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Blunt cerebrovascular injuries Traumatismo cerebrovascular contuse

By C. Clay Cothren and Ernest E. Moore

Abstract

Over the past decade, the recognition and subsequent management of blunt cerebrovascular injuries has undergone a marked evolution. Originally thought to be a rare occurrence, blunt cerebrovascular injuries are now diagnosed in approximately 1% of blunt trauma patients. The recognition of a clinically silent period allows for angiographic screening for injuries based upon the mechanism of trauma and the patient's constellation of injuries. Comprehensive screening of patients has resulted in the early diagnosis of blunt cerebrovascular injuries during the asymptomatic phase, thus allowing treatment that could prevent neurologic sequelae. Although the ideal regimen of antithrombotic therapy is yet to be determined, treatment with either antiplatelet or anticoagulant agents has been shown to reduce the blunt cerebrovascular injuries related stroke rate. Blunt cerebrovascular injury is a rare but potentially devastating injury; appropriate angiographic screening in high-risk patients should be performed and prompt treatment initiated to prevent ischemic neurologic events.<br>Durante a década passada, o reconhecimento e tratamento do traumatismo cerebrovascular contuso, sofreu importante evolução. Este tipo de ferimento era considerado como ocorrência rara, mas atualmente o quadro é diagnosticado em cerca de 1% dos pacientes. O reconhecimento da existência de um período clínico silencioso permite uma seleção angiográfica baseada no mecanismo de trauma e na sistematização dos ferimentos dos pacientes. A avaliação sistemática e a suspeita diagnóstica precoce destes pacientes tem resultado em rápido confirmação durante a fase assintomática, permitindo a instauração de tratamento cuja meta é impedir o desenvolvimento de seqüelas neurológicas. Embora o tratamento ideal, antitrombótico, ainda precise ser determinado, o uso de agentes antiplaquetários ou anticoagulantes reduz a incidência de lesões cerebrovasculares relacionada a fenômenos tromboembolíticos. O traumatismo cerebrovascular contuso é raro, porém devastador. A seleção angiográfica apropriada em pacientes de alto risco deve ser realizada e o tratamento deve ser imediatamente iniciado para impedir eventos neurológicos isquêmicos

Topics: Artéria, Carótida, Contuso, Cerebrovascular, Infarto, Ferimento, Vertebral, Artery, Carotid, Blunt, Cerebrovascular, Stroke, Injury, Vertebral, Medicine (General), R5-920, Medicine, R, DOAJ:Medicine (General), DOAJ:Health Sciences
Publisher: Faculdade de Medicina / USP
Year: 2005
DOI identifier: 10.1590/S1807-59322005000600011
OAI identifier: oai:doaj.org/article:47914f42aa024f7b884fdef693663b90
Journal:
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