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Aortofemoral thromboendarterectomy Trombendarterectomia aorto-femoral

By Eduardo Toledo de Aguiar, Alex Lederman, Cid José Sitrângulo Júnior and Pedro Puech-Leão

Abstract

PURPOSE: To study whether endarterectomy is feasible in all patients with aortofemoral atherosclerotic obstruction, considering early and late results. METHODS: A clinical, prospective, and descriptive study carried out in a university hospital. Inclusion criteria were atherosclerotic aortofemoral obstructive disease, clinical status compatible with major surgery, and absence of prior restorative procedure. Exclusion criteria were aneurysm, inflammatory arterial disease, and prior restorative procedure found during surgery. Eighty patients entered the protocol, but 9 were excluded (11.2%). Seventy-one patients, mean age of 57.3 years, underwent endarterectomy. Operative indications were intermittent claudication and critical ischemia. A ring-stripper endarterectomy technique was employed in all patients. Results were related to age, gender, symptoms, presence of diabetes mellitus, extension of endarterectomy, and extent of obstructive disease. Chi square or Fisher exact tests were used when appropriate, and the Wilkoxon (Gehan) test was used to compare survival curves. RESULTS: Sixty-eight (100%) endarterectomies were patent at discharge. The mortality rate was 4.2%. The amputation rate (4.3%) was higher in diabetic patients and when there was associated femoropopliteal obstruction. The 5-year survival rate was 83.3%, and late deaths were mostly cardiovascular. Diabetes mellitus, age above 65 years, and associated femoropopliteal obstruction lowered the survival rate. The 5-year patency rate was 87.0%. Critical ischemia and less extensive endarterectomies were associated with a lower patency rate. There were no anastomotic aneurysms or deep infections. CONCLUSIONS: Aortofemoral thromboendarterectomy is feasible in 90% of patients, early mortality rate is low, diabetic patients and those with associated femoropopliteal obstructive disease have a higher mortality rate, amputation rate is low, late deaths are mostly cardiovascular, and late patency rate is high, and even higher in the intermittent claudication group.<br>OBJETIVO: Estudar a exeqüibilidade da trombendarterectomia em todos os portadores de obstrução aortilíaco-femoral aterosclerótica, seus resultados imediatos e tardios. MÉTODO: Trabalho clínico, prospectivo e descritivo feito em hospital universitário. Os critérios de inclusão foram: obstrução aortilíaco-femoral aterosclerótica associada ou não a obstruções fêmoro-poplíteas, condições clínicas para suportar cirurgia de grande porte e ausência de restaurações arteriais nos territórios aortofemoral e fêmoro-poplíteo. Os critérios de exclusão foram: aneurismas, doença arterial inflamatória e restauração arterial prévia reconhecidos apenas no ato cirúrgico. Foram incluídos 80 doentes. Nove (11,2%) foram excluídos. Participaram do estudo 71 doentes, 54 homens (76,1%) e 17 mulheres (23,9%), com média de idades igual a 57,3+9,9 anos. As indicações cirúrgicas foram claudicação intermitente e isquemia crítica. A técnica da trombendarterectomia com anéis foi empregada em todos doentes. Os resultados foram relacionados: a idade, sexo, queixa, diabetes mellitus, extensão da trombendarterectomia, extensão da doença obstrutiva arterial. Para a análise estatística foram empregados os testes de Qui quadrado ou exato de Fisher quando necessários e Wilkoxon (Gehan) para comparação de curvas de sobrevivência. RESULTADOS: Sessenta e oito (100%) restaurações estavam pérvias. A obstrução imediata ocorreu em 13 (18,3%) doentes e 12 foram reoperados com sucesso. Não houve diferenças significativas na distribuição das reoperações em relação às variáveis estudadas. Houve três amputações (4,2%) no grupo de isquemia crítica. A mortalidade foi 4,2% e aumentou significativamente nos pacientes diabéticos e nos que apresentaram obstruções fêmoro-poplíteas associadas. Após cinco anos 87,0±5,6% das restaurações estavam pérvias; isquemia crítica e endarterectomias aorto-ilíacas ou ilíaco-femorais estavam associadas à durabilidade menor. Após cinco anos 85,3±5,8% dos doentes estavam vivos; diabetes, idade acima de 65 anos e obstruções fêmoro-poplíteas associadas estavam relacionadas à diminuição da sobrevida dos pacientes. CONCLUSÕES: A trombendarterectomia pode ser aplicada em aproximadamente 90% dos casos de obstruções ateroscleróticas aortilíaco-femorais, a mortalidade imediata é aceitável, a taxa de amputações maiores imediatas é baixa, a taxa de reoperações imediatas é mais alta, os óbitos tardios são de causa cárdio-vascular na sua maioria, a restauração é durável principalmente quando indicada para tratamento da claudicação intermitente

Topics: Aorta, Artéria ilíaca, Endarterectomia, Aterosclerose, Restauração arterial, Aorta, Iliac artery, Endarterectomy, Atherosclerosis, Arterial reconstructive surgery, LCC:Medicine (General), LCC:R5-920, LCC:Medicine, LCC:R, DOAJ:Medicine (General), DOAJ:Health Sciences
Publisher: Faculdade de Medicina / Universidade de São Paulo - FM/USP
Year: 2002
DOI identifier: 10.1590/S0041-87812002000400005
OAI identifier: oai:doaj.org/article:1b7727a590734d07aae7e05390811684
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