3 research outputs found

    Villa-Lobos cancionista: las letras en la Aria de Bachianas nº5

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    The present work articulates some imagetic-poetic narratives, weaving a research that, starting from the original lyrics of the “Aria” from Bachianas Brasileiras nº 5, written by the poet Altamirando de Souza. This paper analyzes it in several aspects, tracing a whole new narrative about the semantic planes present in the most played work of Villa-Lobos around the world. Thus, it presents Villa-Lobos as a songwriter, a little discussed matter, until then.O presente trabalho articula narrativas imagético-poéticas, tecendo uma pesquisa que, partindo da letra originalmente escrita para a “Ária” da Bachianas Brasileiras nº 5, do poeta Altamirando de Souza, analisa-a sob vários aspectos, traçando toda uma nova narrativa sobre os planos semânticos presentes na obra mais tocada de Villa-Lobos, evidenciando um Villa cancionista, pouco comentado até então

    The Treatment of the Image in Songs by Villa-Lobos

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    A dissertação de mestrado O Tratamento da Imagem em Três Canções de Villa-Lobos articula narrativas imagético-poéticas, tecendo uma pesquisa que analisa três obras cancionais de Villa-Lobos, sob vários aspectos, traçando um panorama sobre seus planos históricos, poéticos, semânticos e musicais, trazendo foco para a densidade destas canções em Villa-Lobos. Essa investigação utiliza como objetos de estudo três canções compostas por Villa-Lobos, com datas e letristas diferentes: Pobre Cega (1925/26), com texto de Álvaro Moreyra, do ciclo das Serestas, Iara (1926), com texto de Mário de Andrade, da série Três Poemas Indígenas, e a Ária das Bachianas nº5 (1938/45), com textos de Altamirando de Souza, do ciclo das Bachianas. A presente dissertação visa propor reflexões às canções estudadas, em vias de analisá-las usando descobertas recentes de teóricos sobre aspectos biográficos, analíticos e processos composicionais de Villa-Lobos, para agregar um olhar sobre a construção poética da imagem nas canções do compositor.The master\'s thesis The Treatment of the Image in Songs by Villa-Lobos articulates imagetic-poetic narratives, weaving a research that analyzes three song works by Villa-Lobos, under various aspects, creating an overview of their historical, poetic, semantic and musical plans, bringing focus to the density of these songs in Villa- Lobos. This investigation uses as study objects three songs composed by Villa-Lobos, with different dates and lyricists: Pobre Cega (1925/26), with text by Álvaro Moreyra, from the cycle das Serestas, Iara (1926), with text by Mário de Andrade, from the Três Poemas Indígenas series, and Aria das Bachianas nº 5 (1938/45), with texts by Altamirando de Souza, from the Bachianas cycle. This dissertation aims to propose reflections on the songs studied, in the process of analyzing them using recent discoveries by theorists about Villa-Lobos\' biographical, analytical and compositional processes, to add a look at the poetic construction of the image in the composer\'s songs

    Ganga-Zumbi: analysis and outlook

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    Ganga-Zumbi is a work that analyzes, from a historic, semiotic, rhythmic and harmonic perspective, the contemporary Minas Gerais song Ganga-Zumbi. This song - composed by Sérgio Santos and Paulo César Pinheiro - highlights an archetype of Brazilian culture in a synthesis that brings in itself many rhythmic, ritualistic and song elements, telling the story of one of its historical characters, Zumbi dos Palmares. We delimit “contemporary” in a time lapse that extends to the last twenty years, and “mineiro”, to an object centered on its capital, which – in a certain way – represents the identity and production axes of the state.Ganga-Zumbi é um trabalho que analisa, partindo de uma perspectiva histórica, semiótica, rítmica e harmônica, a canção mineira contemporânea Ganga-Zumbi. Esta canção – composta por Sérgio Santos e Paulo César Pinheiro – evidencia um arquétipo da cultura brasileira em uma síntese que traz, em si, muitos elementos rítmicos, ritualísticos e cancionais, contando a história de um de seus personagens históricos, Zumbi dos Palmares. Têm-se por “contemporâneo” um recorte que se estende aos últimos vinte anos, e “mineiro”, um objeto centrado em sua capital, o que – de certa forma – representa eixos identitários e de produção do estado
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