CHEMICAL CONTROL OF SOYBEAN AND COTTON VOLUNTEER PLANTS RESISTANT TO DICAMBA

Abstract

Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar alternativas para controle químico de plantas voluntárias de soja e algodão, comparando-se cultivares comerciais tolerantes ao glyphosate com novos cultivares transgênicos tolerantes ao herbicida dicamba, em dois estádios fenológicos de aplicação. Quatro experimentos independentes foram desenvolvidos em casa-de-vegetação, repetidos por dois anos sucessivos. Em vasos, simulou-se a infestação de plantas voluntárias de algodão e soja, com dois materiais genéticos distintos. Para a cultura do algodão, adotou-se um cultivar tolerante ao glyphosate (Roundup Ready Flex®) e outro cultivar tolerante a dicamba e a glufosinato de amônio (DGT). O mesmo experimento foi repetido em plantas com duas ou quatro folhas definitivas. Para a soja, adotou-se um cultivar tolerante ao glyphosate (Intacta®) e outro tolerante ao glyphosate e ao dicamba (Xtend®). O mesmo experimento foi repetido em plantas com dois ou quatro trifólios completamente expandidos. O momento de aplicação e a dose dos herbicidas são fatores mais importantes a serem observados para atingir o controle consistente das plantas para cada tecnologia, principalmente para os herbicidas de contato. Quando os tratamentos foram aplicados no estádio e na dose recomendada, não foram observadas diferenças significativas de controle entre tecnologias presentes nos cultivares. Desta forma, independente das tecnologias contidas nos cultivares, as plantas voluntárias de algodão poderão ser controladas com 2,4-D, paraquat e flumiclorac, enquanto que as de soja com 2,4-D, paraquat e atrazina.This work was conducted with the objective of evaluating alternatives for chemical control of soybean and cotton volunteer plants, comparing glyphosate-resistant commercial cultivars to new transgenic cultivars resistant to dicamba, in two growth stages. Four independent trials were designed in the greenhouse, repeated for two consecutive years. Infestation of cotton and soybean volunteer plants was simulated in plastic pots with two distinct genetic materials. For cotton, a glyphosate-resistant (Roundup Ready Flex®) and a dicamba and glufosinate-ammonium tolerant (DGT) cultivars were used. The same experiment was repeated on plants with two or four leaves. For soybean, a glyphosate-resistant cultivar (Intacta®) and a glyphosate and dicamba-resistant cultivar (Xtend®) were evaluated. The same experiment was repeated on plants with two or four completely expanded trifoliate leaves. In conclusion, the timing of application and herbicide rate are most important factors for consistent control of volunteer plants with different technologies, especially for contact herbicides. When herbicides were applied in early growth stage and using the recommended rate, no differences were observed across technologies present in the cultivars. Therefore, independently of the technology present in cultivars, cotton plants can be controlled by 2,4-D, paraquat and flumiclorac, while soybean plants can be controlled with 2,4-D, paraquat and atrazine

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RBH - Revista Brasileira de Herbicidas / Brazilian Herbicide Journal

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Last time updated on 30/11/2020

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