Analgesia and sedation are crucial in the management of hospitalized children, especially during invasive and painful procedures. The aim of this study was to review analgesia and sedation practices in hospitalized children. This is an integrative review, which includes articles published in English between 2013 and 2023 in PubMed, using the Medical Subject Headings (MeSH) descriptors: (Conscious Sedation OR Deep Sedation) AND Analgesia) AND Child) OR Infant AND Clinical Protocols AND Respiration, Artificial). Eight publications were reviewed, and the drugs cited included opioids, benzodiazepines, nonsteroidal anti-inflammatory drugs, and dissociative anesthetics. The choice of medication depends on the desired level of sedation, ranging from minimal to deep sedation, requiring the use of assessment scales for proper monitoring. The reviewed literature indicates that the combination of fentanyl and midazolam is widely used, while alternatives such as dexmedetomidine and ketamine show significant efficacy in certain contexts. Furthermore, drug rotation and the use of clinical protocols may reduce complications, such as withdrawal syndrome and prolonged hospitalization. Therefore, pediatric analgesia and sedation should be individualized, ensuring safety and effectiveness in hospital care.A analgesia e a sedação são fundamentais no manejo de crianças hospitalizadas, especialmente em procedimentos invasivos e dolorosos. Objetivou-se abordar sobre a analgesia e a sedação realizada em crianças hospitalizadas. Tratou-se de uma revisão integrativa, que inclui artigos publicados em inglês entre 2013 a 2023 no PubMed, usando os descritores descritores do Medical Subject Headings (MeSH): (Conscious Sedation OR Deep Sedation) AND Analgesia)) AND Child) OR Infant AND Clinical Protocols AND Respiration, Artificial). Foram abordadas oito publicações cujos fármacos citados incluíram opioides, benzodiazepínicos, anti-inflamatórios não esteroides e anestésicos dissociativos. A escolha do medicamento depende do nível de sedação desejado, variando de mínima a profunda, sendo necessário o uso de escalas de avaliação para monitoramento adequado. A literatura revisada indica que a combinação de fentanil e midazolam é amplamente utilizada, enquanto alternativas como dexmedetomidina e cetamina apresentam eficácia significativa em determinados contextos. Além disso, a rotação de fármacos e o uso de protocolos clínicos podem reduzir complicações, como síndrome de abstinência e prolongamento do tempo de internação. Portanto, a analgesia e a sedação pediátrica devem ser individualizadas, garantindo segurança e eficácia no cuidado hospitalar