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O que faz o farmacêutico no NASF?

By Carina Akemi Nakamura

Abstract

Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Farmácia, Florianópolis, 2013Em 2008 foi criado no Brasil o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) com o objetivo de apoiar a inserção da Estratégia de Saúde da Família, ampliando a abrangência e o escopo das ações da atenção básica (AB), bem como sua resolutividade. Para isso, o NASF deve atuar em diversas áreas estratégicas, com políticas que incluem a Atenção Básica, a Promoção da Saúde e a Assistência Farmacêutica. A inserção do farmacêutico nessa equipe e neste novo contexto representa uma oportunidade de mudança do seu processo de trabalho. Assim, investigou-se a construção do processo de trabalho e da promoção da saúde pelo farmacêutico no NASF de um município do sul do Brasil. Dessa forma, foi realizada uma revisão integrativa da literatura sobre a promoção da saúde na área farmacêutica e uma pesquisa de campo, de abordagem qualitativa, para observação do processo de trabalho e as atividades de promoção da saúde dos farmacêuticos. A revisão integrativa demonstrou que o uso do termo promoção da saúde está limitado à reorientação do serviço da farmácia e mudança de hábitos pessoais, traduzindo-se em estratégias para transmissão de informações sobre medicamentos e seus usos, cuidados preventivos e combate a hábitos prejudiciais à saúde. O estudo do processo de trabalho foi analisado em suas vertentes de atendimento de demanda de serviços farmacêuticos e a função de apoiador, com o desenvolvimento do trabalho autônomo e ao mesmo tempo limitador. Já o estudo da promoção da saúde demonstrou que o processo de trabalho revela um conceito de promoção da saúde condizente com a literatura, além do desenvolvimento de atividades tanto para os usuários quanto para equipes de Saúde da Família, sendo constatadas importantes barreiras e (algumas) possibilidades para o desenvolvimento pontual dessas ações. Conclui-se que a falta de planejamento e objetivo claro para o trabalho no NASF, além da deficiência de serviços farmacêuticos na AB torna o desenvolvimento de qualquer tipo de atividade (gerencial ou assistencial) importante e necessário, mesmo não atendendo integralmente a expectativa da proposta do NASF.<br

Topics: Farmácia, Saúde coletiva, Saúde pública
Year: 2013
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.RI_UFSC:oai:repositorio.ufsc.br:123456789/107003
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