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    Variation in the Outcome of Plant-Mediated Pathogen Interactions in Potato: Effects of Initial Infections on Conspecific vs. Heterospecific Subsequent Infections

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    9 páginas, 2 figuras, 1 tablaPlants are often attacked sequentially by multiple enemies. Pathogen sequential co-infections can lead to indirect interactions mediated by plant induced responses whose outcome is contingent on differences in the magnitude and type of plant induced defences elicited by different species or guilds. To date, however, most studies have tested unidirectional effects of one pathogen on another, not discerning between conspecific vs. heterospecific infections, and often not measuring plant induced responses underlying such outcomes. To address this, we conducted a greenhouse experiment testing for the impact of initial infection by two leaf pathogens (Alternaria solani and Phytophthora infestans) on subsequent infection by each of these pathogens on potato (Solanum tuberosum) plants, and also measured induced plant defences (phenolic compounds) to inform on interaction outcomes. We found contrasting results depending on the identity of the initially infecting pathogen. Specifically, initial infection by A. solani drove induced resistance (lower necrosis) by subsequently infecting A. solani (conspecific induced resistance) but had no effect on subsequent infection by P. infestans. In contrast, initial infection by P. infestans drove induced resistance to subsequent infection by both conspecifics and A. solani. Patterns of plant induced defences correlated with (and potentially explained) induced resistance to conspecific but not heterospecific (e.g., in the case of P. infestans) subsequent infection. Overall, these results further our understanding of plant-mediated pathogen interactions by showing that plant-mediated interactions between pathogen species can be asymmetrical and in some cases not reciprocal, that pathogen species can vary in the importance of conspecific vs. heterospecific effects, and shed mechanistic insight into the role of plant induced responses driving such interactions.This research was financially supported by a grant from the Spanish Ministry of Science, Innovation and Universities (RTI2018-099322-B-I00), a grant from the Spanish National Research Council (2021AEP082), and a Regional Government of Galicia Grant (IN607A 2021/03) to XM.Peer reviewe

    FATORES DE RISCO ASSOCIADOS A COLONIZAÇÃO E A INFECÇÃO POR ENTEROCOCCUS SPP. RESISTENTES À VANCOMICINA (VRE) EM PACIENTES TRANSPLANTADOS DE FÍGADO

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    Introdução: Enterococcus spp. resistentes à vancomicina (VRE) são microrganismos multidroga resistentes (MDRO) comumente isolados em pacientes submetidos a transplante de fígado (TF), e estão potencialmente associados a piores desfechos clínicos. Existem poucos dados sobre os fatores de risco para a colonização e infecção por VRE nessa população. Nosso objetivo é identificar os fatores de risco associados à colonização e infecção por VRE após TF. Métodos: Esse é um estudo de coorte retrospectivo que incluiu todos os adultos submetidos a TF entre 2010 e 2019 em um hospital de alta complexidade. O período de acompanhamento foi de 180 dias após TF. A análise estatística incluiu variáveis relacionadas às características dos pacientes, procedimentos e complicações pós transplante. Utilizamos o modelo de regressão de Cox para análises univariadas e multivariadas. Resultados: Foram incluídos 855 pacientes, a mediana de idade foi 54 anos (IQR 41 - 61) e escore de MELD no TF de 21 (IQR 13 - 29). 107 (13%) adquiriram VRE antes do TF. A colonização após o TF ocorreu em 144 pacientes (19%), sendo que 80 (9%) desenvolveram infecção por VRE. As infecções mais comuns foram infecção do sítio cirúrgico (36-45%) e infecção da corrente sanguínea relacionada ao cateter (22-28%), o tempo médio entre o TF e a infecção por VRE foi de 15 dias. Os fatores de risco para colonização por VRE identificados na análise multivariada foram CLIF-SOFA elevado no pré-TF (p < 0.001), ascite refratária no pré-TF (p = 0.03), tempo prolongado de internação no pré-TF (p = 0.005) e reoperação pós-TF (p < 0.001). A presença de doença hepática por HCV foi identificada como fator protetor (p = 0.03). Para infecção por VRE, as variáveis preditoras no modelo final foram colonização por VRE pré-TF (p < 0.001), colonização por VRE pós-TF (p < 0.001), hepatite fulminante (p = 002), reoperação (p < 0.001), retransplante (p < 0.001), sangramento intraoperatório (p = 0.04) e transplante combinado (p = 0.04). A mortalidade em 180 dias após o TF foi de 20%, 27% e 53% para pacientes não colonizados por VRE, pacientes colonizados por VRE, mas não infectados, e pacientes infectados por VRE, respectivamente. A infecção e colonização por VRE foram associadas à mortalidade em 180 dias após o TF. Conclusões: A colonização por VRE antes e após o TF é um dos principais fatores de risco para a ocorrência de infecção por VRE. A infecção por VRE diminui substancialmente a sobrevida dos receptores de TF

