “se” foi crucial para observar uma variante comum entre falantes brasileiros, como indicado por Bagno (2015) e, logo, os alunos mantiveram o verbo no singular para preservar o sentido das orações
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