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Dominio cultural del autocuidado en diabeticos tipo 2 con y sin control glucémico en México Domínio cultural do autocuidado em pacientes com diabetes tipo 2 com e sem controle glicêmico no México Cultural domain of self-care in type 2 diabetes patients with and without blood glucose control in Mexico

By Ana L Salcedo-Rocha, Javier E García de Alba-García and Elizabeth Sevila

Abstract

OBJETIVO: Analisar los principales elementos relacionados con el dominio cultural del autocuidado de la salud, entre pacientes con diabetes tipo 2 con y sin controle glucémico. MÉTODOS: Estudio descriptivo en 57 diabéticos controlados y 76 sin control glucémico, con promedio de 60 años de edad en una clínica del Seguro Social en México en 2003. Se aplicaron técnicas de antropología cognitiva de listas libres y cuestionario estructurado para obtener modelo semántico y promedio de conocimiento cultural a seis preguntas sobre su padecimiento por análisis de consenso. RESULTADOS: Los datos sociodemográficos de ambos grupos no mostraron diferencias significativas. Todos los modelos de respuesta comparados presentaron estructuras semánticas similares, con excepción a: "Qué se entiende como ejercicio" (p<0.05). El promedio de conocimiento cultural sobre los aspectos analizados fue similar en ambos grupos, solamente el nivel de conocimiento relacionado a "Cómo debe ayudar la familia a un adulto para estar sano" fue estadísticamente significativamente mayor en pacientes controlados. CONCLUSIONES: Los hallazgos muestran a diferente estructura semántica sobre la concepción del ejercicio entre los grupos de pacientes y la diferencia en el promedio de conocimiento cultural sobre el apoyo familiar para la salud de paciente. Estas informaciones deben ser tomadas en cuenta al elaborar programas educativos, de auto atención y atención médica adaptados a la cultura del paciente con diabetes tipo 2.<br>OBJETIVO: Analisar os principais elementos relacionados ao domínio cultural do autocuidado da saúde entre pacientes com diabetes tipo 2, com ou sem controle glicêmico. MÉTODOS: Estudo descritivo com 57 diabéticos com controle glicêmico e 76 sem controle, com média de 60 anos de idade em clínica de seguro social no México, em 2003. Foram aplicadas técnicas de antropologia cognitiva de listas livres e questionário estruturado para obter modelo semântico e média de conhecimento cultural a seis perguntas sobre seu adoecimento, por análise de consenso das respostas. RESULTADOS: Os dados sociodemográficos de ambos os grupos mostraram diferenças significativas. Todos os modelos de resposta comparados apresentaram estruturas semânticas similares, à exceção de: "o que se entende por exercício" (p<0,05). A média de conhecimento cultural sobre os aspectos analisados foi similar em ambos os grupos, somente o nível de conhecimento relacionado a "como a família deve ajudar um adulto a ser saudável" foi estatisticamente maior em pacientes com controle glicêmico. CONCLUSÕES: Os achados mostram a diferente estrutura semântica sobre a concepção de exercício entre os grupos de pacientes diabéticos e a diferença na média de conhecimento cultural sobre o apoio familiar para a saúde do paciente. Essas informações devem ser consideradas ao elaborar programas educativos, de auto-atenção e atenção médica adaptados à cultura do paciente com diabetes tipo 2.<br>OBJECTIVE: To analyze the main elements related with the cultural domain of self-health care in type 2 diabetes patients with and without good blood glucose control. METHODS: Descriptive study comprising diabetes patients, 57 with and 76 without good blood glucose control, with an average age of 60 years, who attended a Social Security family clinic in Mexico in 2003. A cognitive anthropology approach using free lists and a structured questionnaire was applied and a semantic model and average cultural knowledge based on six questions about their illness was developed by consensus analysis. RESULTS: Sociodemographic information of both groups showed significant differences. The comparison of all semantic models revealed similar structures with the exception of "What do you understand exercise is" (p<0.05). The average cultural knowledge was similar in both groups except for that related to "How family can help an adult be healthy", which was statistically higher in those patients with good blood glucose control. CONCLUSIONS: The study findings show a different semantic structure on exercise conception between both diabetes groups studied as well as different average cultural knowledge on family support for patient's health. These findings should be taken into account in the development of education, self-care and medical care programs specific to the knowledge of type 2 diabetes patients

Topics: Diabetes Mellitus Tipo 2, Autocuidado, Factores Culturales, Factores Socioeconómicos, Conocimientos, México, Diabetes Mellitus tipo 2, Autocuidado, Fatores Culturais, Fatores Socioeconômicos, Conhecimentos, México, Diabetes Mellitus, Type 2, Self Care, Health Knowledge, Cultural Factors, Socioeconomic Factors, Mexico, Public aspects of medicine, RA1-1270, Medicine, R, DOAJ:Public Health, DOAJ:Health Sciences
Publisher: Universidade de São Paulo
Year: 2008
DOI identifier: 10.1590/S0034-89102008000200010
OAI identifier: oai:doaj.org/article:7e04ccab702a46c0bcd796f52013116c
Journal:
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