    A EFICÁCIA DA BUPRENORFINA TRANSDÉRMICA NO TRATAMENTO DA DOR AGUDA

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    A dor continua sendo o motivo mais comum de procura de atendimento em serviços de emergência. A buprenorfina transdérmica é um adesivo opoide que adere à pele e libera o analgésico durante um período de vários dias. Objetivos: identificar se a buprenorfina transdérmica é eficaz no tratamento da dor aguda. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão integrativa, a questão norteadora foi “A buprenorfina transdérmica é eficaz no tratamento da dor aguda?”. A busca pelos artigos ocorreu nas principais bases de dados a partir dos termos “efficacy”, “transdermal buprenorphine” e “acute pain”, combinados entre si por operadores booleanos. Resultados e discussão: A buprenorfina é um opioide sintético que atua como agonista parcial nos receptores opioides mu e como antagonista nos receptores kappa e delta. Pesquisas revelaram que ela tem um efeito teto e é 75 a 100 vezes mais potente que a morfina. Observou-se que o momento da primeira necessidade de analgésico de resgate no pós-operatório foi atrasado no grupo que fez uso de buprenorfina transdérmica em comparação com o grupo placebo. A maioria dos estudos concluiu que a buprenorfina transdérmica diminui o consumo de analgésicos no pós-operatório. A maioria dos estudos na revisão sistemática não mostra aumento nas reações adversas a medicamentos. Conclusão: A buprenorfina tópica pode ser usada com segurança em pacientes, sendo um método confiável e econômico de controlar a dor aguda, ela  é 75 a 100 vezes mais potente que a morfina e é bem tolerada em altas doses.Pain remains the most common reason for seeking care in emergency services. Transdermal buprenorphine is an opoid patch that adheres to the skin and releases the analgesic over a period of several days. Objectives: to identify whether transdermal buprenorphine is effective in the treatment of acute pain. Materials and methods: This is an integrative review, the guiding question was “Is transdermal buprenorphine effective in the treatment of acute pain?”. The search for articles took place in the main databases based on the terms “efficacy”, “transdermal buprenorphine” and “acute pain”, combined with each other by Boolean operators. Results and discussion: Buprenorphine is a synthetic opioid that acts as a partial agonist at mu opioid receptors and as an antagonist at kappa and delta receptors. Research has shown that it has a ceiling effect and is 75 to 100 times more potent than morphine. It was observed that the moment of the first postoperative need for rescue analgesic was delayed in the transdermal buprenorphine group compared to the placebo group. Most studies concluded that transdermal buprenorphine decreases postoperative analgesic consumption. Most studies in the systematic review show no increase in adverse drug reactions. Conclusion: Topical buprenorphine can be used safely in patients, being a reliable and economical method of controlling acute pain, it is 75 to 100 times more potent than morphine and is well tolerated in high doses.Pain remains the most common reason for seeking care in emergency services. Transdermal buprenorphine is an opoid patch that adheres to the skin and releases the analgesic over a period of several days. Objectives: to identify whether transdermal buprenorphine is effective in the treatment of acute pain. Materials and methods: This is an integrative review, the guiding question was “Is transdermal buprenorphine effective in the treatment of acute pain?”. The search for articles took place in the main databases based on the terms “efficacy”, “transdermal buprenorphine” and “acute pain”, combined with each other by Boolean operators. Results and discussion: Buprenorphine is a synthetic opioid that acts as a partial agonist at mu opioid receptors and as an antagonist at kappa and delta receptors. Research has shown that it has a ceiling effect and is 75 to 100 times more potent than morphine. It was observed that the moment of the first postoperative need for rescue analgesic was delayed in the transdermal buprenorphine group compared to the placebo group. Most studies concluded that transdermal buprenorphine decreases postoperative analgesic consumption. Most studies in the systematic review show no increase in adverse drug reactions. Conclusion: Topical buprenorphine can be used safely in patients, being a reliable and economical method of controlling acute pain, it is 75 to 100 times more potent than morphine and is well tolerated in high doses.A dor continua sendo o motivo mais comum de procura de atendimento em serviços de emergência. A buprenorfina transdérmica é um adesivo opoide que adere à pele e libera o analgésico durante um período de vários dias. Objetivos: identificar se a buprenorfina transdérmica é eficaz no tratamento da dor aguda. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão integrativa, a questão norteadora foi “A buprenorfina transdérmica é eficaz no tratamento da dor aguda?”. A busca pelos artigos ocorreu nas principais bases de dados a partir dos termos “efficacy”, “transdermal buprenorphine” e “acute pain”, combinados entre si por operadores booleanos. Resultados e discussão: A buprenorfina é um opioide sintético que atua como agonista parcial nos receptores opioides mu e como antagonista nos receptores kappa e delta. Pesquisas revelaram que ela tem um efeito teto e é 75 a 100 vezes mais potente que a morfina. Observou-se que o momento da primeira necessidade de analgésico de resgate no pós-operatório foi atrasado no grupo que fez uso de buprenorfina transdérmica em comparação com o grupo placebo. A maioria dos estudos concluiu que a buprenorfina transdérmica diminui o consumo de analgésicos no pós-operatório. A maioria dos estudos na revisão sistemática não mostra aumento nas reações adversas a medicamentos. Conclusão: A buprenorfina tópica pode ser usada com segurança em pacientes, sendo um método confiável e econômico de controlar a dor aguda, ela  é 75 a 100 vezes mais potente que a morfina e é bem tolerada em altas doses

