Em Portugal, as perturbações de ansiedade e de humor são as mais comuns (Wang
et al., 2011). O exercício físico tem vindo a ser relatado na literatura como uma
forma de intervenção para o tratamento destas perturbações (Stonerock et al., 2015;
Wegner et al., 2014; Khanzada et al., 2015; Carek et al., 2011), no entanto, são poucos
os estudos que avaliam o impacto imediato da prática de exercício físico, bem como
os que estudam o efeito na população clínica, uma vez que, o público-alvo na maioria
dos estudos é a população geral e avaliam os efeitos a médio ou longo prazo (Chang
et al., 2012; Oberste et al., 2021). O presente estudo teve como principal objetivo
avaliar o impacto imediato do exercício físico na população clínica, mais
especificamente, em indivíduos com sintomas depressivos e de ansiedade. Nesse
sentido, foi efetuada a comparação entre indivíduos da população clínica e da
população não clínica, em termos da intensidade dos sintomas depressivos e de
ansiedade apresentada antes e após a prática de exercício físico, bem como, nos
níveis de bem-estar geral.N/
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