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    Avaliação da resistência de híbridos americanos de citros para porta-enxertos, em condições de laboratório

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    Seedlings of several hybrids of citrus rootstocks of various crosses between Cleopatra mandarin x trifoliata Swingle; Cleopatra mandarin x Citrange carrizo; Swingle x C.E.S. rough lemon; and Sunki mandarin x trifoliata Swingle, introduced from the Dates and Citrus Station-Indio-California-U.S.A., were tested in laboratory for resistance to Phytophthora citrophthora. They were planted individually in small cylinders, with sand washed and sterilized at 127°C for two hours. One hundred and twenty days after planting, their intact roots systems were exposed to a suspension of zoospores. After 24 days incubation, the roots of each seedling were treated with 2, 3, 5 triphenyl tetrazolium chloride to identify the proportion of injured roots. The statistical plan was undesigned. There were no significant statistical differences among the treatments (hybrids). However, hybrids of Cleopatra mandarin x trifoliata Swingle 63-206; Cleopatra mandarin x trifoliata English 63-242; Cleopatra mandarin x Citrange carrizo 63-224, 63-227; and hybrids of Sunki mandarin x trifoliata Swingle 63-308, showed the smallest average of lateral roots infected by this pathogen. Seedlings of rangpur lime, used in the same test, showed high susceptibility to the pathogen, with infection of 80% to 100% in the lateral roots.Mudas de híbridos de porta-enxertos para citros, compreendendo vários cruzamentos entre: tangerina Cleópatra x trifoliata Swingle; tangerina Cleópatra x Citrange carrizo; Swingle x C.E.S. rough lemon; tangerina Cleópatra x trifoliata English; e tangerina Sunki x trifoliata Swingle, introduzidas de Dates and Citrus Station Indio-California-USA, foram testadas em laboratório para resistência ao fungo Phytophthora citrophthora, em plantios individuais em cilindros plásticos. As mudas foram inoculadas com uma suspensão aquosa muito rica de zoosporos, permanecendo em incubação durante 24 dias. Após este período, as raízes foram tratadas com cloreto 2, 3, 5 trifenil tetrazóleo, para identificação do percentual de raízes infectadas. O delineamento estatístico foi o inteiramente casualizado. Não houve diferença estatística significativa entre os diversos híbridos nem entre linhagens dos mesmos. Entretanto, os cruzamentos entre tangerina Cleópatra x trifolinta Swingle n°63-206; tangerina Cleópatra x trifoliata English n°63-242; tangerina Cleópatra x Citrange carrizo n°s 63-224 e 63-227, e o cruzamento entre tangerina Sunki x trifoliata Swingle n° 63-308, apresentaram a menor média de raízes laterais infectadas com o patógeno em estudo. Mudas de limão cravo submetidas ao mesmo teste, mostram alta suscetibilidade ao patógeno, com infecção das raízes laterais na ordem de 80% a 100%
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