    Cirurgia de Whipple: Indicação e Técnicas.

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    We explore Whipple surgery, a complex surgical intervention used to treat pancreatic tumors and periampullary conditions. We discuss its history, surgical techniques, improvements and evolution over the years. We address the complications associated with Whipple surgery, including pancreatic fistulas, hemorrhages, anastomotic strictures and postoperative infections, highlighting the importance of prevention and adequate management of these complications. We explore adjuvant treatment, such as chemotherapy, which aims to reduce the risk of pancreatic cancer recurrence after surgery. We discuss palliative care as a fundamental part of treatment for patients with advanced or metastatic stages of pancreatic cancer, emphasizing the importance of relieving symptoms, improving quality of life, and providing emotional and social support. We address the need for a personalized approach to treating pancreatic cancer, taking into account the stage of the disease and the individual needs of the patient. We conclude that treating pancreatic cancer is a multifaceted challenge, and the combination of surgery, adjuvant treatment and palliative care plays a crucial role in improving quality of life and increasing the chances of therapeutic success for patients.Exploramos a cirurgia de Whipple, uma intervenção cirúrgica complexa utilizada no tratamento de tumores pancreáticos e condições periampulares. Discutimos sua história, técnicas cirúrgicas, aprimoramentos e evolução ao longo dos anos. Abordamos as complicações associadas à cirurgia de Whipple, incluindo fístulas pancreáticas, hemorragias, estenoses de anastomose e infecções pós-operatórias, destacando a importância da prevenção e manejo adequado dessas complicações. Exploramos o tratamento adjuvante, como a quimioterapia, que tem o objetivo de reduzir o risco de recorrência do câncer de pâncreas após a cirurgia. Discutimos os cuidados paliativos como parte fundamental do tratamento para pacientes em estágios avançados ou metastáticos do câncer de pâncreas, enfatizando a importância de aliviar sintomas, melhorar a qualidade de vida e fornecer apoio emocional e social. Abordamos a necessidade de uma abordagem personalizada no tratamento do câncer de pâncreas, levando em consideração o estágio da doença e as necessidades individuais do paciente. Concluímos que o tratamento do câncer de pâncreas é um desafio multifacetado, e a combinação de cirurgia, tratamento adjuvante e cuidados paliativos desempenha um papel crucial na melhoria da qualidade de vida e no aumento das chances de sucesso terapêutico para os pacientes.&nbsp

