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Models of the epidemic data of leprosy contacts

By Haroldo Jos?? de Matos

Abstract

A hansen??ase continua sendo um problema de sa??de p??blica neste in??cio do terceiro mil??nio da era crist??. Em particular, ?? um problema s??rio nas ??reas tropicais do planeta. A campanha de elimina????o da hansen??ase, patrocinada pela OMS, e centrada na detec????o e tratamento de casos novos da doen??a, alcan??ou um relativo sucesso na redu????o da taxa de preval??ncia global da doen??a. Seu objetivo ?? reduzir a taxa de preval??ncia para um valor abaixo de 1 caso por 10.000 habitantes at?? o ano 2000. Entretanto, em algumas ??reas, o coeficiente de detec????o de casos novos continua crescendo, inclusive no Brasil, que apresenta uma taxa de preval??ncia ainda alta, de 4,33/10.000 e um coeficiente de detec????o de 25,86/100.000. A vigil??ncia de contatos se constitui um instrumento importante no controle da doen??a. No ambulat??rio Souza Ara??jo da Fiocruz, Rio de Janeiro, foi iniciado um programa de acompanhamento de contatos em 1987, apoiado pela OMS. At?? o momento, mais de 3000 contatos j?? foram registrados no programa. O objetivo foi o de estimar as taxas de incid??ncia na coorte de contatos da Fiocruz, bem como caracterizar fatores de risco associados ao adoecimento e ?? infec????o. Foram utilizados modelos estat??sticos para a consecu????o destes objetivos, como modelos de regress??o log??stica, modelos de sobrevida n??o param??tricos, semi-param??tricos e param??tricos. A taxa de incid??ncia da doen??a entre os contatos foi estimada em 0,01694 pessoas-ano em cinco anos de acompanhamento (os cinco primeiros anos da coorte), a partir do momento do diagn??stico do caso prim??rio. Os fatores associados ao adoecimento foram: 1) n??o vacina????o pelo BCG; 2) rea????o de Mitsuda negativa; e 3) forma cl??nica multibacilar do caso prim??rio, em especial os casos com um ??ndice Bacilosc??pico elevado ao final do tratamento (>1). Os fatores associados ?? infec????o, avaliada enquanto soropositividade para IgM anti-PGL1, foram: 1) Idade baixa (>20 anos); 2) Medidas baixas da rea????o de Mitsuda (menor do que 5 mm); 3) Indice bacilosc??pio do caso prim??rio elevado. As conclus??es do trabalho apontam para a necessidade de medidas adicionais de controle da incid??ncia da hansen??ase nos pa??ses com alto coeficiente de detec????o, incluindo a vacina????o dos contatos pelo BCG, dosagem de IgM anti-PGL1, al??m de controle dos pacientes rec??m-tratados, em especial a caracteriza????o de seu ??ndice bacilosc??pico

Topics: HANSENIASEsepidemiol, ESTUDOS DE COORTES, FATORES DE RISCO
Year: 2000
OAI identifier: oai:agregador.ibict.br.RI_FIOCRUZ:oai:localhost:icict/4481
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