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    Avaliação de dinapenia e associação com função tireoidiana em idosos da Universidade Aberta à Terceira Idade - UATI

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    Introdução: o presente artigo analisou e avaliou a prevalência de dinapenia em associação da idade dos Hormônio Estimulador da tireoide (TSH) e T3 em idosos da Universidade Aberta à Terceira Idade – UATI. A tireoide produz e secreta os hormônios triiodotironina (T3 ) e tiroxina (T4 ), responsáveis por controlar o metabolismo celular. O termo dinapenia tem sido utilizado para descrever a diminuição da força muscular relacionada à idade separando desta forma, a dinapenia da redução da massa muscular. Metodologia: trata-se de um estudo de corte transversal que investigou 63 mulheres com idade entre 60 e 95 anos, resultando numa idade média das participantes foi de 69,6 anos, não institucionalizadas, matriculados no projeto “Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI)”, da Universidade Estadual da Bahia (UNEB). A força de preensão palmar (FPP) foi avaliada em quilograma (kg), por meio do dinamômetro digital manual da marca INSTRUTHERM. Resultados: foram diagnosticados com dinapenia as pacientes que possuíram a FPP inferior a 20 kg. Descobriu-se que 23 idosas (36,51%) foram diagnosticadas com dinapenia. A correlação entre as variáveis TSH e dinapenia foi positiva e fraca Spearman=0.17 (p-valor= 0.22). Assim, a relação entre o FPP e a idade não parece ser linear possuindo uma correlação negativa e fraca: Spearman= -0.11 (p-valor= 0.39). Conclusão: o nível sérico de TSH e idade não tiveram associação significativa com a presença de dinapenia. Houve associação entre T3 sérico e dinapenia, porém não é possível identificar em qual quartil está essa associaçã

    Prevalência de sobrepeso e obesidade em idosas frequentadoras da Universidade Aberta da Terceira Idade – UATI

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    Introdução: este artigo trata-se da prevalência de sobrepeso e obesidade em idosas frequentadoras da Universidade Aberta da Terceira Idade. Objetivo: avaliar as prevalências de sobrepeso e de obesidade associadas a fatores socioeconômicos e presença de comorbidades, em uma amostra de idosas não institucionalizadas de Salvador-BA, Brasil. Metodologia: um estudo transversal com uma amostra de 72 idosas com mais de 60 anos frequentadoras da Universidade Aberta da Terceira Idade (UATI) vinculada a Universidade Estadual da Bahia (UNEB). Foram aplicados questionários as participantes sobre aspectos pessoais, sócio-demográficos e presença de comorbidades. Resultados: os dados antropométricos avaliados foram o Índice de Massa Corporal (IMC) e da Circunferência da Cintura (CC). Associações entre as variáveis categóricas foram testadas utilizando o teste qui-quadrado com um nível de significância 5%. Observou-se que prevalência de sobrepeso e obesidade de acordo com o IMC foi de 34,48% e 24,14%, respectivamente e 86,54% dos idosos apresentaram um substancial aumento da circunferência abdominal. Verificou-se que 13,46% dos indivíduos eram diabéticos, 63,46% hipertensos. Conclusão: neste estudo não houve associação com significância estatística entre excesso de peso e renda ou presença de comorbidades (Diabete Melito e Hipertensão)
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