    Slow fashion vs fast fashion en Instagram

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    El sector de la moda es uno de los más contaminantes a nivel mundial. Durante los últimos años el consumo desmedido ha aumentado con ayuda de redes sociales como Instagram, la cual ha servido como plataforma para que estas empresas crezcan a pesar de que usen su compromiso social o lemas alusivos a la sostenibilidad para mercadearse cuando, en realidad, no están ejerciendo ninguna práctica o actividad que impulse y fomente este compromiso. Por consiguiente, esta investigación busca entender cuál es la actitud de los usuarios de Instagram frente al contenido compartido de sostenibilidad que hacen las marcas de slow-fashion & fast-fashion. A través de la netnográfía, se analizaron 4 marcas globales, Zara, H&M, The North Face y Patagonia. Los resultados obtenidos permitieron identificar cual es la actitud de los usuarios frente a las publicaciones sostenibles de las marcas y además, cómo las empresas pueden usar Instagram de una forma más consciente para el planeta y el consumidor.Revisión de la literatura; Moda sostenible y “fast-fashion”; La moda sostenible y sus investigaciones ;Instagram y la comunicación de las marcas sobre sostenibilidad; La actitud y sus tres componentes; Metodología; Enfoque de la investigación; Diseño de la investigación; Análisis de resultados; Estrategias implementadas por las marcas dentro de Instagram con respecto al compromiso de estimular el desarrollo sostenible; Zara; H&M; The North Face; Patagonia; Insights que se producen en Instagram alrededor de las publicaciones de las marcas de “slow-fashion” y “fast-fashion”; Comparación de los datos recolectados de las marcas seleccionadas de fast-fashion y slow-fashion.Administrador de EmpresasPregrad

    El SIRSA en la Patagonia : Principales enfermedades diagnosticadas en los últimos 10 años (2011-2021)

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    Al cumplirse 32 años de existencia del SIRSA, mostraremos las principales enfermedades parasitarias, infecciosas y tóxico-metabólicas que se han diagnosticado en el ganado de Patagonia en la última décadaEstación Experimental Agropecuaria BarilocheFil: Abdala, Alejandra Mariana. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Cabrera, Francisco Raúl. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Chodilef, Maria Marta. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Herrera, Rodolfo. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Martinez, Agustin. Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuaria (INTA). Estacion Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Olaechea, Fermin. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Larroza, Marcela Patricia. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Area de Produccion Animal. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Lauroua, Catalina. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Lopez, Patricia Elisabet. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFIl: Silva, Carmelina De Las Nieves. Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuaria (INTA). Estacion Experimental Agropecuaria Bariloche. Area Forestal. Grupo de Ecologia Forestal; ArgentinaFil: Robles, Carlos Alejandro. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Soler, Paula. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Area de Produccion Animal. Grupo de Sanidad Animal; ArgentinaFil: Zabaleta, Gabriela. Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA). Estación Experimental Agropecuaria Bariloche. Grupo de Sanidad Animal; Argentin

