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Water-contact patterns and schistosoma mansoni infection in a rural community in northeast Brazil Padrões de contato com a água e infecção por Schistosoma mansoni em comunidade rural do Nordeste Brasileiro

By Eduardo Mota and Adrian C. Sleigh

Abstract

We evaluated the influence of water-related human activities, contaminative behaviour, house location, education and socio-economic status on endemic Schistosoma mansoni infection. The study was conducted in a hilry non-irrigated area of rural northeast Brazil amongst a defined population of subsistence farmers, of whom 93% were infected by age 20. The area was mapped, water bodies were surveyed, and a detailed questionnaire was performed on each household. Infection was assessed by duplicate stool examinations using the sensitive Bell technique to quantify egg excretion. For each household, and index of intensity of infection was computed by grouping individual log-transformed egg counts as an age-sex adjusted Z score. Few households had a sanitary installation or a domestic water supply. However, neither water-contact nor contaminative behavior were indiscriminate. The people made considerable effort to defaecate far from a water source, to obtain household drinking water from the cleanest source, and to bathe only at certain sites where privacy is assured. Land ownership and literacy correlated poorly with the household index of intensity of infection. The key influence on infection status was the relative location of the house and snail-free or snail colonized water sources. In this area, a safe domestic water supply is the critical input needed to achieve definitive control of endemic Schistosomiasis.<br>Este estudo analisa a relação entre as ca racterísticas da infecção por S. mansoni e o padrão de contato com água, os hábitos de higiene, a localização do domicílio, o nível educacional e as condições sócio-econômicas, em uma população definida residente na zona endêmica de Castro Alves, Bahia, Brasil. A área de estudo é típica de zonas rurais do Nordes te, com relevo acidentado e sua população dedica-se à lavoura não irrigada de fumo e mandioca. Após o mapeamento da área e um inquérito malacológico completo, foi aplicado um questionário para cada família com questões referentes às atividades de contato com água, tempo de exposição, condições de habitação e características sócio-econômicas. A prevalência e a intensidade de infecção por S. mansoni foram obtidas usando-se a técnica de Bell para a contagem de ovos nas fezes. A análise dos dados incluiu o cálculo de um índice de infecção da família utilizando-se a contagem de ovos por grama de fezes de cada indivíduo. Poucas casas tinham instalações sanitárias ou fonte de água para uso doméstico, entretanto, os hábitos de defecação e de contato com água não eram indiscriminados, observando-se que os indivíduos dispendiam esforço considerável em busca de água mais limpa para beber e para tomar banho, evitando defecar próximo às fontes de água. A propriedade da terra e o nível educacional não mostraram-se correlacionados com o índice de infecção. O fator que pareceu influenciar a maior ou menor prevalência de infecção por S. mansoni foi a localização das casas em relação à distância de uma fonte de água não colonizada por Biomphalaria glabrata

Topics: Schistosoma mansoni, Schistosomiasis, Transmission, LCC:Medicine (General), LCC:R5-920, LCC:Medicine, LCC:R, DOAJ:Medicine (General), DOAJ:Health Sciences
Publisher: Instituto de Medicina Tropical
Year: 1987
DOI identifier: 10.1590/S0036-46651987000100001
OAI identifier: oai:doaj.org/article:a627177819a64857ae60abb2b978f9d2
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