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Autopercepção da saúde entre adultos e idosos usuários da Atenção Básica de Saúde

By Ivana Loraine Lindemann, Natasha Rodrigues Reis, Gicele Costa Mintem and Raúl Andrés Mendoza-Sassi

Abstract

Resumo Com o objetivo de avaliar a autopercepção negativa da saúde entre usuários da atenção básica de saúde, foi realizado um estudo transversal com 1246 adultos e idosos, de ambos os sexos, em Pelotas, RS. A prevalência da autopercepção negativa da saúde foi referida por 41,6% dos entrevistados. As mulheres, aqueles que não estavam trabalhando, que referiram diagnóstico de três ou mais doenças crônicas não transmissíveis, que estavam em insegurança alimentar e não praticavam atividade física relataram em maior proporção, a autopercepção negativa da saúde. Enquanto que os usuários com no mínimo o ensino superior e aqueles cujos domicílios tinham quatro ou mais moradores foram menos predispostos ao desfecho. A elevada prevalência de autopercepção negativa da saúde nessa população, bem como as associações encontradas, indicam a necessidade de maior entendimento sobre a influência desses fatores na procura pelo atendimento e, consequentemente, na adesão ao tratamento

Topics: Autopercepção, Condições de saúde, Atenção primária à saúde, Public aspects of medicine, RA1-1270
Publisher: Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva
DOI identifier: 10.1590/1413-81232018241.34932016
OAI identifier: oai:doaj.org/article:27f62ea42ee8431591901c36e7171866
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