    Insights on the evolution of Coronavirinae in general, and SARS-CoV-2 in particular, through innovative biocomputational resources

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    The structural proteins of coronaviruses portray critical information to address issues of classification, assembly constraints, and evolutionary pathways involving host shifts. We compiled 173 complete protein sequences from isolates belonging to the four genera of the subfamily Coronavirinae. We calculate a single matrix of viral distance as a linear combination of protein distances. The minimum spanning tree (MST) connecting the individuals captures the structure of their similarities. The MST re-capitulates the known phylogeny of Coronovirinae. Hosts were mapped onto the MST and we found a non-trivial concordance between host phylogeny and viral proteomic distance. We also study the chimerism in our dataset through computational simulations. We found evidence that structural units coming from loosely related hosts hardly give rise to feasible chimeras in nature. This work offers a fresh way to analyze features of SARS-CoV-2 and related viruses

    Correction to: Prevalence, associated factors and outcomes of pressure injuries in adult intensive care unit patients: the DecubICUs study (Intensive Care Medicine, (2021), 47, 2, (160-169), 10.1007/s00134-020-06234-9)

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    The original version of this article unfortunately contained a mistake. The members of the ESICM Trials Group Collaborators were not shown in the article but only in the ESM. The full list of collaborators is shown below. The original article has been corrected

    Morphospace analysis leads to an evo-devo model of digit patterning

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    Biological forms occupy a constrained portion of theoretical morphospaces. Developmental models accounting for empirical morphospaces are necessary to achieve a better understanding of this phenomenon. We analyzed the phalangeal formulas (PFs) in lizards and relatives? hands by comparing them with a set of simulated PFs that compose a theoretical morphospace. We detected that: (1) the empirical morphospace is severely limited in size, (2) the PFs comply with two properties of phalangeal count per digit, namely the ordering rule (DI ≤ DII ≤ DIII ≤ DIV ≥ DV), and the contiguity relationship (neighbor digits differ on average in one phalanx), (3) the totality of the PFs can be categorized into four categories of hands aligned along a feasibility gradient. We also reconstructed the evolution of PFs and found a stepwise trajectory from the plesiomorphic PF towards reduced conditions. Finally, we propose a developmental model as the generative mechanism behind the PFs. It is consistent with the bulk of evidence managed and involves an ordered digit primordia initialization timed with periodic signals of joint formation coming from digit tips. Our approach is also useful to address the study of other meristic sequences in nature such as dental, floral, and branchial formulas.Fil: Fontanarrosa, Gabriela. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro Científico Tecnológico Conicet - Tucumán. Instituto de Biodiversidad Neotropical. Universidad Nacional de Tucumán. Facultad de Ciencias Naturales e Instituto Miguel Lillo. Instituto de Biodiversidad Neotropical. Instituto de Biodiversidad Neotropical; ArgentinaFil: Abdala, Virginia Sara Luz. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro Científico Tecnológico Conicet - Tucumán. Instituto de Biodiversidad Neotropical. Universidad Nacional de Tucumán. Facultad de Ciencias Naturales e Instituto Miguel Lillo. Instituto de Biodiversidad Neotropical. Instituto de Biodiversidad Neotropical; ArgentinaFil: Dos Santos, Daniel Andrés. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. Centro Científico Tecnológico Conicet - Tucumán. Instituto de Biodiversidad Neotropical. Universidad Nacional de Tucumán. Facultad de Ciencias Naturales e Instituto Miguel Lillo. Instituto de Biodiversidad Neotropical. Instituto de Biodiversidad Neotropical; Argentina. Universidad Nacional de Tucumán. Facultad de Ciencias Naturales e Instituto Miguel Lillo; Argentin
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