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VALOR NUTRITIVO DA CASCA DE CAFÉ (Coffea arabica L.) TRATADA COM HIDRÓXIDO DE SÓDIO E/OU URÉIA SUPLEMENTADA COM FENO DE ALFAFA (Medicago sativa L.) NUTRITIVE VALUE OF COFFEE (Coffea arabica L.) HULLS TREATED WITH SODIUM HYDROXIDE AND/OR UREA SUPPLEMENTED WITH ALFALFA (Medicago sativa L.) HAY

By Rodrigo Afonso Leitão, Paulo César de Aguiar Paiva and Carlos Alberto Pereira de Rezende

Abstract

<!-- @page { margin: 2cm } --> <p class="western" align="justify">O objetivo deste trabalho foi avaliar o valor nutritivo da casca de café tratada ou não com hidróxido de sódio e/ou uréia. Foram utilizados vinte carneiros, em blocos casualizados, com quatro blocos e cinco tratamentos constituídos de 50% de feno de alfafa e 50% de casca de café tradada ou não, assim distribuídos: T1-feno de alfafa e casca de café pura; T2-feno e casca de café + 5% uréia; T3-feno e casca de café + 1,5% NaOH; T4-feno e casca de café + 1,5% NaOH + 5% uréia; T5-100% feno de alfafa. O tratamento da casca de café com uréia propiciou apenas aumento no teor de proteína bruta (PB), e com NaOH não provocou alterações na composição química. A casca tratada ou não provocou depressão no consumo. Houve diferença entre os tratamentos quanto ao consumo de proteína digestível (CPD), consumo de energia digestível (CED) e digestibilidade aparente da proteína bruta (DAPB). Considerando-se a composição bromatológica e a digestiblidade da casca de café pura, ela é um subproduto que pode ser aproveitado pelos ruminantes. Devido ao baixo consumo da casca de café tratada ou não, deve-se fornecêla junto a outro alimento de melhor valor nutritivo, principalmente com um melhor teor de energia.</p> <p class="western" align="justify">PALAVRAS-CHAVE: Consumo; digestibilidade; ruminantes; subprodutos agrícolas.</p> <!-- @page { margin: 2cm } --> <p class="western" align="justify">The aim of this work was to assess the nutritive value of coffee hulls treated with sodium hydroxide and urea. Twenty sheeps were utilized in a randomized block design, with four blocks and five treatments combining 50% alfalfa hay and 50% treated or untreated coffee hulls, as follows: T1-alfalfa hay and pure coffee hulls; T2-hay and coffee hulls + 5% urea; T3-hay + coffee hulls + 1.5% NaOH; T4-hay + coffee hulls + 1.5% NaOH + 5% urea; T5-100% hay. The treatment coffee hulls with urea resulted only in increased crude protein content. The treatment with NaOH did not resulted in any changes in the chemical composition. Hulls, whether treated or not, caused intake reduction. There were differences among treatments as the digestible protein intake, digestible energy intake, and apparent digestibility of crude protein. Given the bromatological composition and digestibility of pure coffee hulls, we can conclude that it is a byproduct can be utilized by ruminants. For low consumption of coffee hulls, it should only be used together with another fodder with higher nutritional value, particularly with a higher energy content.</p> <p class="western">KEY-WORDS: Agricultural byproducts; digestibility; intake; ruminants.</p&gt

Topics: Consumo, digestibilidade, ruminantes, subprodutos agrícolas, Agriculture (General), S1-972
Publisher: Universidade Federal de Goiás
Year: 2007
DOI identifier: 10.5216/pat.v35i1.2283
OAI identifier: oai:doaj.org/article:5697a15eda9b49bf9d2b4e6dfa89175b
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